Matheus TUX

Need for Speed Shift Review

Categoria(s): (Games, Review) por Matheus TUX em 14-10-2009

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Jogos de corrida por ai está cheio e a EA sabe disso. Após as duas últimas tentativas não muito bem sucedidas (NFS ProStreet de 2007 e NFS Undercover de 2008) vejo que ainda há uma saída!

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O game lançado em 17 de setembro, desenvolvido pela Slightly Mad Studios e distribuido pela EA, superou as minhas expectativas. O título, dado pelo ato da troca das marchas, tem uma idéia diferente do último.

Visão padrão de jogo:

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A visão padrão de jogo é do interior do carro, que é excelente por sinal, conseguiu reacender a chama do NFS 2 “SE” , que ná época exigia uma placa grafica de 2 MB (sim é isso mesmo! prrecisei aumentar de 1 MB para 2 na época) e era excelente!

O jogo começa com um test drive, para dimensionar o nível que você está e assim ele liga os assistentes automaticamente, que podem ser ajustados posteriormente. Além deles há linhas na pista que alternam entre verde, amarelo e vermelho… auto indicativas de: pé na tábua, solte o acelerador e freeeia!

Jogando, você vai evoluindo os níveis de piloto, que vai de 0 a 50. Atualmente estou no 20, mas é bem demorado. As corridas incluem um modo misto, disputa de melhor tempo e drifts.

Mais algumas fotos:

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A foto abaixo é do Pagani Zonda (de longe o melhor do jogo!) a 319 por hora! Reparem a perfeição, o blur embassado do painel em alta velocidade:

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De modo geral, o jogo é empolgante, muito viciante e vale a pena! Como disse anteriormente, você “evolui” do nivel 1 até o 50. Atualmente estou no nivel 21. Os carros são separados pelos tiers, que vão do 1 ao 4, o que vai mudando é a pontuação e, consequentemente, a performance de cada carro, que também possuem uma nota, a medida que você vai “tunando” o danado. O máximo que vi até agora é o ultra level 20 do Pagani Zonda.

Alguns dos carros do jogo: Bugatti Veyron, Mercedes-Benz SLR McLaren, Pagani Zonda, Corvette Z06, Ford GT, Honda Civic SI (sonho de consumo), Mazda RX-7,BMW M3 GT2. No total são 72 carros separados pelas categorias, e os clasisficados como drift cars.

A sound-track também é bem legal, e nos drifts rola até um funk pesado (Te Convierto, Mala Rodriguez) empolga! Link da musica

Plataformas: PC, Xbox 360, PS3 e PSP
Requisitos mínimos: Windows XP/Vista/7, Processador Intel Core 2 Duo 1.6 GHz ou superior, 1 GB de memória RAM para Windows XP e 1.5 GB para Windows Vista, 6 GB de espaço livre em disco, placa de vídeo de 256 MB com suporte para Pixel Shader 3.0, DirectX 9.0c ou superior.
Aqui em casa, rodei com o Windows 7 normalmente, com todos os gráficos no máximo sem maiores problemas.
Minha configuração:
MB Asus P5k-SE, Core2Quad Q6600, Geforce 8800 GS, 2 Gb de ram.

Naftali

Review LG Renoir KC910q

Categoria(s): (Artigo, Review) por Naftali em 07-06-2009

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z6a_renoirdentroApós o desprazer de ter sido assaltado em Curitiba e, por consequência, ter meu Nokia N73 levado embora, decidi que era hora de fazer um upgrade no celular. Fiquei em dúvida entre 2 aparelhos: ou eu levava Nokia N85 ou o LG Renoir KC910q. Optei pelo segundo pelo preço, a princípio. Afinal, apesar de ainda ser um bocado caro, era bem mais barato que o N85.

Diferente do aparelho da Nokia, o Renoir foca no multimídia, enquanto a Nokia, com seu Symbian, foca no smartphone. Confesso que ambos possuem características que me chamam muito a atenção, mas que não existem em um só aparelho. Infelizmente.

A princípio, o que mais anima no Renoir é seu design e a tela sensível ao toque. É bem legal usá-lo, com uma interface simples e com uma resposta boa, é fácil de se acostumar. Mas isso não é o melhor: A câmera dele impressiona.

Fotografia

08352224Com uma câmera de 8MP, lentes Schneider Kreuznach e flash xenon ele é realmente incrível. Como se não bastasse as características físicas, o software também não deixa a desejar. Aliás, esse é o primeiro celular com câmera que vejo que possui foco manual. Ótimo para quando a câmera não sabe o que você realmente quer focar.

Ele também possui detecção de sorriso, detecção de piscadas, filtro de imperfeições, foco apenas no rosto, macro, compensação de luz de fundo, ufa. A única coisa que deixa a desejar é que não é possível deixar o flash sempre ligado. Apenas automático ou desabilitado, o que na realidade não me atrapalhou muito até agora.

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Exemplo de foto tirada com 3MP (clique para ampliar)

Multimídia

A edição que adquiri vem pré-carregada com algumas imagens e um trailer do filme “O dia em que a Terra parou”. O vídeo tocou perfeitamente, sem engasgar, e com um som ótimo. Como player de áudio ele também não deixa a desejar, sendo ele o primeiro celular a integrar a tecnologia Dolby Mobile, que muda significativamente a qualidade do som. Porém, consome mais bateria, o que já era de se esperar.

A biblioteca dele para organizar os sons não foge do que já conhecemos hoje, organização por artista, álbum, ou lista de todas músicas. Nada fora do normal.

Wi-Fi (102.11 b/g)

Aparelhos de celular com conexão wi-fi já estão deixando de ser artigo de luxo e começando a estar disponível para o público de classe média. O Wi-Fi nesse aparelho funciona muito bem em casa, com chave de criptografia WEP. Porém, não consegui conectar no Wi-Fi da empresa onde trabalho por razões que até agora não consegui descobrir. Aliás, esse é um problema chato. Quando o aparelho não consegue conectar ao Wi-Fi ele não diz se é por falta de sinal, pela chave de criptografia estar errada, ou qualquer outro motivo. Ele apenas diz que não foi possível conectar, o que atrapalha na resolução do problema.

