Luigi’s Mansion: Dark Moon – testei o jogo exclusivo do 3DS com o irmão de Mario
Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 26-03-2013
O game Luigi’s Mansion: Dark Moon foi anunciado nesta terça-feira (26) em São Paulo, exclusivamente para o portátil da Nintendo 3DS, pelo preço de R$ 149. O jogo é de ação e aventura com o irmão mais novo de Mario, o encanador verde Luigi. O herói é teletransportado pelo Professor E. Gadd para explorar cinco mansões mal-assombradas, capturando fantasmas com um limpador à vácuo chamado Poltergust 5000.

O personagem principal do game, Luigi, não imita o jeito de seu irmão Mario no game. Ele não é corajoso e tem um jeito mais atrapalhado de lidar com os inimigos ao correr e entrar em pâncio. A Nintendo conseguiu dar personalidade a um personagem que era apenas coadjuvante de seus jogos antigos.

Primeiras impressões
O game do Luigi é mais sobre exploração e menos sobre capturar fantasmas nas mansões. Com seu aspirador sugador de almas, você também recolhe moedas, chaves para abrir portas trancadas e dinheiro. A mecânica é como Super Mario Bros, mas muitas moedas estão escondidas atrás de toalhas, embaixo de tapetes e atrás de paredes falsas. Os fantasmas variam de cor: Verdes são mais fracos, Vermelhos são mais fortes e Azuis se escondem melhor.



O jogo funciona com a tecnologia 3D do portátil, que aumenta a imersão nos ajustes de 50% e 100%. A sensação de jogá-lo em três dimensões é quase como se você fosse jogado para dentro de Mario 64, mas com detalhes no cenário que não seriam possíveis na época do Nintendo 64.
Os contras do game
No modo singleplayer, o jogo demora até o final do primeiro estágio para aparecer um inimigo. Ele começa essencialmente como um quebra-cabeça, forçando o jogador a entender os comandos antes de enfrentar as assombrações. As fases também tem similaridades no hall de entrada das mansões, parecendo iguais no começo.
Os defeitos são poucos e eles são ofuscados pelo multiplayer e pela variedade de fantasmas no game – tem até a alma de um cachorrinho -, além dos detalhes no cenário, que ultrapassam bastante o nível dos gráficos do Nintendo Wii.
Este teste de game foi escrito com um teste por convite da Nintendo, mas a empresa não influenciou no texto.
Fotos: A primeira é de divulgação e as demais, de Pedro Zambarda










