Pedro Zambarda de Araújo

Os melhores nomes para jogos de videogame, segundo a GameFAQs

Categoria(s): (Artigo, Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 25-07-2011

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Ok, a premissa dessa lista da GameFAQs é bobinha, e se trata apenas de opinião pessoal. No entanto, é bem interessante notar que alguns designers de games capricham na escolha dos nomes para os jogos. Vamos conferir uma seleção de 10 nomes favoritos pelo site e especular sobre a possível (e impossível) criatividade de seus autores.

1. Doom (PC)

Você pode até discordar que este seja um bom nome, mas “Condenado” – traduzindo literalmente – pode até servir como um nome sério para um jogo ou uma maneira brincalhona de dar um nome para uma franquia. O mais tradicional dos games de tiro em primeira pessoa tem um nome que é fácil de pegar, fácil de memorizar e bem sucinto.

Esse título encaixaria também em um jogo de terror. Também serviria para simbolizar a mantança entre minhocas armadas com bazucas, como ocorre com Worms Armageddon. Enfim, é uma palavrinha que agrada quase todos os gostos (exceto aquelas pessoas que preferem nomes mais fofinhos).

2. Dead or Alive (SAT)

Esse é um dos casos de nomes inusitados para jogos. Ou de jogos inusitados para seus nomes. Como o GameFAQs define bem, a sensação que você tem, sem ver o game, é que esse título é de algum enredo ambientado no velho oeste, western, com duelos de homens barbados.

O bizarro é que se trata justamente do contrário. 90% dos personagens desse jogo de luta são mulheres com seios avantajados lutando em praias para os marmanjos ficarem de olho. Sendo um dos filhos bastardos da série Tekken, o propósito de DoA é ser apelativo mesmo, e com um título estiloso, que também serve pra qualquer tipo de game (pensando melhor, agora).

3. Devil May Cry (PS2)

Diabos não choram. Ou deveriam não chorar. Mas o protagonista Dante, com sua espada e suas duas pistolas em alta velocidade, consegue fazer os diabretes tremerem de medo.

O título está diretamente ligado ao enredo, mas o ponto positivo para o designer de games que deu esse nome é brincar com um personagem (diabo) que normalmente não toma determinada ação (chorar). E com esse aparente paradoxo, a série recebeu um ótimo nome.

4. Resident Evil (PS)

O site GameFAQs diz que o nome japonês da franquia, Biohazard, soa melhor. Talvez seja verdade, mas me parece um nome clichê para filme de terror. Resident Evil fazia mais sentido no primeiro título da série: Você entrava em uma mansão, dormia lá e enfrentava zumbis.

Isso, de fato, era uma “residência do mal” – traduzindo literalmente. Mas o nome da série perdeu completamente o sentido quando você começou a matar zumbis em área urbana, na Espanha e até na savana africana. Um nome datado.

5. Half-Life (PC)

“Meia vida” lembra aquela ideia de material que ainda está radioativo e quanto tempo leva para a ele perder sua radiação. Esse mesmo nome também lembra que seu personagem no game tem menos chances de sobreviver se estiver ferido.

O GameFAQs levanta a pergunta: O que essas definições tem a ver com um game de um doutor que enfrenta aliens e monstros de todo tipo em um tiroteio em primeira pessoa? Sei lá. Acho que essa é a graça do nome.

6. Sexy Parodius (SAT)

“Paródia sexy” é um nome tão tosco, sem noção e sem sentido que parece funcionar muito bem em uma série pouco conhecida da Konami, um shooter mais colorido para sua categoria. Um jogo de tiro para todo tipo de público.

7. EarthBound (SNES)

O nome original desse jogo era MOTHER 2. “Preso à terra” é um nome bem mais “pé-no-chão” pra esse game.

8. Donkey Kong (ARC)

King Kong? Shigeru Miyamoto fez uma cópia desse gorilão que conquistou os cinemas norte-americanos em seu game, mas dando um nome diferente para ele: Donkey. O significado dessa palavra é “bobo”.