Porém, onde consegui fazê-lo funcionar, o mesmo funcionou perfeitamente bem, sem cair ou “baleiar”. Testei usando o navegador padrão dele, o Opera Mini, o eBuddy e o Google Maps. Todos funcionaram perfeitamente bem.

GPS

Esse item me deu um pouco de dor de cabeça para fazer funcionar. A princípio, buscando em fóruns, fiquei sabendo de um boato que diz que aparelhos Renoir da Claro tiveram seus GPSs bloqueados pelo firmware, pelo fato da empresa querer usar apenas o aGPS (Assisted GPS, que usa a linha da empresa de comunicação para se comunicar com os satélites). Mas, como a empresa ainda não tinha desenvolvido o software para ser instalado nele, o mesmo estava apenas bloqueado sem a possibilidade de uso.

Isso me emputeceu e muito. Mas, ao pesquisar bastante, acabei caindo no blog da Claro, onde pessoas reclamavam disso. Mas, nas respostas, o pessoal da Claro deu uma solução que era baixar o Google Maps especial para o Renoir da Claro, que se encontra para download no site da LG (sim, isso é real, o software pode ser encontrado ao procurar “KC910q” na sessão de download de softwares, no site). Bom, resolvi testar. Afinal, era minha última alternativa antes de ir reclamar por propaganda enganosa. Funcionou.

A questão é que depois que baixei a versão especial do Google Maps e rodei, o GPS começou a funcionar até mesmo para a aplicação Jogging Buddy (ela calcula quanto você andou e quanto deve ter perdido em calorias com sua caminhada) que nunca tinha funcionado. Agora não sei se o software deu um “pega no tranco” no GPS do Renoir, ou se eu estava apenas com algum problema de sinal. Vai saber.

De qualquer forma, estou feliz agora que o mesmo está funcionando perfeitamente bem. Então, a partir desse momento, não tenho mais do que reclamar.

Edit: Como a LG mudou o site e não disponibiliza mais a versão do Google Maps supracitada, disponibilizo-o aqui.

Aplicações

Esse item é o que me deixa com saudade do meu aparelho da Nokia com Symbian. Apesar de ser possível instalar aplicações Java para o Renoir, sinto falta de aplicações para Symbian como o Gravity, o Fring, o Opera Mobile e o Emulador de Gameboy Advance. Mas estou conseguindo viver sem eles.

Aplicações Java como Opera Mini e o eBuddy estão fazendo bem o serviço (apesar de o eBuddy não se conectar com o Skype).

Interface

Tela sensível ao toque já não é mais novidade hoje em dia, tendo que em vista que até o HiPhone possui. A diferença está em como essa interface foi implementada.  É difícil dizer que o Renoir pode ser comparado ao iPhone, porque não é tão perfeito, mas não deixa de ser ótimo. O som e a vibração do celular ao apertar um botão dão a sensação de que o sistema responde perfeitamente, e é possível “sentir” que o botão foi realmente apertado. Isso é importante.

Ele também possui acelerômetro, o que ajuda mais ainda na interface. Como no iPhone, ao mudar o celular de posição o sistema reconhece. No Renoir, ao enviar mensagens, o teclado muda do padrão que conhecemos em celulares comum para o QWERTY. Fica a critério do usuário escolher o que melhor lhe convém. Quando em modo QWERTY o teclado fica com botões pequenos, o que atrapalha se você tiver dedos grandes, mas é uma ótima pedida para quem gosta de usar a caneta que vem junto com o aparelho.

Aliás, acredito que teria sido melhor se a LG tivesse seguido a tendência e criado um lugar para deixar a caneta “dentro” do celular, como no Nintendo DS, ou até mesmo em celulares Xing Ling. A ideia de deixar a caneta pendurada nele como um chaveiro não me é muito convidativa. Por isso eu deixo de usá-la para ficar apenas com os dedos mesmo.

Bateria

Até onde pude testar, quando o celular está em uso constante, a bateria não dura 1 dia. Porém, se deixar ele sossegado no canto, a bateria pode durar até 4 dias. É bem aceitável tendo em vista a carga de serviços que ele possui.

Outras características

Acredito que o mais divertido do Renoir é filmar cenas em câmera lenta. Nunca tinha visto tal funcionalidade, mas achei bem legal, tanto que já filmei inúmeras cenas em câmera lenta só para ver como fica. É hilário. Abaixo é possível visualizar a cena de uma moeda girando em cima da mesa que filmei.

O mesmo também vem equipado com um MicroSD de 2GB, que pode ser expandido até 16. Bem interessante, pois o Nokia N85 tem 8GB, mas não pode ser expandido. E também possui uma câmera VGA frontal para vídeo chamadas. Bem interessante para quem tem plano 3G.

Na tela inicial é possível inserir diferentes widgets, de acordo com o gosto do usuário, em diferentes posições. É ótimo para ter um acesso rápido às funcionalidades que o usuário mais usa no telefone.

Conclusão

Apesar de não poder ser considerado um smartphone, o Renoir não deixa de brilhar com suas aplicações multimídia. É uma ótima pedida para quem procura um celular com uma boa interface, boa câmera e bom áudio, mas não liga para instalar inúmeras aplicações e trabalhar com o aparelho.

Sávio Ladeira

Bug do Windows 7 RC1 – Erro de sincronia ao editar arquivos WMV

Categoria(s): (Review) por Sávio Ladeira em 06-05-2009

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Sugestão de fundo de tela para o Windows

Sugestão de fundo de tela para o Windows

Faz tempo que estou devendo um review do Windows 7, já que estou usando ele desde a versão Beta. Posso dizer que gosto muito do novo sistema da Microsoft e recomendo. Está bem melhor que o Vista (e que o XP) e essa não é só a minha opinião, pois já vi vários reviews elogiando o sistema.

