wiiarenerds

Drops Bola da Foca e Wii Are Nerds na Campus Party 2010

Categoria(s): (Nerd, Podcast, Rapidinhas, Review) por wiiarenerds em 03-02-2010

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Gravamos um pequeno podcast (Drops) na Campus Party dando um apanhado geral do que vimos no evento. Feito por Pedro Zambarda, editor dos dois blogs, às 23 horas do dia 29 de janeiro (sexta-feira),vocês podem ter noção da barulheira e do movimento que é a maior festa de tecnologia do Brasil.

Em breve teremos um novo Wii Are Nerds Podcast com entrevistas feitas no evento, mas esse fica pra próxima. Se você tiver alguma dúvida/reclamação/elogio/xingamento, mande e-mail para boladafoca@gmail.com.

ERRAMOS: Palestra do Jovem Nerd foi na terça-feira, não segunda, conforme mencionado no cast.

 
icon for podpress  Drops Bola da Foca WANCast Campus Party 2010: Play Now | Play in Popup | Download (71)

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pedroZ

Todos pelo Um

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, Retro-Games, Review) por pedroZ em 09-01-2010

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Para os fãs de RTS, os famosos joguinhos “estilo Age of Empires”, o WAN trouxe uma resenha de um clássico fundamental para sua coleção. The Lord of the Rings: The Battle For Middle Earth é um clássico da Electronic Arts, lançado no final de 2004, que não pode faltar em sua coleção de jogos para PC e Xbox360.

Com o pacote de expansão The Battle for Middle Earth II: Rise of the Witch-king, você ganhará diversão extra por horas, seja jogando na internet, contra o computador ou nas campanhas, tanto defendendo Sauron quanto a aliança das demais raças contra o Um Anel. Todos os eventos dos jogos se passam e são inspirados no filme Senhor dos Anéis.

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GuZ

A indústria pornô e os games.

Categoria(s): (Artigo, Bizarro, Nerd, Retro-Games, Review) por GuZ em 20-12-2009

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Desde que foi fundada, a Nintendo tem um propósito de criar vídeo games para crianças, jovens e adultos de uma forma que não ofenda ou prejudique ninguém, tanto que para isso ela criou um videogame que pode ser controlado sem aqueles inúmeros botões que existem (e que dá nome pra este blog!). A Sega concordou com a Nintendo…

Mas, se você pensa que os videogames sempre foram inocentes assim, está muito enganado. O Pai dos vídeo-games, ATARI, já tinha jogos, digamos, não adequados para menores:

ATENÇÃO : 18+ #NSFW.

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thiago.dias

Uncharted: Drake’s Fortune

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por thiago.dias em 22-10-2009

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Nunca despreze a origem

A coisa mais comum no mundo dos games é abraçar o novo. Quando uma seqüência de um jogo é lançada, prontamente a versão original é esquecida, renegada ao fundo da sua gaveta. A desculpa em geral é uma só, embora possam haver mais fatores: gráficos melhorados. No entanto, existem as exceções. Jogos que não só podem como devem ser aproveitados mesmo depois de suas seqüências lançadas.

Uncharted 2: Among the thieves foi lançado no último dia 13 nos EUA. As críticas (tanto lá quanto aqui) foram arrasadoras. Não foram poucos os que classificaram a seqüência como um dos melhores dessa geração, talvez o melhor do PS3. Enfim, se é ou não, é outra história. O ponto é que, mesmo assim, amigo…você deve jogar Uncharted: Drake’s Fortune.

Uncharted, agora oficialmente uma franquia, é daquelas que se baseia muito mais em sua história do que em pontos técnicos. Não que eles sejam fracos, pelo contrário, são fabulosos. No entanto, eles apenas servem como utensílios para nos conduzir pelo game e aproveitarmos sua real qualidade: as histórias e os personagens, com a clara intenção de deixar tudo cinematográfico. Não é algo novo nos games, pelo contrário, mas Uncharted é um dos primeiros que consegue tal feito através de um roteiro “leve”.