E, no final das contas, o personagem é isso mesmo. Mesmo ele sendo vilão do game.

9. Call of Duty (PC)

Acho esse nome meio óbvio para estar nesta lista, mas “Chamado para o Dever” soa mesmo com um título para um jogo de guerra.

10. Parasite Eve (PS)

“Nascimento do parasita” para um jogo que mistura terror e RPG parece um título bem apropriado. Mas, além disso, que é óbvio, Parasite Eve simplesmente soa bem. É um daqueles nomes simples que a gente sempre quis dar pra alguma coisa. Pra um jogo de videogame, funciona.

Pedro Zambarda de Araújo

Você quer falar sobre sua paixão por videogames?

Categoria(s): (Games, Nerd) por Pedro Zambarda de Araújo em 29-07-2010

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Post original do Bola da Foca.

Você gosta de games? Realmente curte? Gostaria de falar para uma câmera sobre isso?

Estou fazendo um TCC no último ano de jornalismo e preciso de depoimentos em vídeo para divulgar o trabalho. Quem puder ajudar, pode gravar de câmera digital ou celular e me mandar o link do Youtube. Claro, para te auxiliar na gravação, eu elaborei três perguntas para que você responda, evitando problemas. Veja abaixo:

1 – Desde quando você joga videogames? Isso influiu na sua vida como? Você tem personagens e situações nos jogos eletrônicos que te afetaram?
2 – Quais as tendências atuais dos games que você consegue observar hoje? Quais tendências permanecerão na evolução dos games, na sua opinião?
3 – O que é a indústria de jogos eletrônicos, também segundo sua opinião?
Simples, não? Caso você queira contar mais curiosidades, sinta-se à vontade para inserir em seu vídeo. Em caso de qualquer dúvida, o link para comentários abaixo serve para resolver pendências.

Quem quiser colaborar, mande e-mail para boladafoca[at]gmail[dot]com.

GuZ

A indústria pornô e os games.

Categoria(s): (Artigo, Bizarro, Nerd, Retro-Games, Review) por GuZ em 20-12-2009

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Desde que foi fundada, a Nintendo tem um propósito de criar vídeo games para crianças, jovens e adultos de uma forma que não ofenda ou prejudique ninguém, tanto que para isso ela criou um videogame que pode ser controlado sem aqueles inúmeros botões que existem (e que dá nome pra este blog!). A Sega concordou com a Nintendo…

Mas, se você pensa que os videogames sempre foram inocentes assim, está muito enganado. O Pai dos vídeo-games, ATARI, já tinha jogos, digamos, não adequados para menores:

ATENÇÃO : 18+ #NSFW.

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GuZ

Sony registra patente de algo que pode quebrar sua TV

Categoria(s): (Games, Rapidinhas) por GuZ em 05-07-2009

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Como já era de se esperar, criaram um Natal Killer. Dessa vez a Sony registrou a patente de algo que pode detectar objetos comum em 3D, utilizando o Playstation Ele e colocar ele num banco de dados para usar no jogo, depois, naturalmente, a câmera detectará o objeto para ser usado no jogo. Imagine você jogando baseball e acertar a Sony Bravia que seu pai comprou há uma semana? Não tem preço.

Será que isso será tão interessante quanto o Project Natal?

Via [Engadget]

Naftali

Project Natal: A casa do futuro na sua casa

Categoria(s): (Games, News, Rapidinhas) por Naftali em 03-06-2009

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Estou realmente boquiaberto com a novidade que a Microsoft apresentou na E3 desse ano. Como o Gustavo já disse (e os boatos previam), o projeto Natal tem a ver com entretenimento digital sem o uso de controles. Reparem bem que eu não disse jogos, eu disse entretenimento digital. Ao meu ver a Microsoft conseguiu ficar a frente da Nintendo (o Wii Motion Plus parece brinquedo de criança perto da ideia da Microsoft) de uma forma que poucos imaginariam.

