Naftali

Wine Quest

Categoria(s): (Nerd) por Naftali em 27-06-2008

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E eu continuo em minha jornada para rodar meus aplicativos favoritos no Ubuntu. O programa da vez foi o Steam. Tentei a princípio baixar a versão que tem no site steampowered.com, mas não obtive êxito pois a versão do instalador que tem lá é em MSI (Microsoft Installer) e rodar essa extensão em Linux é uma chatice só. Portanto corri atrás da versão .exe. Achei fácil.

Como podem ver nas screen shots abaixo, ele rodou normal e sem problema algum (primeiro programa que vi rodar tão bem usando Wine).

Janela Principal

Amigos

Mas infelizmente, apesar do CS rodar normalmente, não pude carregar a lista de servidores para conectar. Acredito que esse deve ser o mesmo motivo pelo qual o jogo Perfect World não tenha conseguido se conectar ao servidor de update. Mas ao rodar o Condition Zero pude carregar a lista de servers normalmente e me conectar a eles.

Acredito que de todas as que eu testei o Steam e o CS foram as aplicações que melhor rodaram usando Wine.

Naftali

Wine ainda fica no quase

Categoria(s): (Nerd, News) por Naftali em 25-06-2008

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Depois do lançamento da versão final do Wine, resolvi testá-lo novamente. Como achei que tinha instalado coisas demais aqui, e provavelmente “zoado” completamente com ele, resolvi fazer uma faxina no Ubuntu inteiro, pelo famoso método da formatação (Isso me lembra algo… Deixe pra lá).

Bom, para os pobres coitados que reinstalam Windows, isso pode ser uma tarefa um tanto quanto chata. Mas para reinstalar o Ubuntu não tive chatisse alguma, principalmente porque enquanto o sistema estava instalando eu pude usá-lo normalmente, como se tudo estivesse instalado bonitinho (Claro que com uma perda de performance, até porque o sistema está rodando do CD e não do HD).

Pois bem, após deixar o Ubuntu lisinho de novo, baixei os 170 MB de update, instalei o Wine e tentei novamente. A instalação do Photoshop rodou normal, tão bem quanto eu imaginava. Rodei o programa pela primeira vez e funcionou. Fechei e abri novamente e “PAM!”.

Bom, era de se esperar que rodando a API do windows algo assim aconteceria mesmo. Mas, de qualquer forma, está no site do Wine, logo em primeiro, o Photoshop como sendo um programa do tipo Platinum, ou seja, roda sem problemas. Ou quase… É, talvez o problema seja eu mesmo.

Não contente com essa situação, postei o mesmo no Bugzilla (Para quem não sabe, Bugzilla é um gerenciador de bugs) deles, agora é só esperar eles arrumarem, ou me dizerem qual é o procedimento correto. Ou talvez esperar a Adobe lançar o Photoshop próprio para Linux, ai sim consigo rodar sem problemas, ou não.

Desisti então de tentar rodar o Photoshop (pelo menos por enquanto), e resolvi então, para relaxar, instalar o Digsby usando Wine. Esse rodou! Mas só até a carregar a lista de contatos, porque não consigo conversar com nenhum deles. Frustrante, mas pelo menos uma versão do Digsby para Linux parece estar no forno, então é só questão de tempo agora.

É, acho que ainda não está perfeito. Mas, levando em consideração que nem o Windows é perfeito, isso está uma maravilha hehe.

Naftali

Digsby

Categoria(s): (Artigo) por Naftali em 22-06-2008

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Hoje eu encontrei o programa que me fez parar de usar o Trillian.

Depois de algum tempo usando o Trillian Astra como programa principal de IM, resolvi tentar outras alternativas. Comecei a procurar principalmente porque o Trillian não tem suporte a Linux, e acho que o Pidgin tem uma interface muito limitada.

Ao pesquisar me deparei com um programa novo (ainda em fase beta de desenvolvimento) chamado Digsby e resolvi então testar. Não me arrependi.

