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Você quer falar sobre sua paixão por videogames?

Categoria(s): (Games, Nerd) por pedroZ em 29-07-2010

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Post original do Bola da Foca.

Você gosta de games? Realmente curte? Gostaria de falar para uma câmera sobre isso?

Estou fazendo um TCC no último ano de jornalismo e preciso de depoimentos em vídeo para divulgar o trabalho. Quem puder ajudar, pode gravar de câmera digital ou celular e me mandar o link do Youtube. Claro, para te auxiliar na gravação, eu elaborei três perguntas para que você responda, evitando problemas. Veja abaixo:

1 – Desde quando você joga videogames? Isso influiu na sua vida como? Você tem personagens e situações nos jogos eletrônicos que te afetaram?
2 – Quais as tendências atuais dos games que você consegue observar hoje? Quais tendências permanecerão na evolução dos games, na sua opinião?
3 – O que é a indústria de jogos eletrônicos, também segundo sua opinião?
Simples, não? Caso você queira contar mais curiosidades, sinta-se à vontade para inserir em seu vídeo. Em caso de qualquer dúvida, o link para comentários abaixo serve para resolver pendências.

Quem quiser colaborar, mande e-mail para boladafoca[at]gmail[dot]com.

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pedroZ

Sobre mercado e a formação do profissional de games

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por pedroZ em 20-07-2010

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Dia 16 de julho, eu participei de um simpósio no SP Game Show (dentro do Anime Friends 2010) com o tema Etapas e importância na formação do profissional de jogos eletrônicos. Alguns nomes importantes do mercado e da academia conversaram e discutiram comigo, como Esteban Clua, professor da Universidade Federal Fluminense; Henrique Sampaio, redador do Arena Turbo do iG; Humberto Zanetti, professor de projetos no Centro Paula Souza; Roberto Bianchini, professor da Universidade Anhembi Morumbi; Antonio Marcelo, diretor da Riachuelo Games; Claudio Bueno, coordenador da pós-graduação em jogos digitais do SENAC; Fabio Lubackeski, coordenador do curso de jogos digitais do SENAC; André Kishimoto, desenvolvedor de games da Glu Mobile e Fábio Fernandes, tradutor de ficção científica e professor do curso de jogos da PUC-SP.

A conversa foi muito produtiva. Cerca de 30 pessoas pararam para me ouvir falando sobre o mercado de blogs, assessoria de imprensa e publicidade em empresas de games, assuntos dos quais estou interado desde dezembro de 2008. Discutiu-se a necessidade de parar de jogar games para entrar na área de desenvolvimento, além dos advergames emergentes no Brasil. Falou-se da falta de estímulo do governo com impostos, que gera companias com pouca estrutura. E, nesse ponto da discussão, eu me revoltei, com uma certa justificativa: Falei da falta de ideias criativas e de empresas com games ousados no Brasil. Justifiquei minha reclamação dando dois exemplos do mercado japonês, como a Capcom, que produziu Street Fighter II com apenas dois designers em 1992, e a Nintendo, que colocou em prática a ideia do estagiário Shigeru Miyamoto na criação de Donkey Kong em 1982, com muitas limitações gráficas.



Os palestrantes presentes concordaram comigo. O Brasil agora possuem cursos de games emergentes, que formam designers e programadores especializados nessa área, mas nosso mercado ainda é muito conservador, sem dar o devido investimento aos nossos produtos eletrônicos. Claro que o Japão também não era essa potência de games em 1982, sofrendo com a expansão da Sega, norte-americana, que roubava mercado em seu território. Por esse motivo, nossas terras podem sim criar games tão cativantes quanto Super Mario Bros., especialmente se empresários e pessoas criativas estiverem trabalhando em conjunto.



A palestra foi uma grande oportunidade de repartir o conhecimento de história dos videogames que estou utilizando em meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, além das leituras que faço diariamente sobre tecnologia. Para quem deseja se adentrar em games no Brasil, faltam programadores, designers e até blogueiros que tragam informações e dados para os produtos desenvolvidos no mercado. Estar alinhado com as comunidades online é fundamental para expandir suas discussões e tornar videogames um negócio sério. Ou seja, se você é criativo, quer diversão e muito trabalho, desenvolvedor gamer, seu lugar é aqui.

