pedroZ

Sobre a origem dos Blogs

Categoria(s): (Artigo, Nerd, Services) por pedroZ em 27-07-2009

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Artigo originalmente feito para o Bola da Foca.

Com origens incertas, o blog é como a avalanche dos espaços na internet. Todos os relatos de servidores web que começaram a usar “logs” em codificação HTML, o hipertexto, remontam ao ano de 1999. Um homem fanático por tecnologia, a literatura irlandesa de James Joyce e inteligência artificial da informática lançou o primeiro web log, os dois termos que, flexionados, geram a palavra blog. Nome dele? Jorn Barger. Seu site chama-se Robot Wisdom, com vários textos opinativos, denominados como posts ou postagens. A publicação foi a primeira a usar o termo blog e estabeleceu conexões com tantos sites diferentes, arrecadando tantas visitas que a revista de tecnologia inglesa The Register alegou que “não há maior leitor na internet do que Jorn Barger”. Blog tornou-se um verbo, nos termos brasileiros blogar, blogando e, em inglês, blogging.

bloggerAinda em 99 surgiu o serviço Blogger da Pyra Labs, que popularizou um formato simples e intuitivo de postagem de conteúdo para usuários não familiares ao assunto. O sistema também sempre permitiu a visualização de toda a linha de código da página, “instruindo” os clientes sobre o HTML. Era um produto consolidado, com potencial de gerar uma comunidade web inteira, que viria a ser chamada de “blogosfera”.

Esse fenômeno de “ler a web”,  apreender informações, inserir texto se tornaram as premissas principais dos blogs, espaços privilegiados de debate e opinião. Criou-se também uma cultura de comentários, dando espaço, através de um link, em todo e qualquer texto, para a pessoa inserir seu apontamento, sua observação, por escrito. O administrador do blog pode bloquear os comentários, pode tornar o conteúdo inteiro como oculto. Pode também codificar esse espaço na web para restringir acesso e muitos outros comandos. Designers e o pessoal das artes gráficas se especializaram em web para ensinar e ajudar outros fãs de informática na personalização de seus blogs, criando os famosos “templates”, que estilizam o fundo e as seções da página com desenhos, letras customizadas e cores diversas, fugindo de um formato padrão, uniforme.

Os picos de criações e audiência dos blogs surgem de 2000 para frente.wordpress Mesmo assim, sua interface gráfica, sua aparência, ainda era muito similar a de sites, gerando uma súbita decadência de uso entre 2002 e 2004. Progressivamente, com a entrada da megacompanhia Google, que comprou a Pyra Labs em 2003, e a criação do WordPress no mesmo ano, os blogs ganharam, pouco a pouco, ferramentas de outras mídias. Incorporaram vídeos do site Youtube, que também foi outra aquisição da Google, janelas de exibição de outros sites, estatísticas de visitas, publicidade que rende financiamento aos donos do endereço e maior facilidade de comandos para inserir todas essas ferramentas.

Os administradores de blogs também se profissionalizaram. Empresas contratam os chamados “blogueiros” para colocar, de maneira acessível ao público e ao mercado, materiais que podem ser comentados. Jornais colocaram colunistas para que escrevessem com mais regularidade seus comentários em blogs, acompanhando os fatos do dia-a-dia e conquistando visitas expressivas na web.

Nas grandes corporações, o blog constantemente ainda é tratado como um espaço onde mostra tudo o que é dispensável para o site, desvalorizando um pouco a produtividade dos comentários e das críticas. No uso pessoal, a maioria dos blog se restringe a cópia de textos, muitas vezes sem autorização, e ao relato individual, aos diários particulares. Entretanto, para criadores autônomos, o espaço é um canal de progresso digital, podendo atingir muitas pessoas em uma escala diferente da física.

Aos criadores eficientes de textos, vídeos e áudios, como o empresário Edney Sousa (do Interney), o criador publicitário Carlos Merigo (Brainstorm #9) e os jornalistas Luís Nassif e Ricardo Noblat, o espaço é um laboratório praticamente infinito de experiências criativas. O formato de texto nesses espaços é próprio e diferente do impresso: ora enxuto e direto, mas não como o jornal diário, ora longo ou repleto de links para outros textos, o que seria impossível fisicamente. Os vídeos e os áudios, especialmente de podcasts, passaram a ser incorporados aos blogs pelo sistemas agregadores, widgets.

blog!Por fim, para as pessoas que se interessaram pela história dos blogs, vale a leitura do livro blog! How the newest media revolution is changing politics, business and culture. A publicação, de 2005, é um copilado de entrevistas com blogueiros de muitas partes do mundo, organizadas pelos jornalistas David Kline , do The New York Times, e Dan Burstein, autor de best-sellers como a série de livros que falam de segredos do Código da Vinci (sim, aquele do Dan Brown).