Quem não gosta de uma boa história de aventura? Ainda mais com um grande personagem? Nathan Drake é provavelmente o caçador de tesouros mais carismático que surgiu na ficção desde o próprio Indiana Jones. E não é só ele, todo o cast é montado explorando todos os clichês das grandes histórias de aventuras. E veja bem, clichê no bom sentido. São personagens que cativam, bem construídos e bem interpretados. As dublagens são um show a parte, seja em inglês ou português (de Portugal).

O roteiro é escrito de uma forma tão concreta e limpa, que realmente passamos a nos interessar pelo rumo daquela história, algo diferente do que ocorre por exemplo nos últimos episódios de franquias como Resident Evil. História legalzinha, divertida, só que apenas mais do mesmo e sem novidades. Drake’s Fortune pode até ser (um pouco) previsível, mas como envolve! E é isto que muitos perderão se seguirem direto para o segundo volume. Ou melhor..corra para a seqüência, mas aproveite e leve junto o primeiro game.

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Matheus TUX

Need for Speed Shift Review

Categoria(s): (Games, Review) por Matheus TUX em 14-10-2009

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Jogos de corrida por ai está cheio e a EA sabe disso. Após as duas últimas tentativas não muito bem sucedidas (NFS ProStreet de 2007 e NFS Undercover de 2008) vejo que ainda há uma saída!

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O game lançado em 17 de setembro, desenvolvido pela Slightly Mad Studios e distribuido pela EA, superou as minhas expectativas. O título, dado pelo ato da troca das marchas, tem uma idéia diferente do último.

Visão padrão de jogo:

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A visão padrão de jogo é do interior do carro, que é excelente por sinal, conseguiu reacender a chama do NFS 2 “SE” , que ná época exigia uma placa grafica de 2 MB (sim é isso mesmo! prrecisei aumentar de 1 MB para 2 na época) e era excelente!

O jogo começa com um test drive, para dimensionar o nível que você está e assim ele liga os assistentes automaticamente, que podem ser ajustados posteriormente. Além deles há linhas na pista que alternam entre verde, amarelo e vermelho… auto indicativas de: pé na tábua, solte o acelerador e freeeia!

Jogando, você vai evoluindo os níveis de piloto, que vai de 0 a 50. Atualmente estou no 20, mas é bem demorado. As corridas incluem um modo misto, disputa de melhor tempo e drifts.

Mais algumas fotos:

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A foto abaixo é do Pagani Zonda (de longe o melhor do jogo!) a 319 por hora! Reparem a perfeição, o blur embassado do painel em alta velocidade:

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De modo geral, o jogo é empolgante, muito viciante e vale a pena! Como disse anteriormente, você “evolui” do nivel 1 até o 50. Atualmente estou no nivel 21. Os carros são separados pelos tiers, que vão do 1 ao 4, o que vai mudando é a pontuação e, consequentemente, a performance de cada carro, que também possuem uma nota, a medida que você vai “tunando” o danado. O máximo que vi até agora é o ultra level 20 do Pagani Zonda.

Alguns dos carros do jogo: Bugatti Veyron, Mercedes-Benz SLR McLaren, Pagani Zonda, Corvette Z06, Ford GT, Honda Civic SI (sonho de consumo), Mazda RX-7,BMW M3 GT2. No total são 72 carros separados pelas categorias, e os clasisficados como drift cars.

A sound-track também é bem legal, e nos drifts rola até um funk pesado (Te Convierto, Mala Rodriguez) empolga! Link da musica

Plataformas: PC, Xbox 360, PS3 e PSP
Requisitos mínimos: Windows XP/Vista/7, Processador Intel Core 2 Duo 1.6 GHz ou superior, 1 GB de memória RAM para Windows XP e 1.5 GB para Windows Vista, 6 GB de espaço livre em disco, placa de vídeo de 256 MB com suporte para Pixel Shader 3.0, DirectX 9.0c ou superior.
Aqui em casa, rodei com o Windows 7 normalmente, com todos os gráficos no máximo sem maiores problemas.
Minha configuração:
MB Asus P5k-SE, Core2Quad Q6600, Geforce 8800 GS, 2 Gb de ram.

