Pedro Zambarda de Araújo

Luigi’s Mansion: Dark Moon – testei o jogo exclusivo do 3DS com o irmão de Mario

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 26-03-2013

O game Luigi’s Mansion: Dark Moon foi anunciado nesta terça-feira (26) em São Paulo, exclusivamente para o portátil da Nintendo 3DS, pelo preço de R$ 149. O jogo é de ação e aventura com o irmão mais novo de Mario, o encanador verde Luigi. O herói é teletransportado pelo Professor E. Gadd para explorar cinco mansões mal-assombradas, capturando fantasmas com um limpador à vácuo chamado Poltergust 5000.

Luigi’s Mansion teve direção de Bryce Holliday e produção de Shigeru Myiamoto, o criador de Zelda. No Japão, o jogo foi lançado no dia 20 de março. Nos Estados Unidos, o game chegou nas prateleiras no dia 24 do mesmo mês. No Brasil, o game conhecido como Luigi’s Mansion 2 chegou nas lojas no mesmo dia que nos EUA, quatro dias depois da estreia japonesa.

O personagem principal do game, Luigi, não imita o jeito de seu irmão Mario no game. Ele não é corajoso e tem um jeito mais atrapalhado de lidar com os inimigos ao correr e entrar em pâncio. A Nintendo conseguiu dar personalidade a um personagem que era apenas coadjuvante de seus jogos antigos.

O jogo está disponível nos modos singleplayer e multiplayer. O game foi criado mais de 10 anos depois do primeiro Luigi’s Mansion, de 2011. O blog Wii Are Nerds teve acesso ao game diretamente com a Nintendo e relata suas impressões.

Primeiras impressões

O game do Luigi é mais sobre exploração e menos sobre capturar fantasmas nas mansões. Com seu aspirador sugador de almas, você também recolhe moedas, chaves para abrir portas trancadas e dinheiro. A mecânica é como Super Mario Bros, mas muitas moedas estão escondidas atrás de toalhas, embaixo de tapetes e atrás de paredes falsas. Os fantasmas variam de cor: Verdes são mais fracos, Vermelhos são mais fortes e Azuis se escondem melhor.

O persomagem deve utilizar o aspirador Poltergust 5000 para cima e para baixo, em lustres e gavetas em estantes. Itens escondidos podem estar ali. O uso da lanterna paralisa fantasmas. Luz negra revela locais ocultos. Luigi também pode andar sorrateiramente ou pode correr, fugindo de cavaleiros assombrados e outros inimigos. A mecânica do jogo é essencialmente a de um puzzle.

No multiplayer, a experiência fica ainda mais divertida. Você deve passar pelo menos cinco andares de uma mansão com até quatro jogadores. Os modos de multiplos jogadores são: Hunter Mode, em que você caça fantasmas; Rush Mode, em que você deve achar a saída; e Potterpup, em que você deve encontrar e capturar o cachorrinho fantasma.

Com as setas do Nintendo 3DS, você pode pedir ajuda e agradecer os demais jogadores. A exploração é praticamente toda através do controle analógico.

O jogo funciona com a tecnologia 3D do portátil, que aumenta a imersão nos ajustes de 50% e 100%. A sensação de jogá-lo em três dimensões é quase como se você fosse jogado para dentro de Mario 64, mas com detalhes no cenário que não seriam possíveis na época do Nintendo 64.

Os contras do game

No modo singleplayer, o jogo demora até o final do primeiro estágio para aparecer um inimigo. Ele começa essencialmente como um quebra-cabeça, forçando o jogador a entender os comandos antes de enfrentar as assombrações. As fases também tem similaridades no hall de entrada das mansões, parecendo iguais no começo.

Os defeitos são poucos e eles são ofuscados pelo multiplayer e pela variedade de fantasmas no game – tem até a alma de um cachorrinho -, além dos detalhes no cenário, que ultrapassam bastante o nível dos gráficos do Nintendo Wii.

Este teste de game foi escrito com um teste por convite da Nintendo, mas a empresa não influenciou no texto.