Aliás, lembram de quando víamos aqueles vídeos com detalhes sobre como seria a casa do futuro? O problema deles é que sempre deixavam-nos sonhando, sem algo realmente palpável no mercado. Mas ao que parece essa ideia de casa do futuro está começando a entrar no campo de realidade para muitas pessoas.

O funcionamento é simples: esqueça os controles. Ou seja, você realmente usa totalmente seu corpo. Os movimentos são reconhecidos por uma câmera, ou qualquer tipo de sensor que fique a frente da televisão, e então codificados para serem interpretados pelo jogo ou software. Ou seja, não são mais apenas os movimentos da mão que farão parte do entretenimento, é seu corpo inteiro. Como se não bastasse, o “Natal” tem reconhecimento de voz e reconhecimento facial. Ou seja, você não será confundido com qualquer pessoa que passe ao seu lado enquanto estiver jogando.

Veja abaixo um vídeo de demonstração da tecnologia

Como se não bastasse, existe também um projeto chamado “Milo” que é a evolução do que conhecemos como amigo imaginário. Milo é um garoto que conversa contigo, percebe suas emoções e pode até fazer com que a linha tênue entre a vida real e a digital seja quebrada. Pode parecer irreal, mas não é, está aí, como pode ser observado no vídeo abaixo (em inglês).

O que temos que admitir é que a Microsoft conseguiu se superar *E* (ênfase no “e”, por favor) superar a Nintendo. A Big N que se cuide, pois a companhia de Redmond entrou de cabeça nesse mundo e não vai ser fácil derrotá-la.

Fonte: Gizmodo

Sávio Ladeira

Monkey Island está de volta!

Categoria(s): (Games) por Sávio Ladeira em 02-06-2009

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My name is Guybrush Threepwood and I'm a mighty pirate.

Eu fiquei extremamente feliz com essa notícia. Monkey Island é um jogo que marcou o início da minha vida nerd.

Foi o primeiro adventure que eu realmente consegui jogar. Antes eu tive contato com o Maniac Mansion na versão do Nintendinho (8 bits), mas eu não tinha idade para entender o jogo. Com Monkey Island foi diferente. Jogava junto com meu irmão, enquanto meu pai ia traduzindo algumas falas. Quando não tinha ninguém para ler os textos, a gente apelava para o dicionário. Sim, esse jogo também me fez aprender inglês.

Hoje é um gênero meio esquecido, quase extinto. Na época de ouro dos adventures, todas as empresas copiavam essa fórmula de sucesso. O melhor eram as histórias dignas de cinema. Tão bem elaboradoas que irão fazer um filme sobre o Broken Sword.

A única empresa ainda aposta no formato é a Telltale Games. Eles resgataram Sam´n Max com o formato de episódios, como se fosse uma versão compacta dos antigos adventures. Joguei o episódio 1 do Sam´n Max e também dois episódios do Strong Bad no Wii. A diversão é praticamente a mesma, apesar da um pouco mais fáceis por serem jogos mais curtos.

Agora estou ansioso pelo lançamento de Tales of Monkey Island. Será lançado no dia 7 de junho, em cinco episódios mensais disponíveis por download. Já vou garantir a compra do pacote completo, por apenas 35 doláres.

Quem quiser conhecer ou lembrar os antigos adventures, existe um projeto chamado ScummVM, que adapta os jogos para os sistemas atuais. Tem versão para Windows, Linux e até mesmo Iphone e Nintendo DS. Recomendo.

Naftali

Jogos originais e suas vantagens

Categoria(s): (Artigo, Games) por Naftali em 20-05-2009

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Yeah, baby!