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Naftali

AudioSurf: A nova onda dos jogos musicais

Categoria(s): (Games, Review) por Naftali em 12-10-2009

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audiosurf

AudioSurf é um dos típicos jogos que você não dá a mínima a primeira vez que o vê, mas depois que o joga não quer mais largar. Já vi várias vezes anúncios no Steam sobre o jogo, mas nunca tive vontade de saber como o jogo realmente era. Até que um dia o mesmo estava em promoção, então decidi a, pelo menos, baixar a versão demo.

Não me arrependi da escolha. O jogo é muito bom, com uma ideia sensacional muito bem implementada. A esse ponto, se você ainda não o conhece, deve estar se perguntando do que se trata o jogo.

AudioSurf é basicamente uma espécie de Guitar Hero (no modo mais simplório) só que com alguns aspectos que fazem toda a diferença.

Primeiro, você pode jogar com qualquer música que você já tenha no seu computador. Isso mesmo, QUALQUER música. Não precisa ficar restrito a lista de músicas imposta pela criadora do jogo e também não a comunidades independentes que fazem as músicas para o jogo como acontece em Frets on Fire.

A segunda diferença é que você não aperta os botões como uma guitarra, bateria, ou baixo, mas navega com sua nave super futurista por uma estrada cheias de blocos coloridos.

E isso nos traz para a terceira e maior diferença. Não basta apenas pegar os blocos quando a nave passa por eles, mas você precisa fazer as cores se encaixarem, lembrando vagamente o Tetris. Assim que você juntar 3 blocos ou mais, eles sumirão do cenário e darão espaço para outros blocos, somando assim seus pontos.

Agora, você pode também estar se perguntando se o jogo se resume apenas a juntar os blocos como um Tetris modificado, qual é o ponto de se escolher uma música. Mas é aí que entra o ponto principal. O ritmo do jogo e o lugar onde os blocos aparecerão depende exclusivamente da música. Se você escolher uma música rápida e frenética, o jogo será igualmente rápido e frenético. Por outro lado, uma música calma transformará o jogo em algo casual e um passatempo divertido.

Além disso, a “estrada” tem subidas e descidas de acordo com as batidas da música. Por exemplo, se você jogar uma música com muitas batidas, parecerá que está jogando em uma estrada cheia de lombadas. E a forma como os blocos soam quando tocados, segue exatamente o ritmo da música. É isso que difere AudioSurf de todos os outros jogos musicais que você já viu.

O jogo ainda possui 3 dificuldades com vários tipos de naves e suas habilidades. Existem naves que apagam blocos, outros que seguram blocos para serem usados depois, e por aí vai. A diversão é bem grande.

Ainda existe a possibilidade de jogar com duas pessoas, uma no teclado e outra no mouse (se você tiver, poderá usar também o seu controle do XBOX 360 para PC).

Agora, se você acha muito difícil ficar pegando blocos de várias cores diferentes e organizá-los de forma que criem uma sequência, você ainda pode jogar no modo Mono, onde apenas uma cor é necessária de ser pega e a outra (cinza) você apenas desvia.

Abaixo segue um vídeo de mim, jogando “Just Dance” da Lady GaGa no modo Mono Pro.

Resumindo, AudioSurf é um ótimo jogo para você passar o tempo e também para se divertir com alguém. Ou até mesmo para zoar seu amigo, por você ter feito mais pontos que ele em tal música (sim, os pontos ficam registrados online em um ranking). Abaixo, mais alguns exemplos.

System of a Down – Chop Suey

Rick Astley – Never Gonna Give You Up

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Naftali

Review LG Renoir KC910q

Categoria(s): (Artigo, Review) por Naftali em 07-06-2009

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z6a_renoirdentroApós o desprazer de ter sido assaltado em Curitiba e, por consequência, ter meu Nokia N73 levado embora, decidi que era hora de fazer um upgrade no celular. Fiquei em dúvida entre 2 aparelhos: ou eu levava Nokia N85 ou o LG Renoir KC910q. Optei pelo segundo pelo preço, a princípio. Afinal, apesar de ainda ser um bocado caro, era bem mais barato que o N85.

