
Para fazer o console de mão acima, foi necessária a bateria de um Game Boy Advance SP, controles analógicos de um Atari 2600 (VCS), entrada para fonte externa e uma tela de 3.5 polegadas. Rodando clássicos dos videogames, o Atari Portátil que você vê na figura roda clássicos como Pong e outros jogos memoráveis do aparelho que começou a industrialização dos jogos eletrônicos.
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Sobre comentários
Categoria(s): (Artigo, Nerd) por pedroZ em 09-08-2010
Tags : Blog, blogar, blogosfera, comentário, comunicação, importância, Internet
Post original do Universo Touch.
Apenas uma pequena fração dos que visitam os blogs deixam comentários. É a reclamação de todo blogueiro. Eles se sentem como se estivessem falando com as paredes. Eles apreciam todos os comentários feitos num post, porque lhes dá certeza de que não estão falando sozinhos. E quem deixa comentários são quase sempre outros blogueiros.
Nenhum dos meus amigos e família blogam. Eu ouço o mesmo de outros blogueiros. Baseado nisso, eu acho que a maioria das pessoas que lê blogs são outros blogueiros. E aí que vêm os sites sociais, atraindo blogueiros para outros blogs.
Com essas considerações, nos perguntamos: Será que as pessoas preferem comentar pessoalmente com o autor ao invés de postar um comentário? O Twitter desempenha papel de “caixa de comentários” hoje? O que deveria ser feito da parte dos blogs para estimular a participação de seus leitores?
Jurandir Filho, do Cinema com Rapadura, disse que os comentários são o que mantém seu podcast e site estimulantes na abordagem da arte do cinema. Ele reforçou esse discurso nas palestras da Campus Party 2010, convidando as pessoas que normalmente apenas observam os sites para comentar, conversar com os autores de blogs e criar vínculos interessantes nessa comunicação.
O que você pode fazer a respeito dessa discussão? Comentários devem ser estimulados ou devem acontecer naturalmente? Não são dados interessantes? Como os blogs podem ser mais dinâmicos na criação de conteúdo? Deixo isso para os comentários.
Quer começar a contribuir com esse post? Comente.
Você quer falar sobre sua paixão por videogames?
Categoria(s): (Games, Nerd) por pedroZ em 29-07-2010
Tags : gamer, Jogos, jornalismo, reportagem, TCC, Vídeo, videogames

Post original do Bola da Foca.
Você gosta de games? Realmente curte? Gostaria de falar para uma câmera sobre isso?
Estou fazendo um TCC no último ano de jornalismo e preciso de depoimentos em vídeo para divulgar o trabalho. Quem puder ajudar, pode gravar de câmera digital ou celular e me mandar o link do Youtube. Claro, para te auxiliar na gravação, eu elaborei três perguntas para que você responda, evitando problemas. Veja abaixo:
Quem quiser colaborar, mande e-mail para boladafoca[at]gmail[dot]com.
Sobre mercado e a formação do profissional de games
Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por pedroZ em 20-07-2010
Tags : Anime friends, comunicação, conteúdo, Desenvolvimento, design, jornalismo, palestra, programação, publicidade, simpósio, SP Game Show, videogame

Dia 16 de julho, eu participei de um simpósio no SP Game Show (dentro do Anime Friends 2010) com o tema Etapas e importância na formação do profissional de jogos eletrônicos. Alguns nomes importantes do mercado e da academia conversaram e discutiram comigo, como Esteban Clua, professor da Universidade Federal Fluminense; Henrique Sampaio, redador do Arena Turbo do iG; Humberto Zanetti, professor de projetos no Centro Paula Souza; Roberto Bianchini, professor da Universidade Anhembi Morumbi; Antonio Marcelo, diretor da Riachuelo Games; Claudio Bueno, coordenador da pós-graduação em jogos digitais do SENAC; Fabio Lubackeski, coordenador do curso de jogos digitais do SENAC; André Kishimoto, desenvolvedor de games da Glu Mobile e Fábio Fernandes, tradutor de ficção científica e professor do curso de jogos da PUC-SP.
A conversa foi muito produtiva. Cerca de 30 pessoas pararam para me ouvir falando sobre o mercado de blogs, assessoria de imprensa e publicidade em empresas de games, assuntos dos quais estou interado desde dezembro de 2008. Discutiu-se a necessidade de parar de jogar games para entrar na área de desenvolvimento, além dos advergames emergentes no Brasil. Falou-se da falta de estímulo do governo com impostos, que gera companias com pouca estrutura. E, nesse ponto da discussão, eu me revoltei, com uma certa justificativa: Falei da falta de ideias criativas e de empresas com games ousados no Brasil. Justifiquei minha reclamação dando dois exemplos do mercado japonês, como a Capcom, que produziu Street Fighter II com apenas dois designers em 1992, e a Nintendo, que colocou em prática a ideia do estagiário Shigeru Miyamoto na criação de Donkey Kong em 1982, com muitas limitações gráficas.

