GuZ

RPG On-Line da Hello Kitty

Categoria(s): (Games) por GuZ em 18-12-2009

Tags : , , , , , , , , , ,

Nada de World of Warcraft nem de Age of Empires, o MMORPG  da vez é o da Hello Kitty.

Pensando em garotinhas meigas e delicadas como a Fabiane, a Gamemaxx trouxe o jogo mais fofo do momento para o Brasil, num beta fechado que precisa de convites (Google feelings?).  Mas em Janeiro será aberto um Beta aberto a todos que quiserem testar o RPG On Line com os gráficos mais fofos do mundo.

O Jogo voltado aos macfags é totalmente em português e nele você pode interagir com crianças de todo o mundo e nele você deve cumprir missões que os personagens passa para os jogadores que podem ser desde lutar contra monstros até cuidar e um animal de estimação e um jardim. Ah, os monstros não morrem, eles dormem para não ofender o público sensível de pessoas que vão jogar.

Os gráficos do jogo são bonitos (Melhores que o do Tibia, claro), e parece que é até jogavel (Se você não tiver problemas com coisas multicoloridas e fofas).

 

image

 

 

G1

Naftali

Por que abandonei o Linux: Da filosofia à prática

Categoria(s): (Artigo) por Naftali em 02-04-2009

Tags : , , , , , , ,

mad_penguim

Sei que muitos aqui discordarão de minha opinião, mas para dizer a verdade, essa é a intenção. Há muito defendi (mesmo que cegamente) o Linux e sua filosofia, mas ultimamente algumas coisas me fizeram mudar de opinião e aceitar o que sempre fui.

Filosofia

Acredito que todos, ou pelo menos a maioria, conheça a história e a filosofia do Linux. Mas, vou contá-la mesmo assim. 

Todas as distribuições Linux são gratuitas (o máximo que pode acontecer é a necessidade de pagar por suporte, como é o caso da Red Hat, Novell, etc.) e de código-aberto, por esse motivo todos podem modificá-lo a bel-prazer e então fazer uma nova distribuição chamada “NaftaliOS” e dizer que foi ele quem fez. Tenho que concordar que essa idéia é ótima. Mas só na teoria. 

Podemos fazer um relacionamento “por cima” entre a filosofia Open-Source e o Socialismo. Ambos são lindos no papel, mas quando postos à prática viram uma zona e ninguém sabe ao certo o que aconteceu, mas no fim, sempre tem um cara por cima se dando bem.

Os motivos para que essa filosofia não se concretize como esperado, é pelo simples fato de não termos uma organização racional e nem rígida. É sério, por mais que tenhamos uma empresa cuidando de uma distribuição, não é ela quem trabalha com o kernel, nem com a interface gráfica, nem com softwares de configuração (em muitos casos). Toda essa modularidade do sistema, que pode sim ser usada positivamente, está atualmente destruindo o que muitos esperam ver no fim. 

Se a Canonical não tem domínio sobre o Gnome, KDE e afins, como ela fará um melhor para seu S.O.? – Sei que você pode me dizer que todos são open-source e que a empresa pode modificá-los também, mas aí entramos no mesmo problema de forma recursiva.

Além disso, os criadores de tais aplicações não seguem a mesma filosofia da empresa que as utiliza. Por exemplo: A Canonical lança um Ubuntu a cada 6 meses religiosamente, mas a galera que cuida do Gnome não faz da mesma forma. Aliás, há anos que não vejo uma atualização digna de chamar de upgrade dele. Por outro lado, o pessoal que cuida do KDE nem sequer liga para seus usuários. Quem se lembra desse ocorrido tempos depois do lançamento do KDE 4?

Problemas como esse atrapalham pessoas que querem trabalhar por um Linux melhor e, consequentemente, atrapalha com a filosofia inteira. Não adianta tentar fazer um Linux para humanos, se os humanos envolvidos não agem como tais.

Prática

Todos os problemas citados em filosofia, acabam afetando significativamente a prática. Sei que a maioria dos usuários Linux afirmam que o sistema funciona perfeitamente bem e é muito estável. Isso pode ser verdade quando o sistema roda sem a interface gráfica, onde tudo acaba sendo mais simples. Porém, a partir do momento em que aumentamos as possibilidades para o usuário, mais complicado fica e mais sussetível a falhas ele se torna.

Eu já usei Linux por um tempo razoavelmente amplo e posso afirmar que já perdi horas configurando o sistema e realizando a manutenção no mesmo. Além do fato que muitas das coisas que precisamos quando ingressamos em um sistema novo, não estão disponíveis de maneira nítida e clara. Sei que se eu abrir o arquivo que se encontra em /etc/X11/xorg.conf, eu posso configurar tudo com relação a interface gráfica. Mas entendam, isso não é fácil de ser aprendido por um usuário comum que, atualmente, é o grande foco da maioria das distribuições. Acredite: Interface é tudo.