Tenho certeza que muitos que lêem esse blog já baixaram, ou baixam incessantemente jogos. Muitos jogam por algumas poucas horas e já apagam do seu HD, outros já conseguem jogar o jogo até enjoar. O foco não importa, a questão é que muitas pessoas deixam de gastar seus dinheiros com jogos, por razões óbvias. Eu mesmo já baixei inúmeros jogos, mais do que posso contar com todos os dedos que possuo.

Mas tenho me tornado um adepto de jogos originais, por alguns motivos. Eu sei que é difícil para muitos gastar seu rico dinheirinho com jogos, mas para os outros, acredito que vocês devem se perguntar: “Por que jogos custam?”

A resposta é simples: Porque todo processo de produção possui um custo. Horas pagas a programadores, designers, conta de água, luz, snacks, horas-extra. Tudo isso, no fim do projeto, pode chegar a milhões de “dinheiros”, e essa bufunfa precisa ser paga de alguma forma. É por isso que todo produto tem seu preço. Afinal, se as empresas não pagarem suas contas, elas vão à falência. Basta ver o que aconteceu com a 3D Realms.

Além disso, muitas empresas, até mesmo para aumentar a “vontade” de se ter o original, criam edições especiais, com encartes belíssimos, posteres gigantescos, e todo o mais que deixa qualquer colecionador babando. Como a edição especial de Spore, por exemplo.

Porém, para muitos edições especiais não são um atrativo muito grande. Mas, com inúmeras barreiras e bloqueios que as empresas colocam para evitar que usemos pirata, acabamos tendo que utilizar softwares de terceiros (leia-se “cracks” e “keygens”) para que seja possível curtir o jogo por completo. Mas vocês já se perguntaram o que é que tem nessas aplicações, além de códigos para passar por bloqueios? Pois é, nem queira saber.

De qualquer forma, nem sempre esses programinhas nos garantem 100% do jogo. Alguns não conseguem transpôr bloqueios para jogatinas online, por exemplo (mais de um serial jogando online não é permitido, desista). Aí ficam muitos chupando o dedo e dizendo que o jogo é uma merd* porque não funciona direito.

Hoje os preços altos já não são mais problemas (para muitos, claro). Enquanto antigamente tínhamos jogos que chegavam na casa de 300 reais, agora eles não passam de 125 (claro que estou falando apenas de jogos para PC). É muito, mas já bastante acessível para várias pessoas (como eu, por exemplo). Várias vezes eu recebo promoções da Saraiva com 15% de desconto na compra de qualquer jogo, jogos de graça na compra de outros, e por aí vai. Agora, se você ainda reclama das taxas de importação, impostos, frete, etc., compre pelo Steam (é necessário cartão internacional) ou o Direct2Drive, acaba saindo mais barato em alguns jogos, e de vez em quando a Valve lança uma promoção f*da.

Agora, dizer para mim que vai baixar jogo “para testar e depois comprar” é uma baita de uma conversa fiada. Até porque, jogos demo e trial estão aí pra isso, e todos sabem que se temos o jogo inteiro na mão “por que comprar o original?”.

Muitos podem não ter dinheiro pra gastar com jogos, mas quem puder dar sua ajudinha, compre um jogo que goste bastante, isso ajudará a empresa que suou a camisa e gastou absurdos para que o game estivesse no seu pc o quanto antes. Pense nisso.

Naftali

Review: Prince of Persia

Categoria(s): (Games, Review) por Naftali em 07-04-2009

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Há um certo tempo que um jogo não me cativa a ponto de ficar horas jogando sem parar, apenas por diversão. O jogo que me fez voltar aos tempos de criança com um controle na mão e horas desperdiçadas em frente ao monitor, foi a novo Prince of Persia, lançado em 2008.

Diferente da linha anterior (claro que estou descartando o Prince of Persia dos anos 80), esse possui um novo príncipe – que na verdade, não é mesmo um príncipe – e uma princesa chamada Elika, que o acompanha durante o jogo inteiro.