Fotos: A primeira é de divulgação e as demais, de Pedro Zambarda

Pedro Zambarda de Araújo

Primeiras impressões do novo portátil da Sony, o PSVita

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 01-04-2012

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Tive a oportunidade, neste final de semana, de visitar a Game World 2012, organizada pela Tambor e voltada para mostrar alguns lançamentos e as empresas interessadas no Brasil. Entre palestras sobre a Live do Xbox 360 em terras tupiniquins e partidas de luta no Street Fighter X Tekken, eu botei as mãos no PSVita, o portátil da Sony que chegou ao nosso país neste ano.

Com o aparelho em mãos, a primeira coisa que impressiona é o peso de 260 gramas. Ele é largo, com uma tela OLED maior do que a do iPhone, e se mostra como um gadget com a potência de PlayStation 3 e um estilo muito próximo dos smartphones que são tendência no mercado de tecnologia. A espessura em quase dois centímetros também ajuda a aumentar essa sensação de leveza ao mexer no portátil.

O concorrente do 3DS tem jogos que atraem qualquer gamer hardcore, porque eu consegui testar Uncharted: Golden Abyss, Fifa e Unit 13 e ficar mais de uma hora concentrado neles, sem cansar muito. A proposta do aparelho parece ser atrair a atenção de forma mais prolongada se comparado com jogos de celular e games casuais.

Os três jogos conseguem prender qualquer um que queira uma experiência com gráficos de alta resolução. Uncharted é recheado de boas animações, além de utilizar vários elementos do cenário em que seu herói corre e pula. Unit 13, além de ser um game de tiro frenético, abusou de recursos com a tela de toque do PSVita, melhorando os comandos que só seriam possíveis nos botões do PSP, o primeiro portátil da Sony.

Por fim, Fifa me impressionou. Superficialmente, parece um jogo de futebol normal no pequeno videogame. Na prática, você pode fazer chutes mais certeiros com seus jogadores usando o touchpad traseiro do PSVita, uma superfície rugosa na parte de trás do aparelhinho. Para chutar no canto do gol, basta tocar a área que você deseja acertar e segurar alguns instantes para dar força no comando. Esses complementos transformam a jogabilidade em uma experiência mais completa, mesmo que o Vita ainda seja um aparelho com botões convencionais.

Pontos negativos do PSVita: Um botão minúsculo para o Pause, no canto direito, abaixo, além de loadings demorados para abrir os games. O touchpad, embora ajude em algumas partes de Fifa, pode atrapalhar se você segura o portátil com os dedos na traseira, e não na lateral. Mesmo com esses problemas, o menu do portátil é simples de mexer e o jogador pode aproveitar todo o potencial do aparelho por horas, imerso em jogos com a melhor qualidade gráfica do mercado atualmente.

Pedro Zambarda de Araújo

Vale a pena comprar um 3DS para jogar The Legend of Zelda 3D?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 17-07-2011

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Entrei em uma Saraiva Megastore nesses dias e consegui conferir The Legend of Zelda: Ocarina Of Time 3D no novíssimo Nintendo 3DS, o novo portátil 3D da Big N. Para aqueles que ainda estão na dúvida se vale comprar o videogame de duas telas que pode ser ajustado para produzir três dimensões, seguem algumas dicas:

O 3D não muda nada no jogo em si

Ainda é o mesmo Link, lutando contra o mesmo Ganondorf e coletando os mesmos itens. A caneta do 3DS deixa o jogo mais dinâmico. O 3D mostra e abusa dos gráficos lindos do remake. Mas, na real, é o mesmo jogo. O bom é não precisar de óculos para visualizar esse avanço na parte gráfica.

O 3D cansa

Com a tela ajustado para três dimensões, você vê seu personagem em profundidade. No entanto, se você virar um pouco o rosto, a imagem duplica e perde o foco. A tendência é que você fique cansado jogando.

A bateria vai embora rápido

Com o 3D ligado, o portátil dura muito menos do que cinco horas. Isso é muito pouco. Essa durabilidade mínima acaba com a graça de jogos longos como Zelda.

Apesar dos problemas, os controles analógicos são úteis no jogo

A alavanca acima do direcional à esquerda movimenta o personagem Link mais suavemente do que controles convencionais. Os botões na parte direita também são confortáveis. Jogabilidade no 3DS funciona muito bem com esses remakes de jogos do Nintendo 64.