A interface principal dele lembra (e muito) o Pidgin, e foi essa a idéia que tive a princípio, imaginei que fosse um programa tão limitado quanto o próprio, mas continuei em frente. Essa interface clean foi o que mais me agradou de princípio, mas outros fatores me fizeram torná-lo meu programa principal:

1º – É mais leve que o Trillian. Apesar de o Trillian ser de uma beleza inigualável, tenho que concordar que ele é pesado para o padrão de clientes IM.

Janela de contatos

2º – A transferência de arquivos é de longe melhor. Com uma interface idêntica a do Firefox, o gerenciador de downloads dele é extremamente superior ao do Trillian (esse na verdade é um ponto fraco do Trillian).

Transferência de arquivos (Lembra algo?)

3º – Mensagens rápidas. Quando alguém manda uma mensagem e a janela não está aberta, uma pequena janela abre-se no canto da tela com a mensagem recebida e um campo para digitar. Se não quiser escrever basta deixar que a janela some automaticamente (é possível desabilitar essa funcionalidade se não agradar).

Mensagens rápidas

4º – Suporte a várias skins para a janela de conversas. Apesar dessa funcionalidade também estar presente no Trillian, esse software possui uma gama enorme de skins, o que o torna superior nesse sentido.

Skins

5º – Suporte a Facebook, MySpace e Twitter. É possível verificar as redes sociais diretamente por ele, sem a necessidade de abrir a página.

6º – Ele reconheceu o Media Monkey e mostrou o que eu estava ouvindo. Ninguém reconhece o Media Monkey hehe.

7º – Finalmente posso ver o que meus contatos estão ouvindo.

Como ainda estou testando o programa, acredito que existam outros fatores que o diferecia dos demais clientes mas, de qualquer forma, essa primeira impressão que tive me agradou, e muito.

Ele tem suporte para AIM, MSN, Google Talk, ICQ, Yahoo!, Jabber e Facebook Chat. Pouco, se comparado com o Pidgin ou Trillian, mas pra mim é o suficiente.

Para baixar basta seguir o link: http://www.digsby.com/ (Por enquanto só a versão Windows está disponível para download, mas segundo o site em breve terá versões para Linux e Mac).

Naftali

Firefox 3, o que há de bom?

Categoria(s): (News) por Naftali em 16-06-2008

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Como amanhã será o dia oficial para começarmos a baixar a nova versão do Firefox e também para tentarmos colocar um novo recorde no Guinness, não poderia deixar de comentar o que há de bom no nosso amável browser, e também claro, comentar o que ficou faltando.

Faz tanto tempo que estou utilizando essa nova versão, que já até me adaptei com ele como sendo o browser principal, então o dia de amanhã não mudará muita coisa. Mas sempre existem pessoas que gostam de esperar uma versão estável antes de realmente usá-lo.

Melhoras

Dentre as funcionalidades novas, a melhor, para mim, é, indiscutivelmente, o auto-completar da barra de endereços. Nela, se você digitar a palavra “Firefox” por exemplo, ele não lista apenas as urls que contenham essa palavra, mas também os títulos dos sites, as tags (sim, é possível colocar tags em seus favoritos), e claro, a url também. Mas não apenas isso, supondo que no título de um site contenha a frase: “Novo firefox pronto para download”, basta você digitar “firefox download” e ele listará essa página também. Para mim essa funcionalidade ajuda muito.

Outra funcionalidade interessante é o “Places”, onde é possível organizar as páginas visitadas, favoritos, tudo em um lugar só. E uma vantagem também é a possibilidade de criar marcadores inteligentes, ou seja, você pode criar um marcador com um critério, como por exemplo, páginas visitadas nessa semana, ai ele lista somente as páginas que foram visitadas na semana corrente.