Entre os entrevistados, destacam-se Robert Scoble, blogueiro e “evangelista técnico” (assistente na divulgação da marca) da Microsoft, que fala sobre a face mais humana que transparece de grandes corporações americanas ao utilizar blogs, ao contrário da chamada old media (TV, rádio, etc). Joi Ito também é outro personagem do livro, empresário aventureiro na web e que, em 2005, já foi o blogueiro nº 1 do Japão, considerado o segundo maior mercado de weblogs do planeta (perdem apenas para os Estados Unidos em atualizações e números de endereços). Por fim, é importante mencionar também a presença de Ayelet Waldman, novelista que, ao abrir sua intimidade em seu blog, teve seu casamento e vida pessoal salvos de uma tentativa de suicídio. Atualmente sua história foi transformada em livro.

O livro dá uma boa perspectiva sobre essa “nova tecnologia”, que já nem é mais tão nova assim, mas merece estudos mais concisos. Merece especialmente sobre seu potencial com leitores.

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Doc Brown

Top 100

Categoria(s): (Artigo, Rapidinhas, Services) por Doc Brown em 12-07-2009

Gostaria de saber que músicas faziam sucesso quando você nasceu?

Qual eram as músicas mais ouvidas no tempo de seus pais? Ou avós?

Viaje no tempo neste site muito legal. Ele contém as top 100 músicas dos últimos 100 anos! Isto mesmo, são 10 mil músicas. Mas não é pirataria, o site contém o nome da música e link para assistir/ouvir a música no Youtube.

Aproveite.

Site: http://www.planetarei.com.br/100anos/

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pedroZ

Regrinhas para um bom twitter

Categoria(s): (Artigo, Nerd, Review, Services) por pedroZ em 24-05-2009

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twitter

Pensou que era apenas postar 140 caracteres e só? Esse pequeno guia vai apontar alguns toques fundamentais para você se manter nessa rede social. Caso contrário, é muito provável que você ache que ela virou um porre (e talvez você seja interessante a ponto de precisar de uns toques :P)

1 – Faça SUA política de following/follow. Não siga a idéia “preciso seguir menos pessoas do que as me seguem”. Se você quer seguir 1 milhão de pessoas, você pode, desde que saiba os endereços dos twitters que realmente importam (pra não ficar procurando atualização na página inicial, aquele trabalhinho bacana…). E, bom, seguir alguém não se trata apenas de ler a pessoa, mas em muitos casos você pode/deveria interagir. Nunca esqueça disso (mandando mensagens “@” e repassando com “RT:”).

2 – Seja um “twitteiro com bom senso”. Isso significa: NÃO responder a pergunta “what are you doing?” do sistema. Ninguém quer saber quantas vezes você vai ao banheiro e, às vezes, repito, ÀS VEZES, seu cotidiano chega a ser interessante. Mas você não é a última bolacha do pacote, simples =]

3 – Comente as informações e links que recebe. Com o tempo, você vai notar que o twitter aos poucos pode até substituir seus leitores RSS. E há uma vantagem adicional nisso: você pode conversar diretamente com os autores dos textos. O @marcelotas, com seus quase 70 mil seguidores, pode ser que não te responda, mas blogueiros menores sim. Isso sim é ótimo.

4 – Faça reflexões bizarras. Pode não ser legal o tempo inteiro, mas é interessante uma discussão saudável por alguma idéia suspensa em 140 caracteres.

5 – CUIDADO com o que você posta. Seu chefe pode ler, sua mãe (se ela usa PC) pode ler e o Google tá ai pra isso. Twitter é público, mas o povo costuma esquecer esse detalhe.

6 – Quer ficar popular no twitter? USE. POSTE. Mas tenha consciência que você precisa ser o @manomenezes de fato pra ter a popularidade dele.

7 – Utilidade do twitter no celular: cobertura de eventos e em situações onde o PC não é possível. Esse recurso é batido, mas é muito interessante se usado da maneira correta.

