Pedro Zambarda de Araújo

Vale a pena comprar um 3DS para jogar The Legend of Zelda 3D?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 17-07-2011

Tags : ,

Entrei em uma Saraiva Megastore nesses dias e consegui conferir The Legend of Zelda: Ocarina Of Time 3D no novíssimo Nintendo 3DS, o novo portátil 3D da Big N. Para aqueles que ainda estão na dúvida se vale comprar o videogame de duas telas que pode ser ajustado para produzir três dimensões, seguem algumas dicas:

O 3D não muda nada no jogo em si

Ainda é o mesmo Link, lutando contra o mesmo Ganondorf e coletando os mesmos itens. A caneta do 3DS deixa o jogo mais dinâmico. O 3D mostra e abusa dos gráficos lindos do remake. Mas, na real, é o mesmo jogo. O bom é não precisar de óculos para visualizar esse avanço na parte gráfica.

O 3D cansa

Com a tela ajustado para três dimensões, você vê seu personagem em profundidade. No entanto, se você virar um pouco o rosto, a imagem duplica e perde o foco. A tendência é que você fique cansado jogando.

A bateria vai embora rápido

Com o 3D ligado, o portátil dura muito menos do que cinco horas. Isso é muito pouco. Essa durabilidade mínima acaba com a graça de jogos longos como Zelda.

Apesar dos problemas, os controles analógicos são úteis no jogo

A alavanca acima do direcional à esquerda movimenta o personagem Link mais suavemente do que controles convencionais. Os botões na parte direita também são confortáveis. Jogabilidade no 3DS funciona muito bem com esses remakes de jogos do Nintendo 64.

O preço ainda espanta

3DS sai por cerca de mil reais no Brasil. Gastar esse dinheiro em um console com jogos antigos ainda é temeroso. Não há novidades além de Zelda, Pilotwings e Metal Gear Solid. São mais jogos antigos refeitos para o 3D. Vale a pena?

Pedro Zambarda de Araújo

Bikini Karate Babes 2 é o novo thrash dos jogos de luta

Categoria(s): (Bizarro, Games, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 13-07-2011

Tags :


Meninas de biquini para um jogo de porrada com um 3D tosco de fundo. Essa é a proposta de Bikini Karate Babes 2: Warriors of Elysia, game de PC lançado para download na internet.

O jogo lembra brincadeiras bizarras com o programa RPG Maker que as pessoas faziam no computador, modificando jogos de luta como Street Fighter, mas com um 3D um pouco mais evoluído e lutadoras engraçadas que se movem por fotografias (sim, elas não são modeladas graficamente. Bem tosco). Lembra vagamente Street Chaves.

Mas o jeitão do game – ou a proposta que os desenvolvedores tentaram passar – é algo entre Mortal Kombat, no visual, e Dead or Alive, nas garotas de biquini, pra apelar. O resultado é a bizarrice que você confere no vídeo abaixo.

Via TechTudo.

PS: A brincadeira, pelo menos, requer um PC modesto. Processador de 2.6 GHz e 1 GB de RAM rondam o joguinho numa boa

Pedro Zambarda de Araújo

LudoBardo aborda narrativa por jogo

Categoria(s): (Games, Nerd, Rapidinhas, Review, Videocast) por Pedro Zambarda de Araújo em 06-02-2011

Tags : , ,



Arthur Protasio não ficou apenas nos conceitos teóricos de narratividade e resolveu aplicar esse estudo em um videocast sobre o game Far Cry 2, que ocorre na África, com mercenários em um cenário aberto. O shooter não decepciona e traz uma história que pode ser comparada ao filme Diamante de Sangue (2006).

Protasio faz cortes que realçam o tom do seu discurso e deixa a análise divertida. Confira, abaixo, o segundo episódio do videocast LudoBardo. E vamos discutir narratividade nos games, um assunto tão interessante quanto a programação e a arte envolvidas em jogos eletrônicos.

Pedro Zambarda de Araújo

Um videocast dedicado aos videogames

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 28-01-2011

Tags : , , , , , , , , ,



No melhor estilo de Felipe Neto ou PC Siqueira, o jovem Arthur Protasio, do blog Vagrant Bard, criou dois vídeos que explicam conceitos de narratividade nos games. Com base em livros como o norte-americano Extra Lives e Rules to Play, o rapaz simplesmente pegou uma câmera e começou a falar de seus jogos favoritos do ponto de vista das narrações Emergentes (os obstáculos nos games) e das Embutidas (a história fechada dentro dos jogos).

