Pedro Zambarda de Araújo

Um game que fala sobre games

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 09-07-2010

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Texto não recomendado para quem não conhece a série MGS.

Se você jogou Metal Gear Solid, tanto a versão revolucionária de 1998 quanto o remake no Game Cube, provavelmente reparou na curiosa batalha contra o vilão Psycho Mantis.

Sendo o primeiro game com atores de verdade fazendo as vozes dos personagens, Metal Gear não parou a mudança que causou no mercado de games apenas inserindo interpretação cinematográfica aos jogos eletrônicos. Mantis pergunta ao herói Snake o que ele anda jogando ultimamente. Através de um mecanismo realmente curioso, Hideo Kojima inseriu no game falas do personagem comentando seus saves de Memory Card, como se estivesse invadindo sua mente.  As falas sarcásticas de Mantis sobre o seu game Castlevania trazia uma nova visão dos jogos, que trouxe uma interatividade própria de Metal Gear Solid.

O grande baque veio em Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty. Jogando inicialmente com Solid Snake, o jogador era surpreendido por uma súbita interrupção da narrativa, que inseria o novato Raiden como protagonista. Acabando com a figura do herói clássico do game de espionagem, você interpretava um iniciante repleto de inseguranças. O jogo inteiro deu a entender, com a construção dos vilões Solidus e Ocelot, uma imensa sensação de simulação, identica à experiência em Shadow Moses no Metal Gear Solid 1. A grande mensagem final dessa sequência era: Você pode interpretar um gamer dentro de um videogame. O grande vilão da série se tornou uma rede de computadores que manipula o governo americano. Mas Kojima não ficou satisfeito em mandar apenas essa mensagem.

Metal Gear Solid 3 reinventou o próprio protagonista Solid Snake. Voltando à 1964 e estabelecendo um marco zero na série de todos os jogos MGS e Metal Gear, Kojima nos mostra Big Boss, o primeiro vilão e pai biológico de Snake, identico ao próprio herói durante a Guerra Fria. A semelhança de ambos destruiu o dicotomia simplista que existia na história, colocando uma narrativa complexa entre pai e filho, soldado original e seu clone.

Metal Gear é uma franquia que começou imitando Rambo e filmes de espionagem e desembocou no questionamento sobre o próprio ato de jogar, com inimigos que reconhecem sua memória, histórias que fazem simulações e protagonistas que se transformam. A contribuição desse fenômeno é insuperável, tanto para os games como mercado, quanto para as pessoas que o definem como arte.

GuZ

RPG On-Line da Hello Kitty

Categoria(s): (Games) por GuZ em 18-12-2009

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Nada de World of Warcraft nem de Age of Empires, o MMORPG  da vez é o da Hello Kitty.

Pensando em garotinhas meigas e delicadas como a Fabiane, a Gamemaxx trouxe o jogo mais fofo do momento para o Brasil, num beta fechado que precisa de convites (Google feelings?).  Mas em Janeiro será aberto um Beta aberto a todos que quiserem testar o RPG On Line com os gráficos mais fofos do mundo.

O Jogo voltado aos macfags é totalmente em português e nele você pode interagir com crianças de todo o mundo e nele você deve cumprir missões que os personagens passa para os jogadores que podem ser desde lutar contra monstros até cuidar e um animal de estimação e um jardim. Ah, os monstros não morrem, eles dormem para não ofender o público sensível de pessoas que vão jogar.

Os gráficos do jogo são bonitos (Melhores que o do Tibia, claro), e parece que é até jogavel (Se você não tiver problemas com coisas multicoloridas e fofas).

 

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G1

GuZ

Spore virará filme

Categoria(s): (Games) por GuZ em 03-10-2009

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Sabem aquele jogo que viciou o Naftali ano passado, o Spore? Então, vai virar filme.

O diretor que fez “A Era do Gelo”  e Robos está planejando uma versão para cinema do jogo que simula a evolução. O filme será conduzido por Chris Wedge e terá seu roteiro escrito por Greg Erb e Jason Oremland, que escreveram “The Princess and the Frog", da Disney.

Pra quem ainda não conhece o Spore, ele é um jogo onde você simula a evolução dos animais. Em outras palavras, você é Deus e deve usar o método de Darwin para jogar.