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Sobre mães e consoles

Categoria(s): (Artigo, Bizarro, Games, Nerd) por pedroZ em 19-07-2010

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Em uma conversa descontraída com meu amigo Fábio Fernandes, pensamos em comportamentos maternos que realmente parecem com videogames, pelo menos em seu conceito. A geração atual de consoles parece se encaixar muito bem em certos perfis de mães. Por isso, com essa reflexão bizarra, mostro aqui diferentes perfis, para vocês concordarem, discordarem ou darem boas risadas:

X-Mom: Educa os filhos com amor, mas com certa rigidez. Os moleques tem que passar por pequenos desafios para liberar os achievements mais fáceis da própria mãe, que revertem em prêmios generosos. Ou seja, o moleque vai ter que arrumar a cama, ajudar na louça e fazer o dever de casa para receber uma recompensa. O problema é que os desafios vão aumentando, como passar em uma boa faculdade, conseguir um bom emprego, etc. A X-Mom é difícil de ser agradada após certo tempo. Quando ela envelhece, ela tende a lembrar os achievements que você nem buscou ou sequer tentou. Mas ela é muito amorosa se você conseguir vencer desafios, o que pode parecer injusto para muitos que acreditam no carinho gratuito.

Wii-Mother: Essa é a mãe de todos, que aceita qualquer conquista do filho. Ela só tem um problema em suas relações: Exige que você se mexa. Pra ela não existe filho sedentário, já que todos são obrigados a andar com ela de bicicleta desde pequenos, frequentar academias e fazer tudo o que fortalece o físico. Entretanto, comparado com outras mães, ela exige isso e nada mais. O filho pode fazer uma faculdade particular mais ou menos, que ela irá amá-lo muito. No entanto, o rapaz tem que curtir pelada de sábado, basqueta ou qualquer outro esporte.

Play-Mom: Apesar de ter o nome “jogar” no apelido, esse tipo de mãe não te tira da cama se você não quiser. É a mãe dos nerds gordinhos e preguiçosos, mas preocupados com a qualidade de vida. Traz café na cama, compra conexão para internet cara, mima o filho com apelidos toscos e não o incomoda quando está brincando com seus amigos. Pode criar uma criança normal, apesar dos vícios nerds, ou um monstrinho que, com tanta liberdade e mordomias, pode encher o saco das outras pessoas.

E ai, conhece alguma outra mãe que se encaixa no conceito de outro videogame? Os comentários estão ai para isso.

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Um game que fala sobre games

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por pedroZ em 09-07-2010

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Texto não recomendado para quem não conhece a série MGS.

Se você jogou Metal Gear Solid, tanto a versão revolucionária de 1998 quanto o remake no Game Cube, provavelmente reparou na curiosa batalha contra o vilão Psycho Mantis.

Sendo o primeiro game com atores de verdade fazendo as vozes dos personagens, Metal Gear não parou a mudança que causou no mercado de games apenas inserindo interpretação cinematográfica aos jogos eletrônicos. Mantis pergunta ao herói Snake o que ele anda jogando ultimamente. Através de um mecanismo realmente curioso, Hideo Kojima inseriu no game falas do personagem comentando seus saves de Memory Card, como se estivesse invadindo sua mente.  As falas sarcásticas de Mantis sobre o seu game Castlevania trazia uma nova visão dos jogos, que trouxe uma interatividade própria de Metal Gear Solid.

O grande baque veio em Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty. Jogando inicialmente com Solid Snake, o jogador era surpreendido por uma súbita interrupção da narrativa, que inseria o novato Raiden como protagonista. Acabando com a figura do herói clássico do game de espionagem, você interpretava um iniciante repleto de inseguranças. O jogo inteiro deu a entender, com a construção dos vilões Solidus e Ocelot, uma imensa sensação de simulação, identica à experiência em Shadow Moses no Metal Gear Solid 1. A grande mensagem final dessa sequência era: Você pode interpretar um gamer dentro de um videogame. O grande vilão da série se tornou uma rede de computadores que manipula o governo americano. Mas Kojima não ficou satisfeito em mandar apenas essa mensagem.