Mas não vim aqui fazer mais um review no sistema. Quero publicar um erro que encontrei hoje na versão RC 1 e que não vi ser comentado em nenhum outro blog ou fórum. Será uma descoberta exclusiva do Wii Are Nerds?

Na versão Beta eu conseguia editar arquivos wmv sem problemas, mas agora na RC 1 as mesmas edições perdem sincronia entre áudio e vídeo. O mais estranho é que essa sincronia vai e volta, ou seja, perde por alguns minutos, depois acerta, futuramente erra de novo. Como se fosse um pêndulo tentando se ajustar. Nunca tinha visto algo parecido antes.

Esses vídeoss foram gerados com o Windows Media Encoder no sistema XP e, mesmo editando eles no Movie Maker, acontece esse bug. Ao assistí-los no Media Player a reprodução é perfeita. O problema só acontece mesmo na hora de editar os arquivos. Testei com vários softwares de edição e conversão e esse problema aparece em quase todos eles.

Usando um programa de conversão da Xilisoft, que possui codecs próprios, foi gerado um arquivo AVI com sincronia perfeita. Acredito que seja algum problema com o codec do novo Media Player 12, pois ele sofreu alterações entre a versão Beta e a RC 1. Só espero que a Microsoft consiga corrigir esse erro na versão final, pois até agora eu não tinha nenhuma reclamação.

Deixo o espaço de comentários para alguém que venha a ter esse mesmo problema. Se tiver alguma solução, melhor ainda.

Naftali

Relembrando os velhos tempos: Grim Fandango

Categoria(s): (Games, Nerd, Review) por Naftali em 08-03-2009

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Introdução

Imagine “acordar” um dia sem saber onde está, para onde foi, e o pior, sem nada que você tenha conquistado. Ainda por cima se deparar com pessoas em formato cadavérico e vestidas de morte. E então você descobre que está morto.

Estranho? Foi isso o que aconteceu com o Sr. Flores, em seu primeiro dia na terra dos mortos. Mas para felicidade (ou não) dele, o mesmo fora levado [para a terra dos mortos] pelo seu novo agente de viagens: Manuel Calavera, protagonista da história. No primeiro encontro ele descobre não só que está morto, mas também que terá que enfrentar uma dura e longa jornada de 4 anos, chamada “A jornada de 4 anos da alma”.

Intimidante. Porém, ela pode ser melhor, se o recém-defunto pegar o dinheiro com que foi enterrado e comprar um, dentre os três tickets disponíveis. Ou seja, ele pode fazer essa viagem em um lindo carro esporte, ou até fazer um cruzeiro! Mas, se ele foi muito bom na vida, pode conseguir uma passagem no “No. 9″, um trêm que faz a viagem em 4 minutos ao invés de 4 anos. Lindo, pena que o Flores não pode comprar nenhum dos três.

Você deve estar se perguntando para que a viagem, e para onde o recém-presunto vai. A viagem o leva para a terra do descanso eterno [aka. Céu, Heaven, Paraíso e afins], lugar onde todas as almas sonham ir um dia.

Veja agora com o vídeo de abertura do jogo que demonstra o que disse. Infelizmente não encontrei em português (sim, o jogo tem versão em português. Lembraram da gente! \o/)

O Jogo

Grim Fandango foi lançado pela Lucas Arts (empresa de um cara aí chamado George Lucas, conhece?) em 1997. Apesar de não ter sido muito conhecido pelas terras brasileiras, o jogo fez muito sucesso lá fora, tornando-se um dos melhores jogos de aventura da época. Não é a toa, ele traz consigo uma trama de digna de filme, com tudo que sempre queremos ver: traição, crime, corrupção (e você achava que ia se livrar disso quando morresse, né? Pois é, esqueça!) e uma pitada de folclore mexicano.

Nele você não morre. Afinal, você já está morto. O que pode acontecer, no máximo, é você viver novamente (acredite, isso existe. No jogo eles possuem uma “arma” que faz você virar flores, ou seja, ganhar vida novamente). Mas, seguindo a trama, você não morre mesmo (pelo menos foge do contexto padrão de filmes hollywoodianos, onde o “mocinho” morre no final). Por esse motivo, o jogo concentra-se na trama e nos problemas que você tem que resolver durante a jogatina, o que o torna mais criativo e difícil. Sério, foi um dos jogos mais difíceis que já joguei.

Personagens

É incrível como os personagens se tornam parte importante da trama. Não só o principal ou alguns em volta dele, mas todos têm uma ponta de importância significativa.

Dentre os principais temos:

manny_calaveraManuel Calavera (“Manny”, para os íntimos)

Personagem principal do jogo, que trabalha como agente de viagens para novos mortos. Apesar de oferecer ótimas oportunidades para recém-presuntos, ele mesmo está precisando de uma oportunidade melhor. Afinal, todos querem um descanso, não?

domino2Dom (Domino Hurley)

“Colega” de trabalho de Manuel Calavera. Atualmente recebe mais comissão por conseguir clientes melhores e com mais grana. E isso está irritando Manny (que costumava ser o melhor vendedor).

doncopalDon Copal

Chefe de Manny e Dom na agência de viagens. Está tramando contra Manuel, junto com Dom. Por isso o mesmo não consegue mais encontrar clientes pompudos.

evaEva

Secretária de Don Copal e grande amiga de Manuel.

 

Esses não são todos, mas apenas o que vemos a princípio. Conforme a trama se desenrola, outros personagens (não menos importantes) surgem.

 

Conclusão

Grim Fangando, apesar de antigo, possui um ambiente que agrada até jogadores novos, com ambientes em 3D cheios de detalhes. É difícil de acreditar como o mesmo não foi reconhecido aqui como deveria. Mas, mesmo assim, não deixa de ser uma ótima opção para pessoas que estão procurando jogos alternativos, até para os dias atuais.