Diferente do aparelho da Nokia, o Renoir foca no multimídia, enquanto a Nokia, com seu Symbian, foca no smartphone. Confesso que ambos possuem características que me chamam muito a atenção, mas que não existem em um só aparelho. Infelizmente.

A princípio, o que mais anima no Renoir é seu design e a tela sensível ao toque. É bem legal usá-lo, com uma interface simples e com uma resposta boa, é fácil de se acostumar. Mas isso não é o melhor: A câmera dele impressiona.

Fotografia

08352224Com uma câmera de 8MP, lentes Schneider Kreuznach e flash xenon ele é realmente incrível. Como se não bastasse as características físicas, o software também não deixa a desejar. Aliás, esse é o primeiro celular com câmera que vejo que possui foco manual. Ótimo para quando a câmera não sabe o que você realmente quer focar.

Ele também possui detecção de sorriso, detecção de piscadas, filtro de imperfeições, foco apenas no rosto, macro, compensação de luz de fundo, ufa. A única coisa que deixa a desejar é que não é possível deixar o flash sempre ligado. Apenas automático ou desabilitado, o que na realidade não me atrapalhou muito até agora.

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Exemplo de foto tirada com 3MP (clique para ampliar)

Multimídia

A edição que adquiri vem pré-carregada com algumas imagens e um trailer do filme “O dia em que a Terra parou”. O vídeo tocou perfeitamente, sem engasgar, e com um som ótimo. Como player de áudio ele também não deixa a desejar, sendo ele o primeiro celular a integrar a tecnologia Dolby Mobile, que muda significativamente a qualidade do som. Porém, consome mais bateria, o que já era de se esperar.

A biblioteca dele para organizar os sons não foge do que já conhecemos hoje, organização por artista, álbum, ou lista de todas músicas. Nada fora do normal.

Wi-Fi (102.11 b/g)

Aparelhos de celular com conexão wi-fi já estão deixando de ser artigo de luxo e começando a estar disponível para o público de classe média. O Wi-Fi nesse aparelho funciona muito bem em casa, com chave de criptografia WEP. Porém, não consegui conectar no Wi-Fi da empresa onde trabalho por razões que até agora não consegui descobrir. Aliás, esse é um problema chato. Quando o aparelho não consegue conectar ao Wi-Fi ele não diz se é por falta de sinal, pela chave de criptografia estar errada, ou qualquer outro motivo. Ele apenas diz que não foi possível conectar, o que atrapalha na resolução do problema.

Porém, onde consegui fazê-lo funcionar, o mesmo funcionou perfeitamente bem, sem cair ou “baleiar”. Testei usando o navegador padrão dele, o Opera Mini, o eBuddy e o Google Maps. Todos funcionaram perfeitamente bem.

GPS

Esse item me deu um pouco de dor de cabeça para fazer funcionar. A princípio, buscando em fóruns, fiquei sabendo de um boato que diz que aparelhos Renoir da Claro tiveram seus GPSs bloqueados pelo firmware, pelo fato da empresa querer usar apenas o aGPS (Assisted GPS, que usa a linha da empresa de comunicação para se comunicar com os satélites). Mas, como a empresa ainda não tinha desenvolvido o software para ser instalado nele, o mesmo estava apenas bloqueado sem a possibilidade de uso.

Isso me emputeceu e muito. Mas, ao pesquisar bastante, acabei caindo no blog da Claro, onde pessoas reclamavam disso. Mas, nas respostas, o pessoal da Claro deu uma solução que era baixar o Google Maps especial para o Renoir da Claro, que se encontra para download no site da LG (sim, isso é real, o software pode ser encontrado ao procurar “KC910q” na sessão de download de softwares, no site). Bom, resolvi testar. Afinal, era minha última alternativa antes de ir reclamar por propaganda enganosa. Funcionou.

