Pedro Zambarda de Araújo

Sobre mães e consoles

Categoria(s): (Artigo, Bizarro, Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 19-07-2010

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Em uma conversa descontraída com meu amigo Fábio Fernandes, pensamos em comportamentos maternos que realmente parecem com videogames, pelo menos em seu conceito. A geração atual de consoles parece se encaixar muito bem em certos perfis de mães. Por isso, com essa reflexão bizarra, mostro aqui diferentes perfis, para vocês concordarem, discordarem ou darem boas risadas:

X-Mom: Educa os filhos com amor, mas com certa rigidez. Os moleques tem que passar por pequenos desafios para liberar os achievements mais fáceis da própria mãe, que revertem em prêmios generosos. Ou seja, o moleque vai ter que arrumar a cama, ajudar na louça e fazer o dever de casa para receber uma recompensa. O problema é que os desafios vão aumentando, como passar em uma boa faculdade, conseguir um bom emprego, etc. A X-Mom é difícil de ser agradada após certo tempo. Quando ela envelhece, ela tende a lembrar os achievements que você nem buscou ou sequer tentou. Mas ela é muito amorosa se você conseguir vencer desafios, o que pode parecer injusto para muitos que acreditam no carinho gratuito.

Wii-Mother: Essa é a mãe de todos, que aceita qualquer conquista do filho. Ela só tem um problema em suas relações: Exige que você se mexa. Pra ela não existe filho sedentário, já que todos são obrigados a andar com ela de bicicleta desde pequenos, frequentar academias e fazer tudo o que fortalece o físico. Entretanto, comparado com outras mães, ela exige isso e nada mais. O filho pode fazer uma faculdade particular mais ou menos, que ela irá amá-lo muito. No entanto, o rapaz tem que curtir pelada de sábado, basqueta ou qualquer outro esporte.

Play-Mom: Apesar de ter o nome “jogar” no apelido, esse tipo de mãe não te tira da cama se você não quiser. É a mãe dos nerds gordinhos e preguiçosos, mas preocupados com a qualidade de vida. Traz café na cama, compra conexão para internet cara, mima o filho com apelidos toscos e não o incomoda quando está brincando com seus amigos. Pode criar uma criança normal, apesar dos vícios nerds, ou um monstrinho que, com tanta liberdade e mordomias, pode encher o saco das outras pessoas.

E ai, conhece alguma outra mãe que se encaixa no conceito de outro videogame? Os comentários estão ai para isso.

Pedro Zambarda de Araújo

Guerra nos games – Nintendo e Apple?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd, News) por Pedro Zambarda de Araújo em 08-05-2010

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Deu na Business Times, jornal de Londres ontem, dia 7: a Nintendo está pronta para soltar toda a força de seu desenvolvimento e marketing contra a Apple, segundo Satoru Iwata, chefão da empresa. As atuais vendas paradas do Wii e do Nintendo DS reforçam esse paradigma, que transformam a criadora do iPhone num forte fator de desvio dos gamers da plataforma mais antiga nesse mercado. É fato que, há algum tempo, aplicativos na AppleStore se tornam mais atraentes do que gastar dinheiro num cartucho ou CD de videogame.

A preocupação da gigante nipônica tem fundamento. A Microsoft entrou no mercado em 2001, com o Xbox, e hoje tem destaque ainda com o Xbox360. A Sony, que deveria ter criado o console Nintendo de CD, tornou-se mostruosa com seu Playstation. Apesar do pioneirismo no mercado, Iwata mantém os olhos abertos na concorrência, dispondo de seus personagens marcantes para garantir vendas, como Mario, Zelda, entre outros.

Há espaço, também, para a Nintendo tentar uma nova revolução. O Wii mudou a situação dos games, atraindo pessoas que não querem jogar apenas num controle estático. A concorrência está copiando os nintendistas com Projeto Natal e Playstation Move para seus respectivos consoles – Xbox360 e PS3. Não é hora da Big N abandonar apenas o público consagrado com seus jogos tradicionais e investir em novos personagens? Como a Apple reagiria diante disso? Lançando apenas aplicativos que já existem em outros consoles, de outra maneira?

Fonte: MacMagazine

thiago.dias

O quão mal está o Playstation 3?

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por thiago.dias em 02-07-2009

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Faz um bom tempinho que não se tem visto um notícia boa para o Playstation 3. O console da Sony vem sendo atacado constantemente pelo seu alto preço e pouco retorno financeiro, além amargar a terceira colocação mundial na guerra dos consoles. O Wii ainda lidera, seguido pelo XBox 360.

Está bem que o Wii conquistou os jogadores casuais, e não pode ser considerado um concorrente direto para a Sony, e a caixa da Microsoft ainda vive à sombra de suas falhas de produção. Muitos consumidores estão fugindo dele devido ao medo das 3rl, problema que parece ter sido solucionado à custa de outros defeitos. No entanto, a base ainda é maior que a do PS3.

No inicio de junho, a Activision, uma das maiores empresas do mercado, afirmou que estava muito preocupada com os rumos que a Sony estava dando a seu console. Segundo a empresa, o alto custo de produção dos jogos do PS3, juntamente com o alto preço de venda, tanto do console quanto dos jogos, está fazendo com que o retorno financeiro seja mínimo. No fim da entrevista, dada ao Gamespot, a Activision anunciou que se as coisas não mudarem rápido, ela poderá abandonar o console.

Agora, no inicio da semana, um site de Taiwan – fonte tão confiável quanto os produtos feitos por lá – anunciou que a Sony já fechou contrato para a produção de um PS3 Slim. Até aí, nada de surpreendente, já que o tamanho do atual console é mesmo um problema. A novidade mesmo é que os primeiros modelos já estariam a venda no final deste mês. A Sony estaria desesperada para aumentar as vendas, e o novo modelo seria determinante para isto. Acompanhada desta informação, surgiu o boato de uma grande redução no preço do PS3 pode chegar a partir de agosto.

Não melhorando a onda de notícias sobre a Sony, um levantamento do NPD Group mostrou que dos títulos produzidos pela própria empresa, apenas Resistance: Fall of Men teria superado a marca de 1 milhão de cópias vendidas. Outros grande títulos, como Little Big Planet, Killzone 2 e Uncharted – todos sucesso de crítica – teriam emperrado na marca entre 500 mil e 750 mil cópias.