Sávio Ladeira

Palm Centro Mini Review – 5 funções que eu gostaria de ver em todos os celulares

Categoria(s): (Nerd) por Sávio Ladeira em 10-02-2009

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Estou há pouco mais de mês com meu Palm Centro e, por sugestão do Tiago, resolvi montar um review. Mas como já existem muitos pela internet analisando todas as principais funções do aparelho, vou falar daquelas que muitos esquecem e que fazem diferença.

1. Som on/off
Esse foi o primeiro celular que vi a ter uma função liga/desliga dedicada para o som. É ainda é um botão do tipo chave: para a esquerda, o celular toca, para a direita, todos os sons ficam desligados e ele ativa a função vibratória. Você não precisa ligar o aparelho, destravar, segurar um botão por 5 segundos e dois travar novamente. Simplesmente enfia a mão no bolso, procura a chave e vira para o outro lado.

2. Ele desliga de verdade
Esse celular simplesmente não desliga da maneira como estamos acostumados. É tão rápido que parece que você apenas apagou a tela. E ele está lá, desligado, apenas com a função telefone consumindo a bateria. O sistema de gerenciamento de memória não precisa da bateria para armazenar as informações. Quando você liga de volta, ele está exatamente onde parou. Não sei como você usa o celular, mas eu sempre tinha que apertar algum botão para acender a tela, mesmo que só quisesse ver as horas. Por isso, não vejo problema nenhum em ele desligar, já que sem a luz não dá para ver quase nada.

3. Bloqueio automático de teclado
Quando você desliga o aparelho, ele já bloqueia as teclas. Isso é tão útil que eu não acredito que antes precisava apertar mais de um botão para isso. Quando você liga ele novamente, a tela acende, já mostra as horas e se recebeu alguma ligação ou mensagem. Se quiser ver a mensagem, daí destrava o teclado apertando apenas mais um botão.

4. Atalhos para tudo
Em geral, você consegue configurar os números do seu celular para discar diretamente algum número. Mas e quanto às outras funções do aparelho? No Palm Centro você cria atalhos para tudo. O número dois pode ir direto para mensagens, o oito para o alarme, o sete para a câmera fotográfica etc. Eu acho ótimo, pois não tenho nove números aos quais costumo ligar sempre.

5. Registro de todas as ligações perdidas
Eu odiava ver o celular com umas cinco ligações perdidas, mas só apareciam dois nomes na lista. E com o último horário que cada um ligou. O Centro guarda todas. Se a pessoa te ligou desesperadamente o dia inteiro, você consegue saber o horário de cada tentativa.

Para terminar, é óbvio que o aparelho tem muitas outras funções interessantes, jogos incríveis e é ótimo para ler livros eletrônicos. O que eu quis colocar nesse artigo é que essas funções poderiam estar presentes em todos os celular, não apenas nos smartphones. Sem contar que são esses detalhes que fazem um aparelho ser melhor que o outro, mas ninguém faz propaganda deles.

Naftali

Review Nokia N73

Categoria(s): (Review) por Naftali em 16-11-2008

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Já fazia um bom tempo que precisava trocar meu celular (não que fosse realmente necessário, mas acabei colocando em mente que precisava fazer isso). Depois de muito pesquisar, resolvi comprar o modelo N73 da Nokia.

O primeiro motivo que me levou a fazer essa escolha é que eu estava simplesmente apaixonado pelo Nokia N96, mas o preço dele não estava tão acessível. Então descobri que existiam outros e comecei a procurá-los. Achei esse pela balela de 600 conto no submarino. A princípio não achei que valesse realmente o preço.

Mas essa idéia começou a mudar depois que vi as especificações.

Câmera

Esse brinquedinho vem equipado com uma câmera de 3.15MP (o que eu acho o suficiente) com lentes Carl Zeiss (isso mesmo, da mesma marca que vem nas Sony Cybershots). A macro dela é de 10cm. Apesar de não achar uma perfeição, está de bom tamanho para as câmeras equipadas em celular. Tirei algumas fotos para ter como exemplo.

Parque das águas – Sorocaba/SP

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Exemplo de foto macro

Uma vantagem é que, além da câmera que vem na parte de trás, ele possui também uma câmera VGA na frente, para fazer chamadas de vídeo (ou para usar como espelho também :P).

Áudio

Posso dizer que esse celular possui a saída de áudio mais alta que já ouvi. As vezes me assusto quando ele toca, principalmente em ambiente fechado. Bom, mas pelo menos vou conseguir ouví-lo mesmo quando estiver ouvindo músicas dentro do ônibus (acredite, é possível).

Mas, o software para tocar músicas não é dos melhores e também não é tão organizado, mas faz o que precisa: Toca. Isso é importante, portanto não me preocupei muito com ele.

Sinal

Apesar de ouvir algumas reclamações quanto a linha N da nokia, digo que esse celular tem uma antena boa e pega sinais tão bem quanto o antigo que possuia. Além do meu quarto, que fica no porão, não encontrei outro lugar onde não houvesse sinal. Pelo menos alguns “pauzinhos” tinha.

Comunicação PC-Celular

O que achei interessante ao plugar o celular ao PC, foi que eu posso continuar usando o mesmo. Não sei se isso é algo normal, mas nunca tinha visto. Todo celular, quando o plugo na USB, ele fica em “stand-by” aguardando o término da comunicação. É tão bom que coloquei música nele, instalei jogos, e usei a agenda dele sem que uma atividade atrapalhasse a outra, ou que a performance fosse significativamente perdida. Na verdade, parecia que eu estava usando o celular normalmente, como se nada estivesse ocorrendo.