O preço ainda espanta

3DS sai por cerca de mil reais no Brasil. Gastar esse dinheiro em um console com jogos antigos ainda é temeroso. Não há novidades além de Zelda, Pilotwings e Metal Gear Solid. São mais jogos antigos refeitos para o 3D. Vale a pena?

Pedro Zambarda de Araújo

Bikini Karate Babes 2 é o novo thrash dos jogos de luta

Categoria(s): (Bizarro, Games, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 13-07-2011

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Meninas de biquini para um jogo de porrada com um 3D tosco de fundo. Essa é a proposta de Bikini Karate Babes 2: Warriors of Elysia, game de PC lançado para download na internet.

O jogo lembra brincadeiras bizarras com o programa RPG Maker que as pessoas faziam no computador, modificando jogos de luta como Street Fighter, mas com um 3D um pouco mais evoluído e lutadoras engraçadas que se movem por fotografias (sim, elas não são modeladas graficamente. Bem tosco). Lembra vagamente Street Chaves.

Mas o jeitão do game – ou a proposta que os desenvolvedores tentaram passar – é algo entre Mortal Kombat, no visual, e Dead or Alive, nas garotas de biquini, pra apelar. O resultado é a bizarrice que você confere no vídeo abaixo.

Via TechTudo.

PS: A brincadeira, pelo menos, requer um PC modesto. Processador de 2.6 GHz e 1 GB de RAM rondam o joguinho numa boa

Pedro Zambarda de Araújo

LudoBardo aborda narrativa por jogo

Categoria(s): (Games, Nerd, Rapidinhas, Review, Videocast) por Pedro Zambarda de Araújo em 06-02-2011

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Arthur Protasio não ficou apenas nos conceitos teóricos de narratividade e resolveu aplicar esse estudo em um videocast sobre o game Far Cry 2, que ocorre na África, com mercenários em um cenário aberto. O shooter não decepciona e traz uma história que pode ser comparada ao filme Diamante de Sangue (2006).

Protasio faz cortes que realçam o tom do seu discurso e deixa a análise divertida. Confira, abaixo, o segundo episódio do videocast LudoBardo. E vamos discutir narratividade nos games, um assunto tão interessante quanto a programação e a arte envolvidas em jogos eletrônicos.

Pedro Zambarda de Araújo

Um videocast dedicado aos videogames

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 28-01-2011

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No melhor estilo de Felipe Neto ou PC Siqueira, o jovem Arthur Protasio, do blog Vagrant Bard, criou dois vídeos que explicam conceitos de narratividade nos games. Com base em livros como o norte-americano Extra Lives e Rules to Play, o rapaz simplesmente pegou uma câmera e começou a falar de seus jogos favoritos do ponto de vista das narrações Emergentes (os obstáculos nos games) e das Embutidas (a história fechada dentro dos jogos).

O método do rapaz em explicar conceitos de estudos e pesquisas facilita para o entendimento de jogos simples como Super Mario Bros. até a história complexa de Heavy Rain. Esperamos que ele continue com esse trabalho, que é melhor do que simplesmente falar sobre gráficos ou informações mais técnicas dos videogames. O programa LudoBardo, pelo visto, veio para tratar games como uma forma de arte, mesmo que seja específica.

Segue abaixo os dois episódios para degustação dos espectadores.

Agradecimentos ao Paulo Zambarda pela informação.

wiiarenerds

Drops Bola da Foca e Wii Are Nerds na Campus Party 2010

Categoria(s): (Nerd, Podcast, Rapidinhas, Review) por wiiarenerds em 03-02-2010

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Gravamos um pequeno podcast (Drops) na Campus Party dando um apanhado geral do que vimos no evento. Feito por Pedro Zambarda, editor dos dois blogs, às 23 horas do dia 29 de janeiro (sexta-feira),vocês podem ter noção da barulheira e do movimento que é a maior festa de tecnologia do Brasil.

Em breve teremos um novo Wii Are Nerds Podcast com entrevistas feitas no evento, mas esse fica pra próxima. Se você tiver alguma dúvida/reclamação/elogio/xingamento, mande e-mail para boladafoca@gmail.com.

