Pedro Zambarda de Araújo

Os melhores nomes para jogos de videogame, segundo a GameFAQs

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 25-07-2011

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Ok, a premissa dessa lista da GameFAQs é bobinha, e se trata apenas de opinião pessoal. No entanto, é bem interessante notar que alguns designers de games capricham na escolha dos nomes para os jogos. Vamos conferir uma seleção de 10 nomes favoritos pelo site e especular sobre a possível (e impossível) criatividade de seus autores.

1. Doom (PC)

Você pode até discordar que este seja um bom nome, mas “Condenado” – traduzindo literalmente – pode até servir como um nome sério para um jogo ou uma maneira brincalhona de dar um nome para uma franquia. O mais tradicional dos games de tiro em primeira pessoa tem um nome que é fácil de pegar, fácil de memorizar e bem sucinto.

Esse título encaixaria também em um jogo de terror. Também serviria para simbolizar a mantança entre minhocas armadas com bazucas, como ocorre com Worms Armageddon. Enfim, é uma palavrinha que agrada quase todos os gostos (exceto aquelas pessoas que preferem nomes mais fofinhos).

2. Dead or Alive (SAT)

Esse é um dos casos de nomes inusitados para jogos. Ou de jogos inusitados para seus nomes. Como o GameFAQs define bem, a sensação que você tem, sem ver o game, é que esse título é de algum enredo ambientado no velho oeste, western, com duelos de homens barbados.

O bizarro é que se trata justamente do contrário. 90% dos personagens desse jogo de luta são mulheres com seios avantajados lutando em praias para os marmanjos ficarem de olho. Sendo um dos filhos bastardos da série Tekken, o propósito de DoA é ser apelativo mesmo, e com um título estiloso, que também serve pra qualquer tipo de game (pensando melhor, agora).

3. Devil May Cry (PS2)

Diabos não choram. Ou deveriam não chorar. Mas o protagonista Dante, com sua espada e suas duas pistolas em alta velocidade, consegue fazer os diabretes tremerem de medo.

O título está diretamente ligado ao enredo, mas o ponto positivo para o designer de games que deu esse nome é brincar com um personagem (diabo) que normalmente não toma determinada ação (chorar). E com esse aparente paradoxo, a série recebeu um ótimo nome.

4. Resident Evil (PS)

O site GameFAQs diz que o nome japonês da franquia, Biohazard, soa melhor. Talvez seja verdade, mas me parece um nome clichê para filme de terror. Resident Evil fazia mais sentido no primeiro título da série: Você entrava em uma mansão, dormia lá e enfrentava zumbis.

Isso, de fato, era uma “residência do mal” – traduzindo literalmente. Mas o nome da série perdeu completamente o sentido quando você começou a matar zumbis em área urbana, na Espanha e até na savana africana. Um nome datado.

5. Half-Life (PC)

“Meia vida” lembra aquela ideia de material que ainda está radioativo e quanto tempo leva para a ele perder sua radiação. Esse mesmo nome também lembra que seu personagem no game tem menos chances de sobreviver se estiver ferido.

O GameFAQs levanta a pergunta: O que essas definições tem a ver com um game de um doutor que enfrenta aliens e monstros de todo tipo em um tiroteio em primeira pessoa? Sei lá. Acho que essa é a graça do nome.

6. Sexy Parodius (SAT)

“Paródia sexy” é um nome tão tosco, sem noção e sem sentido que parece funcionar muito bem em uma série pouco conhecida da Konami, um shooter mais colorido para sua categoria. Um jogo de tiro para todo tipo de público.

7. EarthBound (SNES)

O nome original desse jogo era MOTHER 2. “Preso à terra” é um nome bem mais “pé-no-chão” pra esse game.

8. Donkey Kong (ARC)

King Kong? Shigeru Miyamoto fez uma cópia desse gorilão que conquistou os cinemas norte-americanos em seu game, mas dando um nome diferente para ele: Donkey. O significado dessa palavra é “bobo”.

E, no final das contas, o personagem é isso mesmo. Mesmo ele sendo vilão do game.

9. Call of Duty (PC)

Acho esse nome meio óbvio para estar nesta lista, mas “Chamado para o Dever” soa mesmo com um título para um jogo de guerra.