Bom, mas enquanto o software do celular é muito bom, o do PC não posso dizer a mesma coisa. Encontrei inúmeras falhas (isso porque não usei muito) que impediam o funcionamento do software. Algo que me irritou bastante foi não conseguir atualizar meus contatos pelo PC (porque pensei comigo que seria mais fácil inserir todo mundo pelo PC do que pelo celular, mas me enganei).

Mas não é só isso, o software para upload de músicas no celular também não é tão interessante assim, é um tanto quanto lento e impreciso ao carregar as tags ID3 para as faixas. Algumas músicas ficaram sem informação alguma, apenas o nome do arquivo.

E, não sei se não fucei o suficiente, mas não gostei do fato de que todos os arquivos são gerenciáveis apenas pelo software Nokia PC Suite. Porque prefiro muito mais ir até a pasta de fotos e copiar o que quero, do que descarregar tudo para o PC, sem se quer me perguntar quais das fotos me interessam.

Jogos

Instalei alguns jogos Java nele e pude perceber que a performance é extremamente maior do que o outro que eu possuia, também pudera, não dá pra comparar esse celular com um Sony Ericsson K310i. Ele rodou bem jogos em 3D e 2D. Mas não gostei da performance para os jogos em 3D, são lentos, o que deixa o jogo um pouco mais difícil jogar. Mas acredito que isso se deve ao fato que esses modelos não foram feitos para hardcore gamers (ainda).

Apesar de gostar dos jogos que instalei, jogar nele não é tão legal. Principalmente porque os botões são pequenos (para que o celular possa comportar uma tela desse tamanho) e muito próximos. Quando preciso apertar o botão “3″, as vezes aperto o botão cancelar, que sai do jogo imediatamente (sem perguntar), e isso me deixou bastante irritado.

Internet

Navegar na internet com esse celular é uma experiência nova e muito boa pra mim, que navegava em uma tela minúscula no meu celular antigo. Infelizmente, isso fez com que eu ganhasse um novo hábito: O de ver meu email a cada 5 minutos. Maldito vício. Isso já me custou 60 reais de crédito só nesse mês. O que me fez pensar seriamente em assinar um plano 3G para ele. Mas isso é algo que estou pensando ainda. Quem sabe.

Eu confesso que nem encostei no browser que vem nele como padrão. A primeira coisa que fiz foi entrar no site da Opera e baixar o Opera Mini (o Opera Mobile é melhor, mas é pago. Testei-o, mas não o suficiente para fazer um review interessante). Posso dizer que fiquei boquiaberto com a navegação. O browser é bom e o celular tem uma tela de tamanho aceitável, o que uniu o útil ao agradável e deixou a navegação muito boa. Não cabe tudo na tela, mas o Opera consegue lidar bem com essa situação e tornar esse ponto irrelevante.

Outros pontos

O mais interessante desse celular é que ele possui a função que há muito tempo pedem para inserir no iPhone: Copiar e Colar. Pode parecer besta, mas isso salva muito tempo. Ainda mais depois que os seus contatos ficaram completamente “zuados”, depois de migrar de celular. E é incrível a facilidade com que o faz. Selecionar texto, copiar, colar, está tudo aí, basta usar.

Além disso, ele possui um sensor de luminosidade do ambiente. Assim, ele consegue aumentar e diminuir o brilho da tela para se adequar melhor, assim como acender ou apagar as luzes do teclado apenas quando necessário. A princípio pode parecer que atrapalha, mas digo que não, isso ajuda.

Pontos negativos

Apesar de ser um celular e tanto, ele é bastante lento, principalmente a câmera, que demora para tirar as fotos. O software as vezes demora um pouco para responder, o que te deixa indeciso sobre se realmente apertou o botão, ou as coisas estão sendo carregadas.

Outro ponto negativo é que não é possível criar despertadores configurados para os dias da semana, como fazia no meu antigo. Ou seja, preciso configurá-lo todos os dias, e isso me irrita as vezes.

Considerações finais

Apesar de ter alguns pontos negativos, eles não ofuscam o brilho que o aparelho possui. É realmente algo que vale a pena investir. Um celular de 1GB, com inúmeras funcionalidades, uma câmera boa e um software estável (Symbian S60) poderia custar acima de 1000 reais. O preço dele é razoavelmente bom, então o custo-benefício é ótimo. Recomendo a todos que estão pesquisando, vale a pena.

Agora, se você puder gastar uma graninha a mais, recomendo o Nokia N96.

GuZ

Google Chrome Review

Categoria(s): (Nerd, Review) por GuZ em 03-09-2008

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Testando o chrome, Primeiras impressões:

Testei o Chrome durante toda a tarde na Universidade, e parte da madrugada em casa , Na verdade estava pesquisando sobre a configuração do Squid, Mas já que vou usar um Browser, por que não o Chrome? [ Obs falando em Squid descobri que eu tenho que comprar aquele livro sobre servidores Linux, do Carlos Morimotto , mas isso fica para outro post, outro dia :P] .

Testei e escrevi durante a madrugada toda e acho que peguei os principais pontos do Google Chrome.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa:

Fiz alguns testes, e achei que o chrome tem muito para ser um ótimo navegador de Internet, capaz de desbancar o Internet Explorer e o Firefox. Comparei com o Firefox, o Opera e o IE, e colocando na balança, dá pra usar o Chrome sem problemas.

Devo lembrar que o Chrome ainda está em versão BETA, então se vc tiver postando algo no seu blog por ele, e vier reclamar comigo por que o “Chrome travou, vc disse que era bom” você sabe o que eu vou dizer pra vc fazer com seu computador, não sabe?

Outro porém, é que eu testei no meu notebookd CCE, um Core2Duo com 2GB de Ram. A performance em outros computadores (em especial com menos memória) pode variar.

Instalação:

chrome_install_1A instalação do Chrome é muito rápida e fácil, com apenas um clique ele instala e já começa a funcionar. Se comparar com o Internet Explorer 8 Beta II, que necessita algum tempo para baixar, mais duas reinicializações para concluir a instalação.