A questão é que depois que baixei a versão especial do Google Maps e rodei, o GPS começou a funcionar até mesmo para a aplicação Jogging Buddy (ela calcula quanto você andou e quanto deve ter perdido em calorias com sua caminhada) que nunca tinha funcionado. Agora não sei se o software deu um “pega no tranco” no GPS do Renoir, ou se eu estava apenas com algum problema de sinal. Vai saber.

De qualquer forma, estou feliz agora que o mesmo está funcionando perfeitamente bem. Então, a partir desse momento, não tenho mais do que reclamar.

Edit: Como a LG mudou o site e não disponibiliza mais a versão do Google Maps supracitada, disponibilizo-o aqui.

Aplicações

Esse item é o que me deixa com saudade do meu aparelho da Nokia com Symbian. Apesar de ser possível instalar aplicações Java para o Renoir, sinto falta de aplicações para Symbian como o Gravity, o Fring, o Opera Mobile e o Emulador de Gameboy Advance. Mas estou conseguindo viver sem eles.

Aplicações Java como Opera Mini e o eBuddy estão fazendo bem o serviço (apesar de o eBuddy não se conectar com o Skype).

Interface

Tela sensível ao toque já não é mais novidade hoje em dia, tendo que em vista que até o HiPhone possui. A diferença está em como essa interface foi implementada.  É difícil dizer que o Renoir pode ser comparado ao iPhone, porque não é tão perfeito, mas não deixa de ser ótimo. O som e a vibração do celular ao apertar um botão dão a sensação de que o sistema responde perfeitamente, e é possível “sentir” que o botão foi realmente apertado. Isso é importante.

Ele também possui acelerômetro, o que ajuda mais ainda na interface. Como no iPhone, ao mudar o celular de posição o sistema reconhece. No Renoir, ao enviar mensagens, o teclado muda do padrão que conhecemos em celulares comum para o QWERTY. Fica a critério do usuário escolher o que melhor lhe convém. Quando em modo QWERTY o teclado fica com botões pequenos, o que atrapalha se você tiver dedos grandes, mas é uma ótima pedida para quem gosta de usar a caneta que vem junto com o aparelho.

Aliás, acredito que teria sido melhor se a LG tivesse seguido a tendência e criado um lugar para deixar a caneta “dentro” do celular, como no Nintendo DS, ou até mesmo em celulares Xing Ling. A ideia de deixar a caneta pendurada nele como um chaveiro não me é muito convidativa. Por isso eu deixo de usá-la para ficar apenas com os dedos mesmo.

Bateria

Até onde pude testar, quando o celular está em uso constante, a bateria não dura 1 dia. Porém, se deixar ele sossegado no canto, a bateria pode durar até 4 dias. É bem aceitável tendo em vista a carga de serviços que ele possui.

Outras características

Acredito que o mais divertido do Renoir é filmar cenas em câmera lenta. Nunca tinha visto tal funcionalidade, mas achei bem legal, tanto que já filmei inúmeras cenas em câmera lenta só para ver como fica. É hilário. Abaixo é possível visualizar a cena de uma moeda girando em cima da mesa que filmei.

O mesmo também vem equipado com um MicroSD de 2GB, que pode ser expandido até 16. Bem interessante, pois o Nokia N85 tem 8GB, mas não pode ser expandido. E também possui uma câmera VGA frontal para vídeo chamadas. Bem interessante para quem tem plano 3G.

Na tela inicial é possível inserir diferentes widgets, de acordo com o gosto do usuário, em diferentes posições. É ótimo para ter um acesso rápido às funcionalidades que o usuário mais usa no telefone.

Conclusão

Apesar de não poder ser considerado um smartphone, o Renoir não deixa de brilhar com suas aplicações multimídia. É uma ótima pedida para quem procura um celular com uma boa interface, boa câmera e bom áudio, mas não liga para instalar inúmeras aplicações e trabalhar com o aparelho.