O método do rapaz em explicar conceitos de estudos e pesquisas facilita para o entendimento de jogos simples como Super Mario Bros. até a história complexa de Heavy Rain. Esperamos que ele continue com esse trabalho, que é melhor do que simplesmente falar sobre gráficos ou informações mais técnicas dos videogames. O programa LudoBardo, pelo visto, veio para tratar games como uma forma de arte, mesmo que seja específica.

Segue abaixo os dois episódios para degustação dos espectadores.

Agradecimentos ao Paulo Zambarda pela informação.

wiiarenerds

Drops Bola da Foca e Wii Are Nerds na Campus Party 2010

Categoria(s): (Nerd, Podcast, Rapidinhas, Review) por wiiarenerds em 03-02-2010

Tags : , , , , ,


Gravamos um pequeno podcast (Drops) na Campus Party dando um apanhado geral do que vimos no evento. Feito por Pedro Zambarda, editor dos dois blogs, às 23 horas do dia 29 de janeiro (sexta-feira),vocês podem ter noção da barulheira e do movimento que é a maior festa de tecnologia do Brasil.

Em breve teremos um novo Wii Are Nerds Podcast com entrevistas feitas no evento, mas esse fica pra próxima. Se você tiver alguma dúvida/reclamação/elogio/xingamento, mande e-mail para boladafoca@gmail.com.

ERRAMOS: Palestra do Jovem Nerd foi na terça-feira, não segunda, conforme mencionado no cast.


Link pro post no outro blog.

Pedro Zambarda de Araújo

Todos pelo Um

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Retro-Games, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 09-01-2010

Tags : , , , , ,



Para os fãs de RTS, os famosos joguinhos “estilo Age of Empires”, o WAN trouxe uma resenha de um clássico fundamental para sua coleção. The Lord of the Rings: The Battle For Middle Earth é um clássico da Electronic Arts, lançado no final de 2004, que não pode faltar em sua coleção de jogos para PC e Xbox360.

Com o pacote de expansão The Battle for Middle Earth II: Rise of the Witch-king, você ganhará diversão extra por horas, seja jogando na internet, contra o computador ou nas campanhas, tanto defendendo Sauron quanto a aliança das demais raças contra o Um Anel. Todos os eventos dos jogos se passam e são inspirados no filme Senhor dos Anéis.

Leia todo o conteúdo desse post »

GuZ

A indústria pornô e os games.

Categoria(s): (Artigo, Bizarro, Nerd, Retro-Games, Review) por GuZ em 20-12-2009

Tags : , , ,

image

Desde que foi fundada, a Nintendo tem um propósito de criar vídeo games para crianças, jovens e adultos de uma forma que não ofenda ou prejudique ninguém, tanto que para isso ela criou um videogame que pode ser controlado sem aqueles inúmeros botões que existem (e que dá nome pra este blog!). A Sega concordou com a Nintendo…

Mas, se você pensa que os videogames sempre foram inocentes assim, está muito enganado. O Pai dos vídeo-games, ATARI, já tinha jogos, digamos, não adequados para menores:

ATENÇÃO : 18+ #NSFW.

Leia todo o conteúdo desse post »

thiago.dias

Uncharted: Drake’s Fortune

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por thiago.dias em 22-10-2009

Tags : , , ,

Nunca despreze a origem

A coisa mais comum no mundo dos games é abraçar o novo. Quando uma seqüência de um jogo é lançada, prontamente a versão original é esquecida, renegada ao fundo da sua gaveta. A desculpa em geral é uma só, embora possam haver mais fatores: gráficos melhorados. No entanto, existem as exceções. Jogos que não só podem como devem ser aproveitados mesmo depois de suas seqüências lançadas.

Uncharted 2: Among the thieves foi lançado no último dia 13 nos EUA. As críticas (tanto lá quanto aqui) foram arrasadoras. Não foram poucos os que classificaram a seqüência como um dos melhores dessa geração, talvez o melhor do PS3. Enfim, se é ou não, é outra história. O ponto é que, mesmo assim, amigo…você deve jogar Uncharted: Drake’s Fortune.