Metal Gear Solid 3 reinventou o próprio protagonista Solid Snake. Voltando à 1964 e estabelecendo um marco zero na série de todos os jogos MGS e Metal Gear, Kojima nos mostra Big Boss, o primeiro vilão e pai biológico de Snake, identico ao próprio herói durante a Guerra Fria. A semelhança de ambos destruiu o dicotomia simplista que existia na história, colocando uma narrativa complexa entre pai e filho, soldado original e seu clone.

Metal Gear é uma franquia que começou imitando Rambo e filmes de espionagem e desembocou no questionamento sobre o próprio ato de jogar, com inimigos que reconhecem sua memória, histórias que fazem simulações e protagonistas que se transformam. A contribuição desse fenômeno é insuperável, tanto para os games como mercado, quanto para as pessoas que o definem como arte.

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10 coisas sobre Mario que você gostaria de saber

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Retro-Games) por pedroZ em 27-06-2010

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Você joga Mario desde quando se lembra como gamer, não é? Nunca se perguntou de onde ele veio, por que ele se chama assim? Veja a lista abaixo, com curiosidades singulares sobre o encanador mais famoso dos videogames.

1 – O nome Mario veio de Mario Segale, dono do primeiro galpão da Nintendo nos Estados Unidos.

2 – O primeiro nome de Mario foi “Jumpman”. Era assim apenas porque ele pulava nas plataformas e dos obstáculos para derrotar o Donkey Kong dos arcades.

3 – O nome da namorada de Mario era Pauline no game Donkey Kong (1981), o primeiro em que ele apareceu. Ela inspirou a Princesa Cogumelo (ou Peach) dos jogos posteriores.

4 – A profissão de Mario no início era de carpinteiro. E ele era dono do gorila que sequestrou a garota, chamado Donkey Kong.

5 – O primeiro jogo em que Mario foi chamado de Mario foi Donkey Kong Jr. (1982). Nesse game, o filhote de DK tenta salvar seu pai das mãos do carpinteiro Mario.

6 – A história explorada hoje em dia só surgiu em Super Mario Bros. (1983), game bem-sucedido no NES. Mario transformou-se em um encanador italiano em um reino dos cogumelos, com uma princesa e um irmão. A inspiração desse mundo foi Alice no País das Maravilhas.

7 – Charles Martinet faz a voz de Mario desde 1995, no jogo educacional para PCs Mario’s FUNdamentals. O trabalho dele ficou consagrado no ano seguinte, em Super Mario 64, que trouxe o encanador em 3 dimensões.

8 – Dois detalhes do figurino de Mario foram criados por limitações gráficas do NES na década de 80: o chapéu do personagem pela falta de detalhe dos cabelos e o macacão permitiu que os braços do personagem se movessem em 8 bits. Além disso, o bigode foi desenhado para não precisar desenhar uma boca.

9 – A nomeação do nome Mario, inspirado em Segale, serviu para agradar o dono do galpão da empresa, frustrado pelos fracassos da Nintendo nos EUA antes de Donkey Kong.

10 – Mario tornou-se italiano porque Segale era italiano.

Inspirado no livro The Ultimate History of Videogames, do jornalista Steve L. Kent.

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Metal Gear Solid Peace Walker: O que é esse jogo?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, News) por pedroZ em 27-06-2010

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Reunindo o que há de melhor da série Metal Gear Solid, com o seu personagem Snake (Big Boss) invadindo bases inimigas e abusando do CQC para desarmar soldados, enquanto utiliza armas de fogo, o foco do episódio Peace Walker é a cooperação entre jogadores. No entanto, o jogo solo mostra grandes mudanças na série.

O vídeo no final deste post mostra que muitos elementos de Metal Gear Solid 4 foram integrados ao jogo. Você, uma vez revelado ao inimigo, enfrenta um verdadeiro exército para sobreviver, com direito a lança-mísseis que derrubam prédios e helicópteros. Snake não precisa se alimentar como no episódio 3, mas seu desempenho em combate é o principal para sobreviver contra as conspirações em Costa Rica.

Peace Walker é um jogo de guerra direto. O personagem Snake, tanto na versão Big Boss quanto Solid Snake, além de ser espião, é um exército de um homem só. Não há camuflagem nesse game, mas combate bruto, cru. Confira o vídeo e faça seus comentários.