Com um enredo novo e uma nova forma de encarar os jogos da série, Prince of Persia se renova em um novo título, agora com muito mais aventura do que ação. Para mim isso foi um pouco frustrante, porque sempre gostei dos jogos do Prince pela degolação, morte, mutilação e malabarismo. A princípio o desânimo, mas depois de algumas horas de jogo, a trama se desenrola e você vai descobrindo novos caminhos, novas magias e novos inimigos. Por mais que o foco do jogo não seja batalha, quando elas ocorrem são cenas de tirar o fôlego, cheias de efeitos especiais, combos e malabarismos. Pena que são poucos.

História

O príncipe, cujo nome não é revelado, possui essa alcunha pelo simples fato de vagar pela Terra atrás de aventura e dinheiro. Ganancioso, sempre se aventurou em lugares inexplorados, enfrentando as mais diversas criaturas. Quando acha que tudo o que poderia fazer já o tinha feito, o príncipe se depara com um novo desafio.

Perdido na floresta atrás de sua macaca (Farah), ele acaba caindo em um vale, onde encontra Elika, que está fugindo de alguns soldados Persas – Esse início foi inteligentemente utilizado para ensinar os movimentos de batalha, combos e defesa.

Ao salvar a princesa, o príncipe descobre que o Deus da Escuridão, Ahriman está prestes a se livrar da prisão onde seu irmão, Ormazd – Deus da Luz – o prendeu há cerca de mil anos. Como ele já não tem mais família, nem com o que se preocupar, acaba decidindo tomar o rumo junto com Elika para evitar que Ahriman seja liberto e tome conta da Terra.

Personagens


Príncipe

Where Should We Go Next?

"Não existem Deuses ou Estrelas guiando a minha vida. Eu apenas vou onde quero. Err... Onde devemos ir agora?"

Os pais do príncipe morreram em guerra quando o mesmo era ainda criança. Segundo ele, seus pais prometeram voltar para buscá-lo dos cuidados do tio, mas eles nunca o fizeram. A partir de então ele se tornou uma pessoa desligada do passado e que acredita que o futuro é algo incerto. Não pestaneja em viver o presente, não importa quão perigoso isso pode ser.

Dotado de um sarcasmo sem igual, o príncipe deixa o jogo com um tom engraçado e divertido. É sempre ótimo prestar atenção às suas falas.

Ateu, não acredita em Deuses ou destino. Acredita que ele mesmo é que faz a própria vida.

Princesa Elika

Ao contrário do príncipe, Elika é extremamente religiosa, crendo que Ormazd guiou o caminho do príncipe até ela, para que pudessem lutar contra a volta de Ahriman.

Elika possui poderes que ajudam o príncipe durante o jogo. Além disso, também pode controlar os poderes de Ormazd espalhados pelo mapa. Existem quatro poderes que podem ser utilizados. Sendo eles:

  • O Passo de Ormazd: Dá o poder de executar saltos enormes, podendo alcançar lugares inimagináveis;
  • O Sopro de Ormazd: Permite que o príncipe alcance altas velocidades, podendo assim correr pelas paredes, tetos e qualquer outro lugar que possa desafiar a gravidade;
  • As Asas de Ormazd: Faz com que o príncipe e Elika literalmente voem pelo mapa, até chegar no destino; e
  • A Mão de Ormazd: Age como um gancho de escalada. Permitindo que o príncipe possa se balançar entre obstáculos.

Rei

Pai de Elika, ele reinvindicou seu poder após o falecimento da esposa. Como ele é o rei dos Ahuras, deveria ser o responsável protetor do selo sobre Ahriman. Com sua negação ao poder, não há mais proteção para o selo, que está prestes a sucumbir ao poder do deus da escuridão.

Batalha

Como dito anteriormente, as batalhas não são o foco principal do jogo, mas trazem consigo uma beleza cinematográfica sem igual, que merece um destaque.

Se o jogador dominar o tempo do adversário, como atacar e como se defender, ele pode tornar o jogo incrivelmente belo para um espectador. Ao defender no momento exato, o inimigo abre a cobertura, o que permite um contra-ataque que dá o dobro de dano se comparado com quando atacado com a guarda levantada.