Os palestrantes presentes concordaram comigo. O Brasil agora possui cursos de games emergentes, que formam designers e programadores especializados nessa área, mas nosso mercado ainda é muito conservador, sem dar o devido investimento aos nossos produtos eletrônicos. Claro que o Japão também não era essa potência de games em 1982, sofrendo com a expansão da Sega, norte-americana, em seu mercado na época. Por esse motivo, nossas terras podem sim dar origem games tão cativantes quanto Super Mario Bros., especialmente se empresários e pessoas criativas estiverem trabalhando em conjunto, alinhados.

A palestra foi uma grande oportunidade de repartir o conhecimento de história dos videogames que estou utilizando em meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, além das leituras que faço diariamente sobre tecnologia. Para quem deseja se adentrar em games no Brasil, faltam programadores, designers e até blogueiros que tragam informações e dados para os produtos desenvolvidos no mercado. Estar alinhado com as comunidades online é fundamental para expandir suas discussões e tornar videogames um negócio sério. Ou seja, se você é criativo, quer diversão e muito trabalho, desenvolvedor gamer, seu lugar é aqui.

Em uma conversa descontraída com meu amigo Fábio Fernandes, pensamos em comportamentos maternos que realmente parecem com videogames, pelo menos em seu conceito. A geração atual de consoles parece se encaixar muito bem em certos perfis de mães. Por isso, com essa reflexão bizarra, mostro aqui diferentes perfis, para vocês concordarem, discordarem ou darem boas risadas:

X-Mom: Educa os filhos com amor, mas com certa rigidez. Os moleques tem que passar por pequenos desafios para liberar os achievements mais fáceis da própria mãe, que revertem em prêmios generosos. Ou seja, o moleque vai ter que arrumar a cama, ajudar na louça e fazer o dever de casa para receber uma recompensa. O problema é que os desafios vão aumentando, como passar em uma boa faculdade, conseguir um bom emprego, etc. A X-Mom é difícil de ser agradada após certo tempo. Quando ela envelhece, ela tende a lembrar os achievements que você nem buscou ou sequer tentou. Mas ela é muito amorosa se você conseguir vencer desafios, o que pode parecer injusto para muitos que acreditam no carinho gratuito.

Wii-Mother: Essa é a mãe de todos, que aceita qualquer conquista do filho. Ela só tem um problema em suas relações: Exige que você se mexa. Pra ela não existe filho sedentário, já que todos são obrigados a andar com ela de bicicleta desde pequenos, frequentar academias e fazer tudo o que fortalece o físico. Entretanto, comparado com outras mães, ela exige isso e nada mais. O filho pode fazer uma faculdade particular mais ou menos, que ela irá amá-lo muito. No entanto, o rapaz tem que curtir pelada de sábado, basqueta ou qualquer outro esporte.

Play-Mom: Apesar de ter o nome “jogar” no apelido, esse tipo de mãe não te tira da cama se você não quiser. É a mãe dos nerds gordinhos e preguiçosos, mas preocupados com a qualidade de vida. Traz café na cama, compra conexão para internet cara, mima o filho com apelidos toscos e não o incomoda quando está brincando com seus amigos. Pode criar uma criança normal, apesar dos vícios nerds, ou um monstrinho que, com tanta liberdade e mordomias, pode encher o saco das outras pessoas.
E ai, conhece alguma outra mãe que se encaixa no conceito de outro videogame? Os comentários estão ai para isso.

Texto não recomendado para quem não conhece a série MGS.
Se você jogou Metal Gear Solid, tanto a versão revolucionária de 1998 quanto o remake no Game Cube, provavelmente reparou na curiosa batalha contra o vilão Psycho Mantis.
Sendo o primeiro game com atores de verdade fazendo as vozes dos personagens, Metal Gear não parou a mudança que causou no mercado de games apenas inserindo interpretação cinematográfica aos jogos eletrônicos. Mantis pergunta ao herói Snake o que ele anda jogando ultimamente. Através de um mecanismo realmente curioso, Hideo Kojima inseriu no game falas do personagem comentando seus saves de Memory Card, como se estivesse invadindo sua mente. As falas sarcásticas de Mantis sobre o seu game Castlevania trazia uma nova visão dos jogos, que trouxe uma interatividade própria de Metal Gear Solid.
O grande baque veio em Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty. Jogando inicialmente com Solid Snake, o jogador era surpreendido por uma súbita interrupção da narrativa, que inseria o novato Raiden como protagonista. Acabando com a figura do herói clássico do game de espionagem, você interpretava um iniciante repleto de inseguranças. O jogo inteiro deu a entender, com a construção dos vilões Solidus e Ocelot, uma imensa sensação de simulação, identica à experiência em Shadow Moses no Metal Gear Solid 1. A grande mensagem final dessa sequência era: Você pode interpretar um gamer dentro de um videogame. O grande vilão da série se tornou uma rede de computadores que manipula o governo americano. Mas Kojima não ficou satisfeito em mandar apenas essa mensagem.
Metal Gear Solid 3 reinventou o próprio protagonista Solid Snake. Voltando à 1964 e estabelecendo um marco zero na série de todos os jogos MGS e Metal Gear, Kojima nos mostra Big Boss, o primeiro vilão e pai biológico de Snake, identico ao próprio herói durante a Guerra Fria. A semelhança de ambos destruiu o dicotomia simplista que existia na história, colocando uma narrativa complexa entre pai e filho, soldado original e seu clone.
Metal Gear é uma franquia que começou imitando Rambo e filmes de espionagem e desembocou no questionamento sobre o próprio ato de jogar, com inimigos que reconhecem sua memória, histórias que fazem simulações e protagonistas que se transformam. A contribuição desse fenômeno é insuperável, tanto para os games como mercado, quanto para as pessoas que o definem como arte.
10 coisas sobre Mario que você gostaria de saber
Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Retro-Games) por pedroZ em 27-06-2010
Tags : curiosidade, história, indústria dos games, Jumpman, lista, Mário, nintendo, Segale