Espero que esse filme não seja tão monótono quanto o jogo.

VIA G1

Matheus TUX

Estréia do jogo Section 8

Categoria(s): (Games, Nerd) por Matheus TUX em 01-09-2009

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Hoje (01/09/09) estréia o jogo Section 8, que promete ser um dos mais violentos e legais (óbvio :P) do momento.

A estratégia de vendas da TimeGate é apostar em um jogo futurista e misturar um pouco o conceito de jogos FPS (First Person Shooter) ou simplesmente tiro em primeira pessoa, com um pouco de terceira pessoa, pois quando a arma nao está selecionada, o jogo é visto mais de cima, e APENAS jogado na Web.

Vaga lembrança de Mil Novecentos e Counter Strike, ou 1999, que ainda é uma grande febre na internet e nas lanhouses espalhadas pelo Brasil: “E você poderá matar seus inimigos de… FACA!”

Agora sim… estou feliz :D

Vejo que as produtoras de jogos estão encontrando um novo caminho contra a pirataria, e este é para ficar. Você quer baixar o game pirata? Ok! Baixe e faça muita propaganda para nós, mas para jogar na Live, PSN, Internet em geral, você precisa da minha licença, e um simples crack não resolve isso. Tanto isso é verdade que o próprio Section tem o download para “teste” em http://games.on.net/file/28816/Section_8_Open_Beta_Client

Screenshots e Videos do game:

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Videos:

Para terminar, as configurações mínimas:

  • Processador: Core 2 Duo 2.2GHz /Athlon 64 X2 4400+;
  • VGA: no MINIMO NVidia 8600 GTS (ufa, é a minha);
  • 1,5 GB de RAM; e
  • 12Gb de espaço livre em disco.

O jogo será lancado para: Xbox 360, PlayStation 3 e PC

Site oficial: http://www.joinsection8.com/

Naftali

Jack Black invade os jogos com estilo

Categoria(s): (Games, Nerd, Rapidinhas) por Naftali em 23-05-2009

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É difícil falar de Jack Black e não lembrar do clássico filme Escola do Rock ou Tenacious D (onde o vocalista do Foo Fighters - Dave Ghrol –  é irreconhecível como demônio). Jack Black (JB, para os íntimos) é uma comédia ambulante. Mas, depois de inúmeros filmes feitos, por que não fazer um jogo?

Pois foi exatamente isso que a EA pensou. E pelo jeito não pensou duas vezes, já decidindo: Vamos fazer um jogo com ele, p*rra! (Esse é o espírito)

Eu achei a ideia fenomenal, e pelos trailers e videos alheios que vi na internet, posso dizer que esse é um jogo engraçadíssimo, como todo filme do ator, e com uma versão digital do Jack Black. É impossível ver o personagem e dizer que aquele não é o ator, sua caricatura digital ficou muito parecida.

Agora, para matar a curiosidade, porque não tem como descrever tudo apenas com palavras, vejam os vídeos de Brütal Legend, com Jack Black em sua jornada de Roadie¹ a Deus do Metal. Ou quase.

1 – Para quem não sabe, Roadie é o nome que se dá para assistente de palco lá nos Estates

Sávio Ladeira

The Sims 3: o novo simulador de vida está em pré-venda

Categoria(s): (Nerd) por Sávio Ladeira em 27-04-2009

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The Sims 3

Já está em pré-venda a nova versão do The Sims. Não precisa ter pressa eu comprar agora, pois quando o jogo realmente lançar, no dia 6 de Junho, você vai ver a caixinha pipocando em todas as lojas.

Sempre gostei dessa série The Sims. É um simulador muito interessante, os personagens possuem comportamentos muito parecidos com os das pessoas de verdade. Dá até para fazer experimentos que nunca seriam engraçados na vida real, como prender um monte de mulheres de TPM em uma mesma sala.

Essa nova versão será igualmente impressionante. Agora as suas criações não ficarão mais presas nas casas e poderão andar livremente pela vizinhança. Sem contar que as reações virtuais (eu me recuso a chamá-las de inteligência artificial) devem estar bem improvisadas, com alegrias e angústias cada vez mais próximas do ser humano.