10. Parasite Eve (PS)

“Nascimento do parasita” para um jogo que mistura terror e RPG parece um título bem apropriado. Mas, além disso, que é óbvio, Parasite Eve simplesmente soa bem. É um daqueles nomes simples que a gente sempre quis dar pra alguma coisa. Pra um jogo de videogame, funciona.

Pedro Zambarda de Araújo

A sincronia dos saves e a coleção HD de Metal Gear Solid

Categoria(s): (Games, Nerd, News) por Pedro Zambarda de Araújo em 21-07-2011

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Kojima Productions e Konami vão lançar Metal Gear Solid HD Collection para Xbox 360 e PlayStation 3. A coleção reúne os jogos Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, Metal Gear Solid 3: Snake Eater e Metal Gear Solid: Peace Walker. Dos três jogos, os dois primeiros eram do PlayStation 2 e o último, do PSP. Adivinha qual deles veio com inovação? O último.

O próprio Hideo Kojima, criador e idealizador da série, disse que não apenas vai remodelar os episódios, mas vai “sincronizar seus saves”. O que isso significa na prática? Você vai poder usar um jogo salvado no PSP na versão dos novos consoles.

O real objetivo dessa transferência de dados não é aproveitar o PSP, mas sim o novo portátil da Sony, o PS Vita. E alguém tem dúvida que integração entre diferentes gadgets é o futuro?

Via TechTudo

Pedro Zambarda de Araújo

EGS volta ao Brasil em outubro deste ano, após hiato

Categoria(s): (Games, Nerd, News) por Pedro Zambarda de Araújo em 17-07-2011

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O Electronic Game Show, o EGS, completa 10 anos como um dos maiores eventos de games criados no México. O evento passou no Brasil em dois anos, 2004 e 2005, e se consagrou como uma grande feira voltada para os videogames. O EGS deve voltar ao Brasil nos dias 28, 28 e 30 de outubro, com as empresas Konami, Activision, Microsoft, Level UP, Square Enix e THQ confirmadas.

Evento vai ocorrer no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O ingresso para os três dias é 50 reais. Estudantes pagam meia. Novo evento interrompe um hiato de seis anos no Brasil

Via INFO

Pedro Zambarda de Araújo

Os 10 melhores vilões dos games de 2011 segundo a GameFAQs

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, News) por Pedro Zambarda de Araújo em 17-07-2011

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O RPG de Xbox 360 e PC saiu na frente de todos os jogos no site GameFAQs e elegeu o melhor vilão de 2011, o mais interessante de todos. Illusive Man, do Mass Effect 2, foi eleito o melhor por seu perfil misterioso, seu pulso com o grupo Cerberus e por seu extremismo pela raça humana. Em um ambiente bem “Star Trek”, um homem sem identidade clara e interpretado pelo ator consagrado Martin Sheen acabou conquistado os gamers do mundo todo.

Veja os outros vilões da lista:

1. The Illusive Man: Mass Effect 2 (X360)
2. The Templar Order: Assassin’s Creed (PS3)
3. The Boss: Metal Gear Solid 3: Snake Eater (PS2)
4. Kuja: Final Fantasy IX (PS)
5. Andrew Ryan: BioShock (X360)
6. Dr. Wallace Breen: Half-Life 2 (PC)
7. Revolver Ocelot: Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty (PS2)
8. Sarah Kerrigan: Starcraft: Brood War (PC)
9. Sin: Final Fantasy X (PS2)
10. The Architect: Dragon Age: Origins – Awakening (PS3)

A franquia Final Fantasy está bem representado pelos vilões Sin e Kuja, de jogos mais antigos, mas sem personagens consagrados como Sephiroth, do FFVII. Metal Gear conseguiu emplacar a mãe Boss e seu filho Ocelot no mesmo ranking. Jogos novos como BioShock entram com o personagem Andrew Ryan.

E ai, concorda com essa lista?