Você joga Mario desde quando se lembra como gamer, não é? Nunca se perguntou de onde ele veio, por que ele se chama assim? Veja a lista abaixo, com curiosidades singulares sobre o encanador mais famoso dos videogames.

1 – O nome Mario veio de Mario Segale, dono do primeiro galpão da Nintendo nos Estados Unidos.
2 – O primeiro nome de Mario foi “Jumpman”. Era assim apenas porque ele pulava nas plataformas e dos obstáculos para derrotar o Donkey Kong dos arcades.
3 – O nome da namorada de Mario era Pauline no game Donkey Kong (1981), o primeiro em que ele apareceu. Ela inspirou a Princesa Cogumelo (ou Peach) dos jogos posteriores.
4 – A profissão de Mario no início era de carpinteiro. E ele era dono do gorila que sequestrou a garota, chamado Donkey Kong.
5 – O primeiro jogo em que Mario foi chamado de Mario foi Donkey Kong Jr. (1982). Nesse game, o filhote de DK tenta salvar seu pai das mãos do carpinteiro Mario.

6 – A história explorada hoje em dia só surgiu em Super Mario Bros. (1983), game bem-sucedido no NES. Mario transformou-se em um encanador italiano em um reino dos cogumelos, com uma princesa e um irmão. A inspiração desse mundo foi Alice no País das Maravilhas.
7 – Charles Martinet faz a voz de Mario desde 1995, no jogo educacional para PCs Mario’s FUNdamentals. O trabalho dele ficou consagrado no ano seguinte, em Super Mario 64, que trouxe o encanador em 3 dimensões.
8 – Dois detalhes do figurino de Mario foram criados por limitações gráficas do NES na década de 80: o chapéu do personagem pela falta de detalhe dos cabelos e o macacão permitiu que os braços do personagem se movessem em 8 bits. Além disso, o bigode foi desenhado para não precisar desenhar uma boca.
9 – A nomeação do nome Mario, inspirado em Segale, serviu para agradar o dono do galpão da empresa, frustrado pelos fracassos da Nintendo nos EUA antes de Donkey Kong.
10 – Mario tornou-se italiano porque Segale era italiano.
Inspirado no livro The Ultimate History of Videogames, do jornalista Steve L. Kent.
Metal Gear Solid Peace Walker: O que é esse jogo?
Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, News) por pedroZ em 27-06-2010
Tags : ação, Big Boss, espionagem, gameplay, Metal Gear, Outer Heaven, Peace Walker

Reunindo o que há de melhor da série Metal Gear Solid, com o seu personagem Snake (Big Boss) invadindo bases inimigas e abusando do CQC para desarmar soldados, enquanto utiliza armas de fogo, o foco do episódio Peace Walker é a cooperação entre jogadores. No entanto, o jogo solo mostra grandes mudanças na série.
O vídeo no final deste post mostra que muitos elementos de Metal Gear Solid 4 foram integrados ao jogo. Você, uma vez revelado ao inimigo, enfrenta um verdadeiro exército para sobreviver, com direito a lança-mísseis que derrubam prédios e helicópteros. Snake não precisa se alimentar como no episódio 3, mas seu desempenho em combate é o principal para sobreviver contra as conspirações em Costa Rica.
Peace Walker é um jogo de guerra direto. O personagem Snake, tanto na versão Big Boss quanto Solid Snake, além de ser espião, é um exército de um homem só. Não há camuflagem nesse game, mas combate bruto, cru. Confira o vídeo e faça seus comentários.
A melhor arma do Doom II
Categoria(s): (Bizarro, Games, Nerd, Rapidinhas, Retro-Games) por pedroZ em 26-06-2010
Tags : África do Sul, Copa do Mundo, Doom, Futebol, shooter
Vídeo acima épico.
Doom possui uma arma suprema para aguentar a Copa do Mundo de 2010, com muitas zebras e resultados bizarros. Vuvuzela!
E quem torcer pela Argentina, quer ver o Maradona pelado.
(Agradecimentos a @bimonti)




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