Existem quatro tipos de ataques (sendo eles, ataque de espada, ataque com a garra, ataque acrobático, e ataque mágico de Elika) que, quando combinados, podem gerar combos de tirar o fôlego.

Não existe barra de vida para o príncipe. O que existe é uma barra única que começa cheia. A cada golpe dado no inimigo, a barra diminui. Mas, se em algum instante do jogo, a Elika precisar intervir para que o príncipe não morra, a barra enche em uma quantidade razoável, podendo inclusive recuperar-se inteira.

Além disso, existem também momentos em que o príncipe se encontra encurralado. Quando isso acontece, aparece na tela um botão específico a ser pressionado. Se o mesmo for ativado no momento exato, o príncipe se defende e contra ataca, voltando à batalha normal. Se não conseguir, o príncipe toma uma bela sova e a Elika precisa intervir, fazendo com que a barra encha.

Mas não adianta posso tentar descrever com todas as palavras mas, como algumas pessoas dizem, imagens vale mais do que mil palavras:

Conclusão

Esse novo título da série faz renascer o que todos imaginavam que acabariam com “The Two Thrones”, que é o último da trilogia. Não posso realmente dizer se foi uma idéia sensata usar o mesmo nome para um jogo parcialmente novo – digo parcialmente porque a jogabilidade e ambiente se parecem muito com a série anterior -, mas posso dizer que é um ótimo jogo, sendo Prince of Persia ou não. Merece seu respeito e um espaço na sua estante.

Se você puder jogar no console, ou possuir um controle para PC, a experiência será bem melhor, acredite. Jogar adventure com mouse e teclado não é a mesma coisa. Talvez porque eu esteja acostumado a rodar prince no video-game. Talvez.

Naftali

Jogo do dia: The Legend of Zelda – Phantom Hourglass

Categoria(s): (Games, Review) por Naftali em 09-02-2009

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Link se despede dos conhecidos após sair da ilha com Tetra (Wind Waker)

Acredito que muitos dos nerds que lêem esse blog jogam ou já jogaram um jogo da série Zelda. E acredito que, como eu, muitos de vocês se sentiram decepcionados quando a Nintendo demonstrou a nova versão de Zelda para GameCube: Wind Waker. É, gráficos estilo cartoon, cara de infantil, quando o que todos esperavam era uma sequência digna de Ocarina of Time. Link crescido, com cara de homem. Mas o que recebemos foi nada mais do que uma criança cuja sobrancelha fica por cima do cabelo (é, eu também achei bizarro).

Apesar da decepção de muitos com esse jogo para GameCube (confesso que depois de ter jogado o sentimento de decepção foi embora, mas para outros ele contiuou), a sua sequência, Phantom Hourglass é digna de ser jogada. Ele é exatamente a sequência do WindWaker e começa exatamente do ponto onde o anterior acabou. 

História

Após Link sair em viagem junto com sua companheira, Tetra, eles começam a procurar o lendário Navio Fantasma, que é perseguido por muitos piratas porque, segundo lendas, o mesmo carrega quantias incontáveis de tesouros. Mas, todos que se aventuram na busca pelo Navio Fantasma acabam desaparecendo. 

Com Tetra e Link não foi muito diferente, após terem encontrado o Navio, Tetra é “sugada” pelo mesmo e acaba ficando presa lá dentro. Link, na sua tentativa frustrada de resgatá-la acaba desmaiando. Algum tempo depois do ocorrido, ele acorda em uma ilha desconhecida por ele. Lá ele encontra uma fada (como a fada do Ocarina of Time), chamada Ciela, que o acompanhará na sua aventura para salvar Tetra do Navio Fantasma.