JavaScript:

O Gmail carregou que nem uma bala aqui! Nem o Firefox carregou tão rápido. A Nova Galeria de Fotos do Oxenti, que usa MUITO JavaScript, também carregou bem mais rápido no Chrome do que no Firefox (Bom, como referencia, o Internet Explorer Travou :P).

Segundo o Fabião, Lá do Meio Bit, o teste do Dromaeo deixou o Fx e os outros Browsers comendo poeira:

Chrome: 458ms

Opera 9.5: 2400ms

Firefox 3: 2100ms

Como eu comentei: O Engine é um V8, e não um 1.0 ;)

Página inicial com Speed Dial

A página inicial do Chrome é uma grande sacada (meio que copiada do Opera), ela armazena os favoritos e os sites recem acessados.Chrome Interface

Uso de Memória:

O uso de memória, me pareceu um tanto alto, compare:

uso de memoria X Firefox 1

Uso de memoria X firefox 2

IECO

OPERA MEM

O navegador do Google consumiu 72MB contra 66MB do Firefox, com os mesmos 3 sites abertos. Mas, como se era de esperar, o Internet Explorer cravou 125MB de memória, com os mesmos 3 sites abertos (no Windows VISTA) Mas mesmo assim o campeão no quesito economia de Memória foi o Opera, com 44MB. (os sites eram: blog.wiiarenerds.com guz.oxenti.com e www.gmail.com)

A Vantagem no Chrome é que, quando eu tentei matar um processo qualquer, ele apresentou uma mensagem de erro numa das páginas (a do Gmail). Depois tentei matar

outro processo e a página do Wii Are Nerds também apresentou erro, Sem travar o navegador.

Downloads:

Para testar o gerenciador de downloads do Chrome eu tentei baixar o Opera, e encontrei uma desvantagem: O Gerenciador de downloads fica agregado a aba da página que originou o download. Poderia ficar num gerenciador separado, pra reduzir o risco de Crashs.

Problemas:

Encontrei um problema com a navegação, como eu costumo utilizar o botão do meio do mouse para navegar na página, tentei usar esta facilidade, que o chrome não tem.

Outro problema é a barra de Status, que não existe. Acostumei com a Barra no Internet Explorer 4.0 ainda, e agora para larga-la :(

Seria legal que o Google fizesse o mesmo esquema do Firefox, com a pesquisa “estou com sorte” na barra de endereços.

Gerenciador de Tarefas:

O Chrome tem seu próprio gerenciador de tarefas, que permite que você saiba qual dos sites e plugins estão na memória, ou que estão travados. O Bixo é quase um sistema operacional completo, em formato de navegador!

Busca:

Para quem usa a barra de busca do Firefox, o Chrome tem alguns recursos muito interessantes. A Localização da barra é uma delas, no canto esquerdo do browser. Ao digitar ele vai localizando, como no Fx, mostra a quantidade de coincidencias no texto e ainda marca a localização na barra de rolagem do navegador.

Curiosidades:

About memorySe você digitar “About:memory” na barra de endereços, você vai ver estatisticas sobre o uso de memória do navegador,. (obs, no Screenshot, eu estava apenas com a pagina do MSN aberta no Iexplorer, e a Pagina inicial do Mozilla Firefox, no Firefox)

A Microsoft poderia aparender com o Chrome! Apesar de ser do Google, ele aceita vários outros mecanismos de busca como padrão como o Yahoo, o Msn… Compatibilidade…

aumenta caixas de textoUm outro recurso interessante é a possibilidade de aumentar as caixas de texto dos sites, basta clicar no canto direito delas e puxar.

Considerações Finais

O Google Navigator ;) tem tudo para ser o principal browser do mercado. Divulgue, mostre que o Google Navigator tem um modo para sites, hmmm Suspeitos, Mostre que ele é mais rápido, mais seguro e mais bonito que o Internet Explorer, Deixa o Orkut bem mais rápido também :P

Mas falando sério, Só recomendo o uso do Chrome, para power users, por que, apesar de ser um navegador muito bom, ainda está em estágio de TESTES, ou seja podem acontecer problemas com ele (explodir o monitor por exemplo :P). A Interface do Chorme mantém as mensagens de erro infames do orkut :P e algumas piadinhas também.

É importante ressaltar que o Chorme é optimizado para MULTICORES, ou seja, se vc tem um Dual Core ou um Core 2 Duo, provavelmente achará o Chrome muito mais rápido do que quem tem um Celerom. Por sua vez, quem tem um Celerom achará o Firefox mais rápido.

Ah sim, se você usa o Linux, em breve poderá navegar com o Chorme também, mas por enquanto o Chrome funciona só com o Windows.

Em tempo o Hotmail não reconheceu o Chrome:

Hotmail Bug

Obs. Finalmente consegui colocar Tags aqui no Blog :P, só por curiosidade, no Windows Live Writer, elas são chamadas de Palavras-Chave :P

Obs2. Conteúdo disponível para os blogs: GuZ e Wii Are Nerds.

Naftali

Google Chrome: Primeiras impressões

Categoria(s): (Review) por Naftali em 03-09-2008

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Sou só eu ou isso parece uma pokébola estilizada?

Quando o navegador foi instalado na minha máquina e então o rodei pela primeira vez, a minha sensação foi de: “Uau!”. Ele presa pela leveza (apesar de consumir uma quantidade razoável de memória, tanto quanto o Firefox) e suavidade. O estilo segue o padrão Google: leve e simples (ponto).

Porém, existem algumas coisas que a simplicidade não pode fazer. Uma delas é me dar liberdade. Chegamos então ao primeiro ponto que me deixou triste com relação ao browser: Eu não consigo controlar o que será salvo como histórico. Tudo bem que eu posso abrir o histórico e apagar todo o conteúdo de um dia, mas eu gostaria de ter a opção de não “deixar rastros”, como deixo no Firefox.