Ainda assim, se eu passei por todo esforço para aprender a configurar o sistema, ainda tenho que tomar cuidado na hora de instalar pacotes novos e atualizações. Apesar de ser completamente automatizado hoje, eles não são 100% seguros. Já recebi atualizações de pacote que acabaram por atrapalhar mais e, ao invés de apenas resolver um problema, causaram outro maior ainda. Isso se deve principalmente à filosofia dos desenvolvedores: Resolve problema, não testa e envia. Pode não ser a filosofia de todos, mas a maioria dos programadores tendem a agir dessa forma, eu sei. E se não temos alguém para organizar e manter a casa em ordem, não serão eles quem o farão.

Fora esses problemas, ainda temos outros pontos como falta de software bom e dificuldade para encontrar alternativas igualmente boas (se existirem). Por exemplo o Photoshop, ninguém conseguiu e acredito que ninguém conseguirá me convencer que o GIMP é melhor que o Photoshop. A razão? Aplique tudo o que já falei, mais o que vou falar, para ele também.

Mas, mesmo sabendo de todos esses pontos fracos, muitas pessoas ainda insistem, com argumentos como:

Você não precisa pagar para tê-lo, é livre e pode ser facilmente instalado.

Sim, eu concordo com o fato de ser fácil de instalar, apesar de já ter tido problemas, mas isso é algo primordial e que todos os outros também tem. Então, qual a diferença?

Mas, o fato de não precisar pagar gera outro problema que discutirei logo mais.

O sistema é você quem faz, se você o configurar bem, ele funcionará bem.

Eu concordo com isso também, o Linux bem configurado pode se tornar bastante robusto, mas configurar o sistema até que ele fique redondinho não é fácil e também não é intutivo, ficar modificando arquivos e reiniciando a interface gráfica não é a melhor maneira de se descobrir como deixar o sistema melhor.

Você tem escolha. Não gosta do Ubuntu? Pega o Suse. Não gosta dele também? Pega o Fedora. E assim por diante.

Isso era realmente para ser uma idéia boa, mas na prática não funciona tão bem. Pelo simples motivo de que, todos rodam em cima do mesmo kernel e todos usam os mesmos aplicativos ou semelhantes, que também possuem a mesma filosofia. Fora que, o fato de ter muitas opções, torna mais complicado saber qual a melhor a se utilizar e qual delas se adequa mais às minhas necessidades. Não adianta, a filosofia de um usuário é: “Pego uma e foda-se, se não der certo eu volto pro Windows”. E, na maioria das vezes, não dá certo.

Existem outros pontos que mereciam um post somente para eles, mas para não aumentar o texto, vou deixar apenas estes.

Conclusão

Software Livre tem uma ótima filosofia, como citei acima, mas não é compatível com a filosofia de um mundo capitalista, onde para manter um projeto como esse é preciso dinheiro. E, para dinheiro é necessário fazer com que os usuários comprem o produto, para isso é necessário agradá-los, e para agradá-los é necessário ouvir o que eles querem e implementar tudo o que for possível. A partir desse momento é possível conquistar novos usuários, manter antigos e de quebra melhorar o sistema.

Porque queremos evolução de verdade, queremos ver coisas novas, menus diferentes, cores diferentes, opções novas, efeitos novos, e o principal: queremos que funcione.

Por mais que muitos possam não concordar comigo, a Microsoft ouve sim seus usuários e corre atrás das cagadas que tenha feito. Podemos ver esse exemplo com o Windows 7, que segundo resenhas é um Vista melhorado, ou até mesmo “rebocado”. Todos cometemos falhas, o que diferencia é como resolvemos os problemas gerados por nós mesmos. A Microsoft, por ser uma empresa, quer dinheiro e para isso tem que correr atrás para melhorar seu produto, não adianta. Pronto, essa filosofia pode ser dura para muitos, mas é a que funciona, não é a toa que a maioria das pessoas usa Windows.

Como diz um colega meu: “Paga, funciona. Simples.”

 

PS.: Nunca usei Mac, apesar de minha vontade enorme, por isso não o abordei nesse artigo. Porém, se um dia o usar, pode ter certeza que escreverei algo também.

Naftali

Lançado o Mono 2.0

Categoria(s): (News, Rapidinhas) por Naftali em 12-10-2008

Tags : , , , , ,

Para quem não sabe, Mono é um projeto que tem como finalidade fazer o que a Microsoft não fez. Deixar a plataforma .NET realmente portável. Por que, apesar de esse ser um ponto forte indicado pela Microsoft, o .NET não é tão portável assim. Em outras palavras, o coitado só funciona em plataformas windows.

É aí que entra a galera por trás do projeto Mono. Com o lançamento da versão 2.0, entrou o suporte ao C# 3.0 e programas compilados para o framework 2.0.

A portabilidade tanto do seu código, quanto do seu programa, não é 100% garantido, pois isso depende do quão “grudado” à API do windows seu programa esteja. Apesar de várias bibliotecas também terem sido portadas, nem todas passaram por esse processo.

Essa versão inclue também o suporte ao Windows.Forms 2.0, para desenvolvimento de aplicações desktop.

Grande notícia para os desenvolvedores .NET. Quem sabe um dia possamos ter total portabilidade entre os Sistemas Operacionais. Como dizem por aí, a esperança é a última que morre.

Fonte: ars technica