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pedroZ

Regrinhas para um bom twitter

Categoria(s): (Artigo, Nerd, Review, Services) por pedroZ em 24-05-2009

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twitter

Pensou que era apenas postar 140 caracteres e só? Esse pequeno guia vai apontar alguns toques fundamentais para você se manter nessa rede social. Caso contrário, é muito provável que você ache que ela virou um porre (e talvez você seja interessante a ponto de precisar de uns toques :P)

1 – Faça SUA política de following/follow. Não siga a idéia “preciso seguir menos pessoas do que as me seguem”. Se você quer seguir 1 milhão de pessoas, você pode, desde que saiba os endereços dos twitters que realmente importam (pra não ficar procurando atualização na página inicial, aquele trabalhinho bacana…). E, bom, seguir alguém não se trata apenas de ler a pessoa, mas em muitos casos você pode/deveria interagir. Nunca esqueça disso (mandando mensagens “@” e repassando com “RT:”).

2 – Seja um “twitteiro com bom senso”. Isso significa: NÃO responder a pergunta “what are you doing?” do sistema. Ninguém quer saber quantas vezes você vai ao banheiro e, às vezes, repito, ÀS VEZES, seu cotidiano chega a ser interessante. Mas você não é a última bolacha do pacote, simples =]

3 – Comente as informações e links que recebe. Com o tempo, você vai notar que o twitter aos poucos pode até substituir seus leitores RSS. E há uma vantagem adicional nisso: você pode conversar diretamente com os autores dos textos. O @marcelotas, com seus quase 70 mil seguidores, pode ser que não te responda, mas blogueiros menores sim. Isso sim é ótimo.

4 – Faça reflexões bizarras. Pode não ser legal o tempo inteiro, mas é interessante uma discussão saudável por alguma idéia suspensa em 140 caracteres.

5 – CUIDADO com o que você posta. Seu chefe pode ler, sua mãe (se ela usa PC) pode ler e o Google tá ai pra isso. Twitter é público, mas o povo costuma esquecer esse detalhe.

6 – Quer ficar popular no twitter? USE. POSTE. Mas tenha consciência que você precisa ser o @manomenezes de fato pra ter a popularidade dele.

7 – Utilidade do twitter no celular: cobertura de eventos e em situações onde o PC não é possível. Esse recurso é batido, mas é muito interessante se usado da maneira correta.

E vale lembrar: se você acha o twitter inútil, se acha que ele vai virar outro orkut, pode se retirar, fechar conta e o caramba. Mas tenha consciência de uma coisa: o Facebook não criou nada inovador, o Myspace não é tão funcional e, mesmo assim, eles são populares. O que conta nesses sistemas não é o que eles fazem, mas a eficiência. Se você quer ir pra um sistema que ninguém conhece, mas é melhor, vá em frente. Só que a falta de pessoas é um problema.

Depois não diga que eu não avisei.

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Sávio Ladeira

Será que o Wolfram vai ser melhor que o Google?

Categoria(s): (Artigo, Review) por Sávio Ladeira em 21-05-2009

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wolfram

Para quem não sabe, surgiu um novo buscador, ainda na versão de testes, mas que já gerou muita especulação. Inclusive que seria uma ameaça ao todo poderoso Google. Quem quiser conhecer é o Wolfram: http://www.wolframalpha.com/.

O charme desse Wolfram é trazer respostas mais concretas e diretas, não links para páginas que possam ter a informação que você procura. Muito interessante como pesquisa científica, mas ainda falta muito para substituir um Google.

1. Um banco de dados abrangente
Atualmente, o que não está no Google, não está na internet. Mesmo que o resultado do Google não seja preciso, eu me satisfaço com o que ele me oferece. A internet exige velocidade e facilidade, não sites de buscas específicos para cada coisa. Esse é um dos motivos de sucesso do Google.

2. Corressão dos erros do usuário
Você quis dizer “correção”? O Google teria dito isso e já procurado alguma coisa com a palavra correta.  Eu acho isso tão útil que até uso o Google como dicionário de vez em quando. Inclusive usei ele para lembrar como que se escreve Wolfram.

3. Nome decente
Duvido que um nome como Wolfram se torne um verbo no futuro. Eu sei que é o nome do criador do site, mas isso não costuma dar muito certo. O próprio orkut, que já é mais simpático que Wolfram, só deu certo no Brasil. E para ganhar do Google, não basta uma boa ideia, tem que ter todo um estudo de marca.