Outro ponto fraco na minha opinião é a falta dos add-ons que estou acostumado a ter no Firefox. Gosto de poder ter mais opções do que o padrão do browser. Mas, isso não é possível (pelo menos ainda) no Chrome.

Mas, fugindo dos pontos fracos, o browser se demonstrou muito estável e rápido. Agilidade é um ponto forte da empresa, e temos então um ponto a favor: Velocidade. Segundo a Google, a engine do Chrome é otimizada para Javascript, o que alimenta a idéia do nosso editor Leles de que o browser da gigante da internet não é um concorrente do Firefox, e sim do Office da Microsoft.

Por mais que soe estranho, esse parece ser o foco da empresa. O xeque-mate para essa idéia, vem com o fato de que, com o Chrome, você pode fazer páginas web agirem mais ou menos como aplicações instaladas no computador. Isso é possível porque, utilizando o Google Gears, pode-se colocar ícones na área de trabalho que levam direto ao site. Clicando no ícone, o Chrome abre uma página especial, sem abas nem barra de endereços, o foco daquela janela é aquele site. Apenas ele. Assim, quando a página é aberta, a mesma parece com uma aplicação local. Essa sensação aumenta quando a pessoa tem uma internet banda larga. Veja um exemplo abaixo.

Criando atalho para a página do Google Docs

Selecione onde deseja que os ícones sejam colocados

Clique no ícone para abrir

Pronto, uma janela fresquinha para navegar na sua “aplicação”

Simples, não? Mas não é só isso, além de tudo a empresa mantém a sua informalidade, como em todos seus serviços. No Chrome, por exemplo, a tela de monitoramento de recursos, memória, etc. não se chama “monitoramento”, “propriedades avançadas” ou qualquer outra coisa do gênero, chama-se simplesmente de “Estatísticas para Nerds”, se ainda não acredita, veja por si só.

Vá em gerenciador de tarefas

E agora repare no canto inferior esquerdo da janela

“And here it is!”. Legal, né?

Acompanhando o andar da carruagem, podemos dizer que a computação nas nuvens está vindo com tudo e a Google está na liderança hoje. Vamos ver o que o futuro nos aguarda, mas tenho quase certeza que, futuramente, nosso S.O. será nada mais nada menos que um simples browser. Duvida?

Naftali

iPod Nano 3ª geração – Review

Categoria(s): (Nerd, Review) por Naftali em 29-08-2008

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Recentemente adquiri o iPod Nano da 3ª geração de 4 GB, o que tem suporte a vídeo e vem com Cover Flow. Para quem não sabe, é esse “careta” ao lado.

Depois de utilizá-lo por mais ou menos uma semana e fazer meu teste final, gostaria de compartilhar minhas impressões com vocês.

Unboxing

Comprei o meu iPod pela internet, no site da FNAC, mais epecificamente aqui. Portanto, quando o aparelho chegou em casa, ele veio em uma caixa enorme de papelão. Foi até estranho pegar a caixa, ela praticamente não tinha peso (Mas, mesmo assim, não me atrevi a chacoalhar). Então abri a caixa de papelão e vi um amontoado de plástico bolha no meio. Pareceu até aqueles presentes dados em festas de criança, enormes, que depois que a criança abre, descobre que é um presentinho pequeno e tosco, e todo o sorriso dela vai embora. Mas, no meu caso, o pequeno presente dentro da caixa não era tosco.

Depois de desembrulhar o plástico bolha eu vi a caixa que mantém o iPod. Exatamente como está na imagem ao lado.

A Apple realmente é uma empresa que sabe fazer as coisas bem feitas. A caixa em que o iPod vem é simples e bonita, no melhor estilo Apple. Ao abrir, retirei o aparelho e abri o resto para encontrar o manual, o fone de ouvido, o cabo USB e um suporte (?), que até agora não descobri para que serve.

The WOW Effect

Assim que liguei, apareceu a maçã e uma barrinha de loading. No mesmo instante falei: Nooooooooooooooossaaaaaaaaaaa!! Que lindo. Não sei por quê, mas fiquei entusiasmado logo de cara. E então apareceu a tela inicial com o menu. No mesmo instante fui para o meu quarto, instalei o iTunes, pluguei o cabo e copiei as músicas (tudo isso em alguns minutos, antes de ir pra faculdade). A primeira coisa que fui ver assim que lotei os 4 GB foi ver como tinha ficado o CoverFlow.

A primeira decepção

Olhei lá, todos os álbuns desorganizados, sem capa, repetidos e alguns poucos que tinham capa ainda estavam errados. Mas, descobri que a culpa não era do iPod, mas sim do iTunes que não soube organizar minhas músicas. Tinha algumas músicas duplicadas (e não, eu não tenho dois arquivos na minha máquina, o iTunes duplicou a referência mesmo), álbuns errados e tal.

Mas tudo bem, fui até a faculdade ouvindo músicas todo alegre. Mas, ao chegar em casa, tive tempo para então fazer as coisas bem feito. A primeira coisa que fiz foi abrir o MediaMonkey (um dos meus players preferidos). Ele reconheceu o iPod no mesmo instante e logo já pude arrastar minhas músicas para o aparelho e remontar a biblioteca dele.

Logo após fui testar o CoverFlow novamente. Estava tudo lá, lindo e organizado como deixo minha biblioteca. Sinceramente, fiquei muito decepcionado com o iTunes depois dessa.

O que não gostei

No iPod você pode “gerenciar” listas de reprodução diretamente por ele, sem precisar do iTunes. Para tal, existe uma lista padrão chamada On-The-Go, que funciona da seguinte maneira: Quando você está navegando entre as músicas e quer adicioná-la na lista, basta posicionar em cima da música e segurar o botão do meio até a marca de selecionado parar de piscar. Feito isso, basta ir à lista e verificar as músicas adicionadas. Funciona quase como uma playlist.