Uncharted, agora oficialmente uma franquia, é daquelas que se baseia muito mais em sua história do que em pontos técnicos. Não que eles sejam fracos, pelo contrário, são fabulosos. No entanto, eles apenas servem como utensílios para nos conduzir pelo game e aproveitarmos sua real qualidade: as histórias e os personagens, com a clara intenção de deixar tudo cinematográfico. Não é algo novo nos games, pelo contrário, mas Uncharted é um dos primeiros que consegue tal feito através de um roteiro “leve”.

Quem não gosta de uma boa história de aventura? Ainda mais com um grande personagem? Nathan Drake é provavelmente o caçador de tesouros mais carismático que surgiu na ficção desde o próprio Indiana Jones. E não é só ele, todo o cast é montado explorando todos os clichês das grandes histórias de aventuras. E veja bem, clichê no bom sentido. São personagens que cativam, bem construídos e bem interpretados. As dublagens são um show a parte, seja em inglês ou português (de Portugal).

O roteiro é escrito de uma forma tão concreta e limpa, que realmente passamos a nos interessar pelo rumo daquela história, algo diferente do que ocorre por exemplo nos últimos episódios de franquias como Resident Evil. História legalzinha, divertida, só que apenas mais do mesmo e sem novidades. Drake’s Fortune pode até ser (um pouco) previsível, mas como envolve! E é isto que muitos perderão se seguirem direto para o segundo volume. Ou melhor..corra para a seqüência, mas aproveite e leve junto o primeiro game.

Matheus TUX

Need for Speed Shift Review

Categoria(s): (Games, Review) por Matheus TUX em 14-10-2009

Tags : , ,

Jogos de corrida por ai está cheio e a EA sabe disso. Após as duas últimas tentativas não muito bem sucedidas (NFS ProStreet de 2007 e NFS Undercover de 2008) vejo que ainda há uma saída!

need_for_speed_logo

O game lançado em 17 de setembro, desenvolvido pela Slightly Mad Studios e distribuido pela EA, superou as minhas expectativas. O título, dado pelo ato da troca das marchas, tem uma idéia diferente do último.

Visão padrão de jogo:

need_for_speed_porsche_cockpit

A visão padrão de jogo é do interior do carro, que é excelente por sinal, conseguiu reacender a chama do NFS 2 “SE” , que ná época exigia uma placa grafica de 2 MB (sim é isso mesmo! prrecisei aumentar de 1 MB para 2 na época) e era excelente!

O jogo começa com um test drive, para dimensionar o nível que você está e assim ele liga os assistentes automaticamente, que podem ser ajustados posteriormente. Além deles há linhas na pista que alternam entre verde, amarelo e vermelho… auto indicativas de: pé na tábua, solte o acelerador e freeeia!

Jogando, você vai evoluindo os níveis de piloto, que vai de 0 a 50. Atualmente estou no 20, mas é bem demorado. As corridas incluem um modo misto, disputa de melhor tempo e drifts.

Mais algumas fotos:

need_for_speed_end

need_for_speed_game

A foto abaixo é do Pagani Zonda (de longe o melhor do jogo!) a 319 por hora! Reparem a perfeição, o blur embassado do painel em alta velocidade:

img4

De modo geral, o jogo é empolgante, muito viciante e vale a pena! Como disse anteriormente, você “evolui” do nivel 1 até o 50. Atualmente estou no nivel 21. Os carros são separados pelos tiers, que vão do 1 ao 4, o que vai mudando é a pontuação e, consequentemente, a performance de cada carro, que também possuem uma nota, a medida que você vai “tunando” o danado. O máximo que vi até agora é o ultra level 20 do Pagani Zonda.

Alguns dos carros do jogo: Bugatti Veyron, Mercedes-Benz SLR McLaren, Pagani Zonda, Corvette Z06, Ford GT, Honda Civic SI (sonho de consumo), Mazda RX-7,BMW M3 GT2. No total são 72 carros separados pelas categorias, e os clasisficados como drift cars.