4. Visual moderno
Pode parecer besteira, mas o Google redefiniu o design na web. A seu estilo minimalista, com a predominância do branco e apresentando somente o necessário, é seguido por diversos sites hoje em dia. Agora olhe a cara do Wolfram. É um pouco retrô, usa duas cores sem personalidade e tem uma estrela como logo. Você consegue ver isso virando tendência?

5. Arrecadação de dinheiro
Esse é o ponto mais importante. Até hoje nenhum site conseguiu copiar a fórmula de sucesso do Adsense.  O Google é o dominador do mundo porque ele sabe fazer dinheiro quase tão bem como sabe apresentar resultados. Se o Wolfram não tiver recursos, não vai sobreviver por tanto tempo.

Eu sou contra qualquer tipo de monopólio e adoraria ver um site realmente ameaçando a supremacia do Google, mas não acho que vai ser desta vez. Quem sabe meus filhos conseguirão ver isso acontecer.

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Naftali

Preview: Left 4 Dead

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por Naftali em 07-05-2009

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Nota: Chamo de Preview porque ainda não joguei o jogo completamente, apenas algumas poucas horas. Então escrevo aqui todas as minhas primeiras impressões, e então possivelmente escreverei um review mais para frente.

Quando falamos em jogos de zumbi, a primeira coisa que nos vem à mente é Resident Evil. A saga, que já conta com inúmeros títulos, imortalizou os zumbis nos jogos. Creio que muitos aqui, assim como eu, passaram horas jogando RE 1 e 2 no PlayStation (leia-se “preisteixion”).

Anos passaram e os zumbis continuaram a rondar os jogos, mas não como o visto naquela época. Nem mesmo Resident Evil 4, ou 5 conseguiram reviver aquela vontade de matar bichos mortos de fome. Porém, agora as coisas mudaram.

Podemos dizer que nesse jogo não existem “zumbis que andam”, e sim, com toda a certeza, que são “zumbis que correm”. E nego, correm pra c*ralho.

Além disso, em left 4 dead você não joga sozinho, mas sim com outros 3 personagens – “left 4 dead”, o número quatro não está aí a toa. Isso faz com que o jogo se torne altamente cooperativo, como visto em Gears of War. É claro que isso foi pensado para criar uma ótima oportunidade para jogatinas online, que são ótimas, diga-se de passagem.

Apesar de existirem 4 personagens e você poder jogar com qualquer um deles, não há diferença alguma na jogabilidade, todos agem exatamente iguais. O que poderia ter sido melhorado ao meu ver. Trazer de volta a época em que escolhíamos personagens pelos atributos, como no antigo Streets of Rage, lembram-se? Aliás, aqui é possível fazer uma analogia de left 4 dead com esses antigos jogos arcade, onde você matava até chegar no chefão e passar de fase, é basicamente a mesma coisa, só que 3D e com zumbis (lembram-se de “Zombies Ate My Neighborhood” do SNES?).

Apresentando os 4 personagens: Francis, Bill, Zoey e Louis
Apresentando os 4 personagens: Francis (o bombado ogro), Bill (o “véio estaile”), Zoey (a minazinha que só tá lá porque é gostosa) e Louis (o negão para não dizerem que o jogo é racista)

A história se resume ao clássico: Zumbis tomam conta da cidade e vocês são os únicos sobreviventes a princípio – Será que já não vi isso em algum lugar? Nah… Acho que é só impressão mesmo… Ou não… – Pronto, é só isso, o resto se resume a matar muito zumbi. Ênfase para o muito. Aliás, não é simplesmente muito. É zumbi pra p*rra.

Em suma, o jogo é rápido e com muita ação. Pelo que pude perceber até agora, o foco dele é na jogatina online. Apesar de existirem as campanhas single-player, jogar com várias pessoas é sempre mais divertido. Seguindo mais ou menos a ideia do modo coop de Gears of War.

Se você estiver com “sangue no zóio” e afim de arrancar cabeças de zumbis, esse é teu jogo. Vai na fé.

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