Personagens

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Linebeck, dono do barco utilizado por Link para continuar a aventura

Nesse jogo, controlamos o mesmo Link apresentado em Wind Waker (com a mesma sobrancelha sobre o cabelo). Como o Link acordou perdido em uma ilha, ele não possui mais o barco e nem está próximo ao barco de Tetra. Por essa razão, ele é obrigado a procurar um novo barco, que encontra ao salvar Linebeck, que estava preso no templo “Ocean King”. 

Outro personagem que faz um grande papel no jogo é o ancião Oshus, que ajuda Link entregando-lhe uma espada para progredir no jogo. Oshus acaba tendo um papel crucial na história.

Modo de Jogo

Posso dizer que Phantom Hourglass é um dos jogos que mais utilizam a interatividade do Nintendo DS. Do touch-screen ao microfone, todo feature do DS é utilizado. Até o ato de abrir e fechar o console é inteligentemente integrado ao jogo. 

Existem, basicamente, dois modos diferentes de jogo: um quando você está navegando e outro quando está em terra firme.

Quando está navegando, você literalmente desenha a rota que deseja fazer no mar e o barco o faz, enquanto navega, você controla o canhão do barco e o utiliza para atacar inimigos ou destruir bloqueios no meio do caminho. Nesse modo, a câmera trabalha exatamente como em Wind Waker, o que te dá a sensação de um ambiente totalmente 3D.

Agora, quando está em terra firme, o ambiente se torna como em versões clássicas do Zelda (A Link to the Past, por exemplo), e você controla o Link com uma câmera fixa em cima. O controle é feito com a Stylus, ou seja, você aponta uma posição na tela e Link segue esse ponto. Para atacar, basta realizar movimentos com a caneta que o personagem atacará. Apontar para objetos também funciona, dessa forma Link carrega pedras ou até conversa com as pessoas ao redor.

É possível também realizar anotações nos mapas do jogo e acreditem, isso ajuda bastante!

Multiplayer

Apesar do jogo como um todo ser excelente, o modo multiplayer é bem tosco. O jogo é simples e consiste em pegar mais itens no mapa do que o adversário. Anima um pouco no começo, mas só.

Finalizando

Mesmo para os que se decepcionaram com o Wind Waker, garanto que adorarão o Phantom Hourglass. É um jogo com um ambiente cativante e que garante horas de jogo ininterrupto. O jogo em si é bem curto e poderia sim ter sua história alongada, mas talvez isso tornasse o jogo mais chato e enjoativo, então acredito que a Nintendo o tenha feito “na dose certa”. Assim uma pessoa que nunca jogou Zelda pode se ambientar bem e um fanático pela série pode se divertir bastante. Se não jogou, recomendo.

Sávio Ladeira

Vem aí um novo Spore: Aventuras Galáticas

Categoria(s): (Nerd) por Sávio Ladeira em 26-01-2009

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Spore Galatic Adventures

O primeiro jogo contou como uma carga enorme de expectativa que seria praticamente impossível de ser superada. E não foi. Eu, pelo menos, achei o Spore bonitinho, interesse e altamente limitado. Sim, apesar das inúmeras possibilidades de criação, o jogo é linear: você nasce, cresce, evolui e morre. Joguei duas vezes e larguei o jogo na gaveta.

Agora a Eletronic Arts está prometendo uma grande expansão. Não simplesmente novas partes como foi o Medonhos e Fofinhos. Serão novos modelos de jogabilidade. Aparentemente, você poderá descer nos planetas para cumprir missões, além de inventar novas e jogar as missões que os outros montaram. Pode parecer pouco, mas deixar os jogadores livres para criar é uma fórmula de sucesso quase garantida.

Além desse para PC, tem outros jogos baseados no Spore. Um que deve ser algo parecido com Pokémon, o Spore Hero, esse para Wii e DS. Também uma versão mais infantil, seguindo a linha dos bichinhos virtuais, o Creature Keeper. Agora resta esperar se algumas delas vai valer o preço.

Se quiser saber mais, visite o site oficial do Spore.