A sound-track também é bem legal, e nos drifts rola até um funk pesado (Te Convierto, Mala Rodriguez) empolga! Link da musica

Plataformas: PC, Xbox 360, PS3 e PSP
Requisitos mínimos: Windows XP/Vista/7, Processador Intel Core 2 Duo 1.6 GHz ou superior, 1 GB de memória RAM para Windows XP e 1.5 GB para Windows Vista, 6 GB de espaço livre em disco, placa de vídeo de 256 MB com suporte para Pixel Shader 3.0, DirectX 9.0c ou superior.
Aqui em casa, rodei com o Windows 7 normalmente, com todos os gráficos no máximo sem maiores problemas.
Minha configuração:
MB Asus P5k-SE, Core2Quad Q6600, Geforce 8800 GS, 2 Gb de ram.

Naftali

AudioSurf: A nova onda dos jogos musicais

Categoria(s): (Games, Review) por Naftali em 12-10-2009

Tags : , , , ,

audiosurf

AudioSurf é um dos típicos jogos que você não dá a mínima a primeira vez que o vê, mas depois que o joga não quer mais largar. Já vi várias vezes anúncios no Steam sobre o jogo, mas nunca tive vontade de saber como o jogo realmente era. Até que um dia o mesmo estava em promoção, então decidi a, pelo menos, baixar a versão demo.

Não me arrependi da escolha. O jogo é muito bom, com uma ideia sensacional muito bem implementada. A esse ponto, se você ainda não o conhece, deve estar se perguntando do que se trata o jogo.

AudioSurf é basicamente uma espécie de Guitar Hero (no modo mais simplório) só que com alguns aspectos que fazem toda a diferença.

Primeiro, você pode jogar com qualquer música que você já tenha no seu computador. Isso mesmo, QUALQUER música. Não precisa ficar restrito a lista de músicas imposta pela criadora do jogo e também não a comunidades independentes que fazem as músicas para o jogo como acontece em Frets on Fire.

A segunda diferença é que você não aperta os botões como uma guitarra, bateria, ou baixo, mas navega com sua nave super futurista por uma estrada cheias de blocos coloridos.

E isso nos traz para a terceira e maior diferença. Não basta apenas pegar os blocos quando a nave passa por eles, mas você precisa fazer as cores se encaixarem, lembrando vagamente o Tetris. Assim que você juntar 3 blocos ou mais, eles sumirão do cenário e darão espaço para outros blocos, somando assim seus pontos.

Agora, você pode também estar se perguntando se o jogo se resume apenas a juntar os blocos como um Tetris modificado, qual é o ponto de se escolher uma música. Mas é aí que entra o ponto principal. O ritmo do jogo e o lugar onde os blocos aparecerão depende exclusivamente da música. Se você escolher uma música rápida e frenética, o jogo será igualmente rápido e frenético. Por outro lado, uma música calma transformará o jogo em algo casual e um passatempo divertido.

Além disso, a “estrada” tem subidas e descidas de acordo com as batidas da música. Por exemplo, se você jogar uma música com muitas batidas, parecerá que está jogando em uma estrada cheia de lombadas. E a forma como os blocos soam quando tocados, segue exatamente o ritmo da música. É isso que difere AudioSurf de todos os outros jogos musicais que você já viu.

O jogo ainda possui 3 dificuldades com vários tipos de naves e suas habilidades. Existem naves que apagam blocos, outros que seguram blocos para serem usados depois, e por aí vai. A diversão é bem grande.

Ainda existe a possibilidade de jogar com duas pessoas, uma no teclado e outra no mouse (se você tiver, poderá usar também o seu controle do XBOX 360 para PC).

Agora, se você acha muito difícil ficar pegando blocos de várias cores diferentes e organizá-los de forma que criem uma sequência, você ainda pode jogar no modo Mono, onde apenas uma cor é necessária de ser pega e a outra (cinza) você apenas desvia.

Abaixo segue um vídeo de mim, jogando “Just Dance” da Lady GaGa no modo Mono Pro.

Resumindo, AudioSurf é um ótimo jogo para você passar o tempo e também para se divertir com alguém. Ou até mesmo para zoar seu amigo, por você ter feito mais pontos que ele em tal música (sim, os pontos ficam registrados online em um ranking). Abaixo, mais alguns exemplos.

System of a Down – Chop Suey

Rick Astley – Never Gonna Give You Up