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A melhor arma do Doom II

Categoria(s): (Bizarro, Games, Nerd, Rapidinhas, Retro-Games) por pedroZ em 26-06-2010

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Vídeo acima épico.

Doom possui uma arma suprema para aguentar a Copa do Mundo de 2010, com muitas zebras e resultados bizarros. Vuvuzela!

E quem torcer pela Argentina, quer ver o Maradona pelado.

(Agradecimentos a @bimonti)

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Três décadas de Pac-Man

Categoria(s): (Games, Nerd, News, Retro-Games) por pedroZ em 22-05-2010

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Texto original do Bola da Foca.



Nos 30 anos de aniversário de um dos maiores clássicos da produtora japonesa Namco, de videogames, o jogo Pac-Man ganhou destaque no lugar do logotipo do Google Search (e continua, até o momento deste post). Essa homenagem, ontem, fez referência a um dos maiores clássicos de todos os tempos na diversão eletrônica, consumindo horas de muitas pessoas que navegavam ontem na web, seja por curiosidade ou mera nostalgia.



Criado no dia 22 de maio de 1980, foi concebido originalmente para os fliperamas, famosos arcades. Mas fez um estrondoso sucesso no primeiro console doméstico de cartuchos, o Atari 2600. O sistema do jogo era simples: você controla uma bola amarela que devora bolinhas menores e faz pontos. Para continuar pontuando, você deve fugir de fantasmas e, quando possível, comer bolotas grossas para enfraquecê-los e matá-los.

Os anos 80 trouxeram muitas idéias simples de jogos que marcaram toda uma indústria de divertimento e de cultura eletrônica. Três anos após a criação do amarelo Pac-Man, Mario surgiria no game Mario Bros., em homenagem a um protagonista bigodudo, gordo e baixinho que vencia o vilão Donkey Kong, um grande gorila mau. Até hoje, esses personagens marcam crianças, jovens e adultos do mundo todo.
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Por que nós escrevemos sobre videogames?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por pedroZ em 16-05-2010

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Quando entrei no Wii Are Nerds (WAN), no começo de 2009, entrei porque o blog era aberto a colaborações. Quando o blog surgiu, em março de 2008, num blogspot perdido por ai, era apenas um blog de TI comum feito pelo Bruno Leles e o Naftali. Quando o Gustavo Ats, o GuZ, começou a postar compulsivamente, ele descobriu seu nicho em tecnologia mesmo e criou o Oxenti.

Quando entrei no WAN, eu era estagiário em uma empresa chamada TAXI labs, que fazia jogos para web e experiências. O Naftali procurava emprego nessa área. Gustavo se voltava cada vez mais para TI. Em setembro do ano passado, o Naf entrou na Techfront, e foi fazer games. Eu sai da TAXI e voltei pra tecnologia alguns meses depois, na Livetouch, novamente como blogueiro.

Por esses motivos, o WAN começou a focar mais em videogames. Este blog sempre foi um reflexo de nossas vidas, mesmo que esteja fechado em determinados assuntos. E justamente por isso, game virou um assunto comum entre nós, enquanto o Gustavo seguiu seu caminho com TI, mas aparecendo aqui quando o assunto volta a ser videogame.

Pra que fazer um blog se ele, de fato, não é reflexo do seu trabalho e da sua vida pessoal? Me lembra quando comecei a jogar videogame, com 2 anos, num Phantom System da Gradiente. Por isso, e por tantas outras coisas, o Wii Are Nerds é o que é.

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Gadget pra quem gosta de Metal Gear

Categoria(s): (Games, Nerd) por pedroZ em 14-05-2010

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O Sony Walkman W252, um MP3 que funciona simplesmente colocando no ouvido, com tudo embutido nos fones, terá uma versão especial dedicada aos fãs de Metal Gear Solid Peace Walker, que será lançado no PSP ainda neste ano. Com previsão de ser lançado em junho, o aparelho virá com 2GB de memória e teve seu design inspirado nos cassetes de 1979, além de claras referências às camuflagens do jogo no desenho.


É um daqueles gadgets bem para a pessoa que é fã de Snake/Big Boss, todo personalizado e inspirado no jogo. Além de tudo, é a prova d´água e seu design é confortável. Mais detalhes, aqui.

Informação: Engadget

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