E vale lembrar: se você acha o twitter inútil, se acha que ele vai virar outro orkut, pode se retirar, fechar conta e o caramba. Mas tenha consciência de uma coisa: o Facebook não criou nada inovador, o Myspace não é tão funcional e, mesmo assim, eles são populares. O que conta nesses sistemas não é o que eles fazem, mas a eficiência. Se você quer ir pra um sistema que ninguém conhece, mas é melhor, vá em frente. Só que a falta de pessoas é um problema.

Depois não diga que eu não avisei.

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Naftali

OnLive: Adeus Steam

Categoria(s): (Games, News, Services) por Naftali em 25-03-2009

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OnLive

Você, assim como eu, imaginava que o Steam era uma plataforma ótima de jogos para PC, por disponibilizar os jogos online de forma que você pode baixá-lo sempre que necessário? Pois é, esse conceito, assim como o conceito de jogos originais com mídias físicas, estão a ponto de chegarem ao fim.

Anunciada na GDC09 (Game Developers Conference 2009), a plataforma pretende substituir a necessidade de um PC bombadão, ou um console de última geração. O nome do camarada é OnLive. Agora, o que ele tem de diferente? Simples. Cloud-Computing para jogos.

Se você não sacou a idéia, vou explicar melhor agora. OnLive será um software, mais ou menos como o Steam mesmo, que poderá ser instalado em seu pc (nem tão bombado assim). A diferença dele para o Steam, é que, além de disponibilizar grandes títulos de jogos, ele também os processa. Ou seja, todos os comandos que você passar para o jogo, serão enviados para o servidor da OnLive, que processará as informações, e então retornará o resultado em forma de vídeo. No fim das contas, você estará fazendo streaming de vídeo, que nem no Youtube.

Você só precisará de um computador com capacidade suficiente para rodar vídeos, que são bem mais baratos ;). A empresa garantiu que, numa conexão de, pelo menos, 1.5MB, para vídeos em SD (Standard Definition), o ping não ultrapassará 1 milisegundo. Para que você possa ver os jogos em Alta Definição (HD), é necessário ter uma conexão de, pelo menos, 5MB. Conexões de 2MB aqui no Brasil já não são mais coisas tão raras, então acredito que essa plataforma tenha potencial para atingir até mesmo o mercado brasileiro – se não resolverem cobrar algum tipo de imposto, vai saber. Talvez surja um ISI: Imposto sobre Streaming Internacional. Bom, vou deixar de dar idéias.

Analisando o atual mercado e suas principais empresas, posso dizer que, a única empresa que possui um console que ainda pode ficar tranquila é a Nintendo, por seu diferencial no hardware. Agora, Sony, Microsoft, Zeebo e outros: OWNED!

É, se empresas fabricantes de console, e a Valve, não pensarem em algo, logo. Todos tendem a sucumbir ao futuro. Quer dizer, isso se o OnLive realmente cumprir o que promete.

Fonte: ExtremeTech via @fabianelima

Imagem retirada de UberGizmo.

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GuZ

Acreditem ou não: Gerador de Lorem Ipsum…

Categoria(s): (Bizarro, Nerd, Rapidinhas, Services) por GuZ em 09-01-2009

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Quem aqui já produziu um  layout deve ter precisado encher lingüiça onde ficará o texto. Seja para ver como vai ficar, ou para apresentar para um cliente, o designer precisa sempre de um texto qualquer para preencher o espaço.

Geralmente eu utilizava aquele comando do Word =rand(100,100) e copiava o pedaço do texto, mas como a Microsoft resolveu extinguir a ligeira raposa marrom que atacava o cão preguiçoso, talvez para não dar o gostinho da Ligeira Raposa de Fogo, atacar o Internet Cão – tá foi sem graça – e substituiu por informações inúteis do próprio programa.

Estava eu deprimido por quê a raposa marrom havia deixado meu 2º editor de textos (o primeiro é o BrOffice) e procurei no Google, sobre Lorem Ipsum. Então eis que minha depressão acaba, encontrei um Super, Hiper, Mega, Tera, GERADOR DE LOREM IPSUM!

Duvidam? acessem: http://www.lipsum.com/feed/html 

O Interessante do Site é que ele dá o significado do Lorem Ipsum, veja: http://pt.lipsum.com/. Eu não sabia da história, e você?