Quase. Digo isso porque você não tem tanto domínio sobre essas listas como você tem sobre uma playlist num player de música. Você pode salvar a On-The-Go list e então começar uma nova. Mas, uma vez salva, a lista se torna ineditável (diretamente pelo aparelho, ainda dá pra editar pelo iTunes) e não apagável. Esse foi a primeira coisa que não gostei.

A segunda foi a impossibilidade de realizar uma busca na lista corrente (pelo menos), ou seja, a que está sendo tocada no momento. Pois, por exemplo: Estou ouvindo minhas músicas e de repente dá vontade de ouvir uma música que sei que está na minha lista. Ao invés de procurar manualmente, fui tentar buscar pelo assistente do aparelho. Achei. Mas, para minha infelicidade, quando começou a tocar a música, ele removeu toda a minha lista do Now Playing para tocar apenas aquela música e então parar. Seria bem mais interessante se eu pudesse buscar nos itens da lista e então posicionar a música atual para esse item, e depois que terminar, continuar tocando a lista normalmente.

Bateria

A bateria desse aparelho é realmente algo impressionante. Quando chegou, ela estava pela metade. Usei essa carga por pouco menos que 1 semana. É realmente algo MUITO bom. Segundo a Apple, a bateria dura 24 horas tocando música e 5 horas com vídeo. É fenomenal, sem reclamações. Recarrega totalmente em 3 horas.

Vídeo

O último teste que fiz no aparelho foi o de vídeo. Queria ver se a qualidade é boa mesmo. Para realizar o teste usei o feed do HBDtv, coloquei no iTunes (porque o MediaMonkey não gerencia vídeos) e baixei o episódio mais novo, botei no aparelho e fui assistir. Realmente a qualidade de vídeo é maravilhosa, apesar de a atualização da tela ser algo perceptível se você prestar atenção. Realmente sem palavras.

Considerações finais

Apesar de seus altos e baixos, eu achei o aparelho um ótimo produto. Claro, tiveram coisas que não gostei, assim como todo aparelho existente no mundo terá. Afinal, nada é perfeito. Mas o resto funciona muito bem. O click-wheel é realmente algo fenomenal e que se torna tão intuitivo quanto cortar papel com tesoura.

Bom, eu gostei, mesmo ele tendo travado logo na primeira semana de uso. Pois é, travou mesmo e tive que resetar ele (parece com algo que eu conheço? Espero que não). Mas, mesmo assim ele me impressionou bastante e ainda acho que valeu a grana que gastei. Sei que é algo caro mas não adianta, é Apple.

Naftali

Jogo do dia: Portal

Categoria(s): (Nerd) por Naftali em 11-07-2008

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Imagine acordar dentro de um quarto com um rádio, uma caneca, uma cama e vaso sanitário. Imaginou? Pois bem, você está no começo do jogo Portal. Minutos após você acordar, uma voz metalizada começa a conversar com você, dizendo que você fará parte de uma bateria de testes e que não haverá perigo algum no decorrer dos eventos.

O Jogo

A voz vem de um computador que se chama GladOs, um sistema de inteligência artificial que pertence à Aperture Science. Esse computador te introduz a vários testes que envolvem raciocínio lógico. A ferramenta principal dessa bateria de testes é uma arma de Portais, ou seja, com ela você poderá lançar portais. Esses portais funcionam da seguinte forma:

Existem dois tipos, o portal azul e o laranja. Apenas 1 de cada pode ser lançado por vez. Quando lançados, em uma parede, chão ou teto, eles formam uma espécie de passagem, onde, passando pelo azul, sai no laranja e vice-versa. Não entendeu? Veja a imagem.

Ao passar pelo ponto A (em laranja), sai-se no ponto B (em azul)

Esse tipo de jogo pode parecer complicado no primeiro instante, mas torna-se fácil e rápido quando se acostuma. As primeiras partes do jogo são feitas especialmente para que você possa entender o funcionamento dos portais e como utilizá-los. Vale lembrar que no começo você não possui a arma, ou seja, utiliza os portais conforme aparecem. Depois de alguns estágios você pode pegar a arma e então lançar os portais como desejar.

História

Pois bem, no decorrer do jogo você começa a perceber que o computador é, na verdade, uma espécie de psicopata que realiza experiências com seres humanos e que, o bolo que a mesma lhe promete durante a realização dos testes, não passa de uma mentira. Essas idéias vão se tornando mais fortes cada vez que você encontra recados de pessoas que já realizaram os testes. A maioria dos avisos giram em torno do bolo, dizendo que o mesmo não passa de uma mentira, como mostra a screenshot.

O jogo então deixa de ser algo divertido para se tornar algo um pouco mais macabro (não tanto quanto F.E.A.R., mas tudo bem), principalmente quando, ao final do último estágio, você é levado ao fogo, tendo que fugir rapidamente para não morrer queimado. É então que o jogo realmente começa. Seu objetivo agora é tentar descobrir onde a GladOs se encontra e destruí-la.

Companion Cube

Em um determinado estágio, você utiliza o que a GladOs chama de “Companion Cube”. Esse cubo, um pouco diferente dos demais apresentados nos outros estágios, o ajuda o suficiente para se livrar de certos obstáculos e resolver os puzzles. Ao fim do estágio, você é obrigado a incinerar o cubo jogando-o no fogo. Muitas pessoas tentam, sem resultados, levá-lo consigo.

Apesar de ser um objeto completamente sem vida, ele se tornou um dos ícone dentre os fãs do jogo, tornando-se até um dos personagens mais reconhecidos em jogos.

Finalizando

Portal foi eleito o jogo do Ano em 2008 e também recebeu os prêmios de Jogo Inovação do Ano e Melhor Design de Jogo. Esse realmente vale a pena ser jogado.

PS.: Apesar de, durante o jogo inteiro, os fatos te levarem a acreditar que o bolo não existe, existem pessoas que juram que  conseguiram achá-lo junto com o Companion Cube. Duvida?

Fonte: Wikipedia