Só falta a possibilidade de jogar online, um recurso que a Eletronic Arts parece não gostar muito. Quando isso acontecer, veremos muitas pessoas bricando de Deus com o The Sims ao invés de cuidarem das próprias vidas.

Quando lançar nem terei que emprestar um computador de alguém, já que provavelmente rodará no meu notebook. Para jogar o The Sims 3 é recomendado:

  • Processador P4 de 2,4 GHz
  • 1,5 GB de RAM
  • Placa de Vídeo de 128 MB com suporte a Pixel Shader 2.0

Ou

  • Intel Integrated Chipset, GMA 3-Series ou superior
  • Processador Pentium D de 2,6 GHz, Core 2 Duo de 1,8 GHz ou equivalente.
  • 2 GB de RAM

Só espero que não me decepcione igual Spore.

Naftali

Relembrando os velhos tempos: Grim Fandango

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por Naftali em 08-03-2009

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Introdução

Imagine “acordar” um dia sem saber onde está, para onde foi, e o pior, sem nada que você tenha conquistado. Ainda por cima se deparar com pessoas em formato cadavérico e vestidas de morte. E então você descobre que está morto.

Estranho? Foi isso o que aconteceu com o Sr. Flores, em seu primeiro dia na terra dos mortos. Mas para felicidade (ou não) dele, o mesmo fora levado [para a terra dos mortos] pelo seu novo agente de viagens: Manuel Calavera, protagonista da história. No primeiro encontro ele descobre não só que está morto, mas também que terá que enfrentar uma dura e longa jornada de 4 anos, chamada “A jornada de 4 anos da alma”.

Intimidante. Porém, ela pode ser melhor, se o recém-defunto pegar o dinheiro com que foi enterrado e comprar um, dentre os três tickets disponíveis. Ou seja, ele pode fazer essa viagem em um lindo carro esporte, ou até fazer um cruzeiro! Mas, se ele foi muito bom na vida, pode conseguir uma passagem no “No. 9″, um trêm que faz a viagem em 4 minutos ao invés de 4 anos. Lindo, pena que o Flores não pode comprar nenhum dos três.

Você deve estar se perguntando para que a viagem, e para onde o recém-presunto vai. A viagem o leva para a terra do descanso eterno [aka. Céu, Heaven, Paraíso e afins], lugar onde todas as almas sonham ir um dia.

Veja agora com o vídeo de abertura do jogo que demonstra o que disse. Infelizmente não encontrei em português (sim, o jogo tem versão em português. Lembraram da gente! \o/)

O Jogo

Grim Fandango foi lançado pela Lucas Arts (empresa de um cara aí chamado George Lucas, conhece?) em 1997. Apesar de não ter sido muito conhecido pelas terras brasileiras, o jogo fez muito sucesso lá fora, tornando-se um dos melhores jogos de aventura da época. Não é a toa, ele traz consigo uma trama de digna de filme, com tudo que sempre queremos ver: traição, crime, corrupção (e você achava que ia se livrar disso quando morresse, né? Pois é, esqueça!) e uma pitada de folclore mexicano.

Nele você não morre. Afinal, você já está morto. O que pode acontecer, no máximo, é você viver novamente (acredite, isso existe. No jogo eles possuem uma “arma” que faz você virar flores, ou seja, ganhar vida novamente). Mas, seguindo a trama, você não morre mesmo (pelo menos foge do contexto padrão de filmes hollywoodianos, onde o “mocinho” morre no final). Por esse motivo, o jogo concentra-se na trama e nos problemas que você tem que resolver durante a jogatina, o que o torna mais criativo e difícil. Sério, foi um dos jogos mais difíceis que já joguei.

Personagens

É incrível como os personagens se tornam parte importante da trama. Não só o principal ou alguns em volta dele, mas todos têm uma ponta de importância significativa.