Então:

"Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat. Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur. Excepteur sint occaecat cupidatat non proident, sunt in culpa qui officia deserunt mollit anim id est laborum."

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Bruno Leles

Lado “don’t be good” da Google

Categoria(s): (News, Services) por Bruno Leles em 03-09-2008

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Ontem foi um dia histórico, onde inúmeras pessoas em todo o mundo baixaram o Chrome, novo browser da Google. Esse novo serviço está dando oque falar. Minha primeira impressão foi como acredito que de todos… “Nossa, como é rápido”, mas tirando isso não tenho muito o que falar.

Mas, sobre o “Termos de Serviço do Google Chrome”, isso sim tem o que falar. Essa notícia me deixou preocupado, não só sobre a Google, mas também sobre outros serviços que utilizo, tanto da Google (Gmail, Docs, Notepad, Knol, … ) quanto de outras organizações ( Netvibes, Box.net, Flickr, …)

O Problema está em uma cláusula dos termos de serviço que diz o seguinte:

11. Licença de conteúdo do usuário

11.1 O usuário retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que já tiver posse em relação ao Conteúdo que enviar, postar ou exibir nos Serviços ou através deles. Ao enviar, postar ou exibir o conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva para reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, postar ou exibir nos Serviços ou através deles. Essa licença tem como único objetivo permitir ao Google exibir, distribuir e promover os Serviços, e ela poderá ser revogada para alguns deles, conforme definido nos Termos Adicionais.

11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.

11.3 O usuário compreende que o Google, ao efetuar as etapas técnicas necessárias para fornecer os Serviços aos nossos usuários, pode (a) transmitir ou distribuir o seu Conteúdo por várias redes públicas e em várias mídias de dados; e (b) efetuar as alterações necessárias ao Conteúdo do usuário para ajustar e adaptar esse Conteúdo aos requisitos técnicos de conexão de redes, dispositivos, serviços ou mídia. O usuário concorda que essa licença permitirá ao Google realizar tais ações.

11.4 O usuário confirma e garante ao Google que tem todos os direitos, poderes e autoridade necessários para outorgar a licença citada anteriormente.

Como vocês podem ver, essa cláusula, da à Google direitos totais e livre de remuneração sobre qualquer conteúdo que for publicado através Chrome. O parágrafo 4 é especialmente interessante, fechando com chave de ouro a jogada: “11.4 O usuário confirma e garante ao Google que tem todos os direitos, poderes e autoridade necessários para outorgar a licença citada anteriormente.”, porque se o usuário não tiver os direitos sobre a obra, não será a Google quem irá responder por isso caso ela use o conteúdo postado pelo usuário, e sim o próprio usuário por ter ‘mentido’ ao aceitar o termo de serviço e ter publicado conteúdo do qual não possui direitos para garantir a licença.

Isso mostra que até mesmo a Google tem um lado negro, talvez até perverso.

fonte:
http://www.google.com/chrome/eula.html
http://tapthehive.s483.sureserver.com/chrome.html

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Naftali

Google Chrome confirmado

Categoria(s): (Nerd, News, Services) por Naftali em 02-09-2008

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Está mais que confirmado. A Google realmente vai lançar um browser. Depois de muito falatória na blogosfera, a empresa resolveu abrir mão de esconder as coisas e contar de vez.

Tudo começou quando algumas imagens que promovem o browser foram divulgadas. Uma delas pode ser vista abaixo.

google-chrome

Ao que tudo indica, esse browser trará uma interface limpa e organizada, típica dos serviços da empresa. Apesar disso, é difícil entender por que a empresa, ao invés de ajudar uma “franquia” já forte, como o Firefox, cria um browser to

talmente novo para bater de frente com o que até então fora o browser que mais apoiara a empresa.

Bom, mas se formos viajar um pouco, talvez esse seja o tão aguardado S.O. da empresa, saindo assim da idéia inicial de um browser como o Firefox. Afinal, como ela foca em computação nas nuvens, nada mais justo do que ter algo para gerenciar essa zona esse ambiente. E, de uma forma melhor, organizar os próprios serviços, para que os mesmos sejam fáceis de serem integrados e utilizados. Sendo assim, ele agiria mais como um “agregador” de serviços (talvez até instaláveis, como em um S.O. de verdade) no browser do que apenas um navegador puro e simples.