ERRAMOS: Palestra do Jovem Nerd foi na terça-feira, não segunda, conforme mencionado no cast.


Link pro post no outro blog.

Pedro Zambarda de Araújo

Todos pelo Um

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Retro-Games, Review) por Pedro Zambarda de Araújo em 09-01-2010

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Para os fãs de RTS, os famosos joguinhos “estilo Age of Empires”, o WAN trouxe uma resenha de um clássico fundamental para sua coleção. The Lord of the Rings: The Battle For Middle Earth é um clássico da Electronic Arts, lançado no final de 2004, que não pode faltar em sua coleção de jogos para PC e Xbox360.

Com o pacote de expansão The Battle for Middle Earth II: Rise of the Witch-king, você ganhará diversão extra por horas, seja jogando na internet, contra o computador ou nas campanhas, tanto defendendo Sauron quanto a aliança das demais raças contra o Um Anel. Todos os eventos dos jogos se passam e são inspirados no filme Senhor dos Anéis.

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GuZ

A indústria pornô e os games.

Categoria(s): (Artigo, Bizarro, Nerd, Retro-Games, Review) por GuZ em 20-12-2009

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Desde que foi fundada, a Nintendo tem um propósito de criar vídeo games para crianças, jovens e adultos de uma forma que não ofenda ou prejudique ninguém, tanto que para isso ela criou um videogame que pode ser controlado sem aqueles inúmeros botões que existem (e que dá nome pra este blog!). A Sega concordou com a Nintendo…

Mas, se você pensa que os videogames sempre foram inocentes assim, está muito enganado. O Pai dos vídeo-games, ATARI, já tinha jogos, digamos, não adequados para menores:

ATENÇÃO : 18+ #NSFW.

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thiago.dias

Uncharted: Drake’s Fortune

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por thiago.dias em 22-10-2009

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Nunca despreze a origem

A coisa mais comum no mundo dos games é abraçar o novo. Quando uma seqüência de um jogo é lançada, prontamente a versão original é esquecida, renegada ao fundo da sua gaveta. A desculpa em geral é uma só, embora possam haver mais fatores: gráficos melhorados. No entanto, existem as exceções. Jogos que não só podem como devem ser aproveitados mesmo depois de suas seqüências lançadas.

Uncharted 2: Among the thieves foi lançado no último dia 13 nos EUA. As críticas (tanto lá quanto aqui) foram arrasadoras. Não foram poucos os que classificaram a seqüência como um dos melhores dessa geração, talvez o melhor do PS3. Enfim, se é ou não, é outra história. O ponto é que, mesmo assim, amigo…você deve jogar Uncharted: Drake’s Fortune.

Uncharted, agora oficialmente uma franquia, é daquelas que se baseia muito mais em sua história do que em pontos técnicos. Não que eles sejam fracos, pelo contrário, são fabulosos. No entanto, eles apenas servem como utensílios para nos conduzir pelo game e aproveitarmos sua real qualidade: as histórias e os personagens, com a clara intenção de deixar tudo cinematográfico. Não é algo novo nos games, pelo contrário, mas Uncharted é um dos primeiros que consegue tal feito através de um roteiro “leve”.

Quem não gosta de uma boa história de aventura? Ainda mais com um grande personagem? Nathan Drake é provavelmente o caçador de tesouros mais carismático que surgiu na ficção desde o próprio Indiana Jones. E não é só ele, todo o cast é montado explorando todos os clichês das grandes histórias de aventuras. E veja bem, clichê no bom sentido. São personagens que cativam, bem construídos e bem interpretados. As dublagens são um show a parte, seja em inglês ou português (de Portugal).

O roteiro é escrito de uma forma tão concreta e limpa, que realmente passamos a nos interessar pelo rumo daquela história, algo diferente do que ocorre por exemplo nos últimos episódios de franquias como Resident Evil. História legalzinha, divertida, só que apenas mais do mesmo e sem novidades. Drake’s Fortune pode até ser (um pouco) previsível, mas como envolve! E é isto que muitos perderão se seguirem direto para o segundo volume. Ou melhor..corra para a seqüência, mas aproveite e leve junto o primeiro game.