Dentre os principais temos:

manny_calaveraManuel Calavera (“Manny”, para os íntimos)

Personagem principal do jogo, que trabalha como agente de viagens para novos mortos. Apesar de oferecer ótimas oportunidades para recém-presuntos, ele mesmo está precisando de uma oportunidade melhor. Afinal, todos querem um descanso, não?

domino2Dom (Domino Hurley)

“Colega” de trabalho de Manuel Calavera. Atualmente recebe mais comissão por conseguir clientes melhores e com mais grana. E isso está irritando Manny (que costumava ser o melhor vendedor).

doncopalDon Copal

Chefe de Manny e Dom na agência de viagens. Está tramando contra Manuel, junto com Dom. Por isso o mesmo não consegue mais encontrar clientes pompudos.

evaEva

Secretária de Don Copal e grande amiga de Manuel.

 

Esses não são todos, mas apenas o que vemos a princípio. Conforme a trama se desenrola, outros personagens (não menos importantes) surgem.

 

Conclusão

Grim Fangando, apesar de antigo, possui um ambiente que agrada até jogadores novos, com ambientes em 3D cheios de detalhes. É difícil de acreditar como o mesmo não foi reconhecido aqui como deveria. Mas, mesmo assim, não deixa de ser uma ótima opção para pessoas que estão procurando jogos alternativos, até para os dias atuais.

GuZ

Navegador para Gamers

Categoria(s): (Games) por GuZ em 25-11-2008

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Se você está viciado em algum game (como o World of Warcraft), mas precisa checar aqueles e-mails a cada 5 minutos, deverá achar chato ter que minimizar as telas do game toda hora, não é mesmo?

Pensando em viciados, como o Naf, a GotGame lançou um browser que promete ser utilizável enquanto você joga, como no Screenshot acima. Ele suporta CSS JavaScript e até flash e funciona no WinXP e no Vista.

O Jogo pode ser encontrado para download Aqui! 

Update: O browser pode ser encontrado para download Aqui! 

Via Tech Guru

Sávio Ladeira

Mirror’s Edge, Banjo Kazooie e End War: o que achei dos novos demos para Xbox 360

Categoria(s): (Games) por Sávio Ladeira em 07-11-2008

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Baixei essa semana esses três demos e relato abaixo a minha opinião sobre eles:

Mirror´s Edge

Mirror\'s Edge

É um jogo impressionante. Você controla uma mensageira que se movimenta pelo topos dos prédios, baseado em movimentos de Le Parkour. Tem uma jogabilidade incrível e simples, mas com um resultado visual lindo e uma experiência totalmente imersiva.

A visão é em primeira pessoa e praticamente não tem armas, ou seja, você fica o jogo inteiro vendo os pés e mãos da personagem. A simplicidade é tanta que nem indicadores tem na tela. São basicamente dois botões: um para tudo que você tem que fazer em cima e outro para tudo que precisa ir para baixo. Tem que pular, aperta o de subir. Quer escorregar, aperta o de descer. Outro botão serve para ataque e outro para virar 180 graus. Uma jogabilidade altamente intuitiva, digna do Wii. Pena que o jogo não saíra para o console da Nintendo.

Banjo Kazooie: Nuts and Bolts

Banjo e Kazooie Nuts and Bolts

Decepção total. Eu sou um antigo fã, pois adorava o jogo deles para Nintendo 64. Esse novo jogo, Nuts and Bolts é uma mistura de plataforma com o uso de veículos. É interessante a criação e customização dos carros, mas é tudo muito confuso. Toda a interface do jogo é esquisita, com objetivos e propostas não muito claros. Até os controles são estranhos. Nem consegui terminar de jogar o demo.

Tom Clancy´s End War

Tom Clancy´s End War

Confesso que nunca havia visto nenhum jogo da franquia Tom Clancy e posso estar falando algo que não seja nenhuma novidade. É um jogo de estratégia com um visual muito bonito. Você fica praticamente dentro da guerra, nada daquela visão superior e afastada da ação. Todos os comandos são feitos por voz(!), você indica para onde quer que vá cada unidade, se quer que espere, ataque, peça reforços etc. Eu me senti um verdadeiro general de guerra, dando ordem para os soldados pelo rádio diretamente de uma sala de controle. Achei um pouco difícil de entender o formato do jogo, mas acredito que se tivesse mais uma ou duas missões, pegaria o jeito fácil. Para quem gosta de estratégia, eu recomendo.