Bom, o lançamento, segundo o blog da empresa, será no dia 02 (terça-feira), e o jeito é esperar e testar se realmente é bom o suficiente para desbancar as potências atuais. Mas, se for julgar pelo alvoroço que a empresa causou em apenas 1 dia, esse browser promete. Porém, estamos falando de Google, e ela não precisa prometer nada.

Fonte: underGoogle

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Bruno Leles

Musicovery

Categoria(s): (Rapidinhas, Services) por Bruno Leles em 26-07-2008

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Musicovery é um site para quem gosta de música, assim como o lastfm, pandora ( não mais disponível para brasileiros ) e o Jiwa. O diferencial do Musicovery é o fato de que você não escolhe uma música, nem um artista, e também não necessariamente um genêro. A foco da escolha é baseado no seu ‘estado de espírito’ ou no ritmo da música que você gostaria de ouvir, por exemplo se um dia você esta meio ‘rebelde sem causa’, e quer uma música que acompanhe a sua onda ( =D ), pode ir ao site, escolher o mood dark, e curtir o lado negro da força a vontade.

A ideia é bem legal, mas eles poderiam ter caprichado mais no layout.

Musicovery : http://musicovery.com

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Bruno Leles

Knol uma unidade de conhecimento

Categoria(s): (Artigo, Nerd, News, Services) por Bruno Leles em 24-07-2008

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Ontem, 23 de julho de 2008, a google lançou um novo serviço, o Knol. Esse novo serviço tem como objetivo incentivar as pessoas a distribuir o conhecimento que possuem. Essa distribuição é feita por meio de artigos, que o autor pode definir como pode ser o modo de colaboração, se o artigo poderá ou não ser alterado e se essa alteração será feita por qualquer pessoa ou por penas aqueles que o autor definir como colaboradores e sob aprovação prévia.

A busca por ‘site:http://knol.google.com/’ no Google retornou 1120 páginas, com isso posso presumir que o número de artigos escritos ( e indexados pelo google ) seja algo perto desse número. Para um serviço que foi lançado publicamente a menos de 48 horas é um número considerável, mas pouco, se levarmos em consideração a visibilidade que o google possui. Escrever textos de qualidade leva tempo, e é melhor esse serviço crescer devagar e com solidez, do que ter um BUMM de conteúdo irrelevante e cair no abandono por conta de um conteúdo desnecessário.

Acho difícil esse serviço substituir a Wikipedia como alguns têm falado, já que a idéia, apesar de parecida, tem um diferencial que muda completamente o foco. Esse diferencial é a possibilidade de o autor bloquear a edição dos seus textos ou escolher um grupo seleto para editá-los. Normalmente as pessoas se apegam ao que fazem e não gostam que outras pessoas interfiram livre e diretamente em sua criação, por isso não acho que veremos muitos textos com edição livre, em que as ‘sugestões’ não passem por uma peneira antes de serem incorporadas ao artigo. Outra razão é o fato desse serviço ser baseado em artigos e não em verbetes como a Wikipedia, o Knol seria mais como uma revista ou um jornal com curiosidades, notícias e pessoas expondo seus pontos de vista, do que como uma enciclopédia onde eu posso encontrar muita informação sobre apenas uma ‘coisa’.

Agora é esperar e ver como esse novo serviço vai evoluir, e quem sabe mudar meu ponto de vista. =D

Fontes:
http://googleblog.blogspot.com/2008/07/knol-is-open-to-everyone.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Knol

ps.: valeu Charles pela dica

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Bruno Leles

Me Adiciona

Categoria(s): (Nerd, Services) por Bruno Leles em 25-06-2008

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Me Adiciona é um serviço web que tem como objetivo disponibilizar um meio para que as pessoas possam publicar ‘todas’ as formas de contato que ela possua pela internet ( contas de email, blogs, contas de redes sociais, portifólios, currículos, etc ).

Achei o serviço bastante interessante para quem quer ser encontrado =D, mas é necessário tomar cuidado com os dados que disponibilizará na sua conta, para não correr o risco de ‘queimar o filme’, algumas pessoas não levam em consideração as atitudes que tomam na internet em meios públicos ( como o orkut ), e acabam sendo prejudicadas no mundo real, principalmente na vida profissional. Por isso responsabilidade.

Site:
http://meadiciona.com

Integrantes do Blog no Me Adiciona:
EU: http://meadiciona.com/brunoleles/
Naftali: http://meadiciona.com/naftali/

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