Pedro Zambarda de Araújo

Sobre mercado e a formação do profissional de games

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 20-07-2010

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Dia 16 de julho, eu participei de um simpósio no SP Game Show (dentro do Anime Friends 2010) com o tema Etapas e importância na formação do profissional de jogos eletrônicos. Alguns nomes importantes do mercado e da academia conversaram e discutiram comigo, como Esteban Clua, professor da Universidade Federal Fluminense; Henrique Sampaio, redador do Arena Turbo do iG; Humberto Zanetti, professor de projetos no Centro Paula Souza; Roberto Bianchini, professor da Universidade Anhembi Morumbi; Antonio Marcelo, diretor da Riachuelo Games; Claudio Bueno, coordenador da pós-graduação em jogos digitais do SENAC; Fabio Lubackeski, coordenador do curso de jogos digitais do SENAC; André Kishimoto, desenvolvedor de games da Glu Mobile e Fábio Fernandes, tradutor de ficção científica e professor do curso de jogos da PUC-SP.

A conversa foi muito produtiva. Cerca de 30 pessoas pararam para me ouvir falando sobre o mercado de blogs, assessoria de imprensa e publicidade em empresas de games, assuntos dos quais estou interado desde dezembro de 2008. Discutiu-se a necessidade de parar de jogar games para entrar na área de desenvolvimento, além dos advergames emergentes no Brasil. Falou-se da falta de estímulo do governo com impostos, que geram companias com pouca estrutura no país. E, nesse ponto da discussão, eu me revoltei, com uma certa justificativa: Falei da falta de ideias criativas e de empresas com games ousados no Brasil. Justifiquei minha reclamação dando dois exemplos do mercado japonês, como a Capcom, que produziu Street Fighter II com apenas dois designers em 1992, e a Nintendo, que colocou em prática a ideia do estagiário Shigeru Miyamoto na criação de Donkey Kong em 1982, com muitas limitações gráficas.



Os palestrantes presentes concordaram comigo. O Brasil agora possui cursos de games emergentes, que formam designers e programadores especializados nessa área, mas nosso mercado ainda é muito conservador, sem dar o devido investimento aos nossos produtos eletrônicos. Claro que o Japão também não era essa potência de games em 1982, sofrendo com a expansão da Sega, norte-americana, em seu mercado na época. Por esse motivo, nossas terras podem sim dar origem games tão cativantes quanto Super Mario Bros., especialmente se empresários e pessoas criativas estiverem trabalhando em conjunto, alinhados.



A palestra foi uma grande oportunidade de repartir o conhecimento de história dos videogames que estou utilizando em meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, além das leituras que faço diariamente sobre tecnologia. Para quem deseja se adentrar em games no Brasil, faltam programadores, designers e até blogueiros que tragam informações e dados para os produtos desenvolvidos no mercado. Estar alinhado com as comunidades online é fundamental para expandir suas discussões e tornar videogames um negócio sério. Ou seja, se você é criativo, quer diversão e muito trabalho, desenvolvedor gamer, seu lugar é aqui.

Bruno Leles

Resultado do 1º Censo Brasileiro de Desenvolvedores ActionScript

Categoria(s): (News, Rapidinhas) por Bruno Leles em 06-03-2009

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O pessoal do Adobe User Group Rio de Janeiro promoveu uma pesquisa para o primeiro censo nacional voltado somente para desenvolvedores Action Script, a pesquisa foi feita entre os dias 23/01/2009 e 20/02/2009, e com o resultado publicado hoje do site deles. Eu participei HUHU =D.

O Resultado do censo detalhado pode ser encontrado aqui.

Flash Rules.

Bruno Leles

Google Analytics tracker no Flash

Categoria(s): (Nerd, Rapidinhas) por Bruno Leles em 23-07-2008

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Bom tudo começou com uma pergunta:

“Por que eu não consigo saber que conteúdos foram vistos ‘no nosso’ site?”

A resposta é simples, o site é em flash, e o google analytics por utilizar somente javascript na máquina do cliente, nao rastriea o conteúdo que está dentro dos arquivos swf.

Certo essa é uma resposta simples, mas que não resolve o problema, com isso veio a curiosidade:

“Será que não existe uma forma de fazer o google analytics rastrear o conteúdo dentro do flash?”

Com essa idéia em mente, fiz algumas pesquisas no google e logo encontrei a solução, que me surpreendeu pela simplicidade, não tive tempo de testar a fundo, mas nos primeiros testes essa solução funcionou bem, só achei um pouco enfadonho ter que colocar esse código em cada link que você deseja rastrear. Em um site antigo com uma estrutura de links não centralizada, isso pode se tornar um verdadeiro teste de força de vontade. =D

Abaixo o link com a documentação oficial do google com a solução para esse problema. Assim que tiver alguma aplicação prática ( mais elaborada ) utilizando essa idéia, posto aqui. Até lá, ‘documentação na veia’.

http://code.google.com/apis/analytics/docs/

http://www.google.com/support/googleanalytics/bin/answer.py?hl=en&answer=55520

Bruno Leles

Google lança plugin para Google Earth

Categoria(s): (Nerd) por Bruno Leles em 29-05-2008

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O plugin possibilita aos usuários visualizarem a terra 3d do Google Earth diretamente do browser lista de browsers compatíveis abaixo, por enquanto o plugin só está disponível para a plataforma Windows:

  • IE 6.0+
  • IE 7.0+
  • Firefox 2.x or 2.0x (Firefox 3.0 em breve)
  • Netscape 7.1+
  • Mozilla 1.4+
  • Flock 1.0+

A Google também disponibilizou uma API em JavaScript para possibilitar aos desenvolvedores controlar o posicionamento, colocar marcas no mapa, etc.

A única coisa que não agradou foi a falta de portabilidade desse serviço, o que dificulta o seu uso pratico no mundo real. A Google promete planeja disponibilizar suporte a outros sistemas operacionais em futuras versões.

site do plugin:
http://code.google.com/apis/earth/

documentação da API:
http://code.google.com/apis/earth/documentation/