Pedro Zambarda de Araújo

Vale a pena comprar um 3DS para jogar The Legend of Zelda 3D?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 17-07-2011

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Entrei em uma Saraiva Megastore nesses dias e consegui conferir The Legend of Zelda: Ocarina Of Time 3D no novíssimo Nintendo 3DS, o novo portátil 3D da Big N. Para aqueles que ainda estão na dúvida se vale comprar o videogame de duas telas que pode ser ajustado para produzir três dimensões, seguem algumas dicas:

O 3D não muda nada no jogo em si

Ainda é o mesmo Link, lutando contra o mesmo Ganondorf e coletando os mesmos itens. A caneta do 3DS deixa o jogo mais dinâmico. O 3D mostra e abusa dos gráficos lindos do remake. Mas, na real, é o mesmo jogo. O bom é não precisar de óculos para visualizar esse avanço na parte gráfica.

O 3D cansa

Com a tela ajustado para três dimensões, você vê seu personagem em profundidade. No entanto, se você virar um pouco o rosto, a imagem duplica e perde o foco. A tendência é que você fique cansado jogando.

A bateria vai embora rápido

Com o 3D ligado, o portátil dura muito menos do que cinco horas. Isso é muito pouco. Essa durabilidade mínima acaba com a graça de jogos longos como Zelda.

Apesar dos problemas, os controles analógicos são úteis no jogo

A alavanca acima do direcional à esquerda movimenta o personagem Link mais suavemente do que controles convencionais. Os botões na parte direita também são confortáveis. Jogabilidade no 3DS funciona muito bem com esses remakes de jogos do Nintendo 64.

O preço ainda espanta

3DS sai por cerca de mil reais no Brasil. Gastar esse dinheiro em um console com jogos antigos ainda é temeroso. Não há novidades além de Zelda, Pilotwings e Metal Gear Solid. São mais jogos antigos refeitos para o 3D. Vale a pena?

Pedro Zambarda de Araújo

Final Fantasy VII, um autêntico épico cyberpunk. Ou seria eco-cyberpunk?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 17-07-2011

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Um anti-herói, ex-membro de uma elite militar, vive em uma cidade futurista fazendo atos de terrorismo contra a corporação que domina o mundo, a Shinra. Este é Cloud Strife (foto acima). Um herói de guerra, também membro da SOLDIER, encontra uma entidade alienígena e acredita que será Deus na Terra. Seu poder ameaça toda a raça humana. Este é Sephiroth (foto abaixo).

A corporação dominou o mundo com reatores chamados Mako, que sugam toda a energia vital da Terra, chamada pelos antigos de Gaia. A queda de um ser chamado Jenova dá início ao processo de destruição do planeta e você deve evitar que esse fim de mundo aconteça. Essa é uma história clássica dos videogames.

Final Fantasy VII é um jogo antigo, de 1997, e o primeiro em 3D da série. Mas, além desse avanço nos gráficos, o game tem seu principal triunfo na narrativa. Apesar de já existirem outros jogos futuristas na mesma época, esse é um dos primeiros a incorporar um enredo tipicamente cyberpunk, subgênero da ficção científica, nos títulos da franquia.

O Cyberpunk foi criado na literatura em 1984, com a publicação de Neuromancer, de William Gibson. A premissa das histórias desse gênero é simples: Muitas máquinas, muito pessimismo e homens lutando contra o controle das corporações.

Final Fantasy tem tudo isso e mais: O grupo de Cloud também deve lutar pela preservação do planeta contra os reatores Mako. Essa face do enredo é mais ecológica e dá toda uma riqueza para a história completa.

Vale jogar, mesmo com gráficos fracos em relação ao PlayStation 3, que é mais atual. Também vale assistir o filme baseado no game, chamado Final Fantasy VII: Advent Children. É um dos maiores clássicos dos videogames e um épico cyberpunk, certamente.

Pedro Zambarda de Araújo

Eu não tenho medo de spoilers. Em videogames

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 16-07-2011

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Na verdade, eu não tenho problema em saber nem o final de um filme. Mas, especificamente com videogames, os famosos spoilers – vazar fatos importantes antes que os eu descubra efetivamente – não altera minha experiência com os jogos.

Essa é uma opinião pessoal, mas no caso dos games, saber algo e vivenciar o fato são duas coisas completamente distintas. Num filme, saber o final pode acabar com a surpresa de não estar esperando por aquele desfecho. Nos games, saber o desfecho e não jogar é equivalente a não saber nada. Você não moveu seu personagem para derrotar o último chefe, passar a última barreira e enfrentar os riscos finais. Você só sabe “por cima” o que acontece num jogo.

Por isso é que eu leio textos sobre games sem medo nenhum que mencionem seus finais, assim como detonados e outras redações que reviram os jogos até seus maiores segredos. A experiência, em um jogo, é seu ponto fundamental, mesmo em videogames que não exigem jogabilidade.

Mas, claro, friso de novo: Isso é só uma opinião pessoal. Não dá pra ser favorável ao tipo de fã de games que fala spoilers meramente para deixar outros fãs chateados com revelações que eles não queriam saber. Se você não tem bom senso, é melhor evitar os spoilers.

Inspirado no texto do Ricardo Farah do TechTudo.

Pedro Zambarda de Araújo

Game ensina sobre consciência ambiental

Categoria(s): (Games, Rapidinhas) por Pedro Zambarda de Araújo em 13-07-2011

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Game diferente, feito com incentivo da Financiadora de Estudos e Projetos do governo federal (FINEP), Missão Triplo R ensina que uma mudança de hábitos pode trazer ensinamentos sobre consciência ambiental. Em tempos de desequilíbrio ecológico, a iniciativa do jogo é feliz em oferecer ao gamer a opção de mudar o cotidiano de um dos cinco avatares disponíveis, economizando nos recursos e salvando o planeta.

O objetivo principal é aprender a reduzir, reutilizar e reciclar – os três Rs do jogo. Dividido em cinco módulos – juvenil, mídia, privado, público e corporativo -, o game também tem o propósito de ensinar conceitos de economia junto com a lição de preservação ambiental para jovens. Bonitinho, a jogabilidade não parece complexa, com todos os comandos na tela.

O jogo pode não ser uma obra-prima da indústria dos videogames, mas é uma iniciativa nacional válida para promover educação ecológica.

Via EXAME e Ciclo Vivo.

Pedro Zambarda de Araújo

Box especial celebra 15 anos de Resident Evil

Categoria(s): (Games, Nerd, News) por Pedro Zambarda de Araújo em 13-07-2011

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Criado em 1996 por Shinji Mikami, Resident Evil fez sucesso com uma história de filme de terror B, personagens armados e zumbis que te perseguem ao longo do game. Hoje, 15 anos depois, a Capcom nos presenteia com um box especial, com todos os principais títulos da série.

A brincadeira custa 95 dólares na loja online japonesa, o que parece barato para o padrão brasileiro (se não fossem nossos impostos…). O kit inclui todos os jogos da série para PlayStation 3 – Resident Evil 2, 3 e Revival Selection -; além do Resident Evil Directors Cut para PS1 – compatível com PS3 -; CDs e as trilhas sonoras de Resident Evil 4 e Resident Evil Code: Veronica.

O box vem também com adesivos e broches temáticos. Coisa pra fã é coisa pra fã, não é mesmo?

Via INFO.

Pedro Zambarda de Araújo

Bikini Karate Babes 2 é o novo thrash dos jogos de luta

Categoria(s): (Bizarro, Games, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 13-07-2011

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Meninas de biquini para um jogo de porrada com um 3D tosco de fundo. Essa é a proposta de Bikini Karate Babes 2: Warriors of Elysia, game de PC lançado para download na internet.

O jogo lembra brincadeiras bizarras com o programa RPG Maker que as pessoas faziam no computador, modificando jogos de luta como Street Fighter, mas com um 3D um pouco mais evoluído e lutadoras engraçadas que se movem por fotografias (sim, elas não são modeladas graficamente. Bem tosco). Lembra vagamente Street Chaves.

Mas o jeitão do game – ou a proposta que os desenvolvedores tentaram passar – é algo entre Mortal Kombat, no visual, e Dead or Alive, nas garotas de biquini, pra apelar. O resultado é a bizarrice que você confere no vídeo abaixo.

Via TechTudo.

PS: A brincadeira, pelo menos, requer um PC modesto. Processador de 2.6 GHz e 1 GB de RAM rondam o joguinho numa boa