Os avisos de phishing e outros de segurança, estão mais fortes agora. Antes de entrar na página, o firefox carrega uma com o aviso de que a página contém código malicioso, ou que pode trazer qualquer tipo de dano ao seu computador. Dessa forma a navegação se torna mais segura, até para usuários inexperientes.

Além de tudo isso, algo que me cativa também, apesar de não ser uma funcionalidade primordial, é o fato de o firefox não perguntar mais se você quer que ele lembre a sua senha usando uma janela, mas sim com um aviso que fica acima da página, dessa forma a navegação se torna mais espontânea, sem aquelas interrupções desnecessárias.

A parte de complementos também foi remodelada, agora é possível realizar buscas direto por ele, sem a necessidade de entrar no site para tal, e como ele filtra os complementos para aparecer somente os que funcionam com a versão que está utilizando, isso faz com que as pessoas não se decepcionem ao encontrar um complemento e ele não funcionar para versão atual.

O firefox agora também se adequa ao sistema operacional no qual ele está sendo executado, ou seja, ele usa temas que se adequam melhor a cada S.O.. O que achei interessante, é que no Gnome, ele carrega os ícones que estão sendo usadas no tema atual do sistema. Isso ajuda pois, assim, o Firefox vai ter a sua interface sempre de acordo com o padrão do sistema.

É difícil não comentar também que a velocidade do browser está muito melhor agora, depois que o Gecko, motor que o firefox usa para desenhar as páginas, foi reescrito e vários problemas arrumados. E também é importante ressaltar que os problemas que ele tinha com “memory leak“, foram resolvidos, tornando ele, além de tudo, mais leve.

A janela de de downloads também foi remodelada. Agora é possível realizar buscas para achar um determinado download realizado.

O que falta

E além de tudo isso, como a Mozilla se preocupa sempre em lançar algo funcional, existem funcionalidades que foram deixadas de lado, mas que podem estar presentes na versão 3.1. Dentre essas funcionalidades, duas me chamaram a atenção.

A primeira é o CTRL+TAB (que é utilizado para trocar de abas), que agora, ao usar essas teclas, abre-se um “switcher” (bem parecido com o ALT+TAB do windows), com isso você tem um preview das abas antes de abrí-las. Usei o plugin que ainda não está em fase final, e posso dizer que realmente é impressionante, mas ainda apresenta algumas falhas. Para quem quiser testar, basta seguir o link: https://bugzilla.mozilla.org/show_bug.cgi?id=395980. Mas não recomendo se você gosta de usar softwares estáveis.

A segunda é a possibilidade de navegação sem rastros, ou seja, o firefox não salva na máquina cookies, histórico, etc. É como se a pessoa usa-se uma “capa de invisibilidade” antes de começar a navegar pela internet. Sendo assim, a navegação se torna mais segura quando feita em lugares públicos, como cyber-cafés, ou na faculdade, por exemplo.

Finalizando

É, realmente acho que o Firefox agora veio para arrebentar qualquer browser que queira competir com ele. Vale lembrar que ele possui “apenas” 28% de usuários ao redor do mundo, mas sabendo que a maioria desses usuários (já que em Linux ele já vem instalado como padrão) tiveram que baixar (provavelmente pelo IE), e instalar o browser por livre e espontânea vontade, isso já torna algo realmente revolucionário.

Mas a Microsoft não está parada, ao que parece, até o fim do ano ela pretende lançar o Internet Explorer 8, com algumas funcionalidades a mais também, como o Activities e o Web Slices, que é como se fosse um marcador “vivo”, nele você marca um conteúdo de uma página, e ele se atualiza conforme a página for atualizada, você pode testar essas funcionalidades com uma página do ebay pronta para isso. Muito interessante, não fosse a existência de add-ons que simulam o Activities e o WebSlices no Firefox.

E agora Microsoft?

Naftali

Flock, porque todos merecem uma segunda chance

Categoria(s): (Nerd) por Naftali em 04-06-2008

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A primeira vez que testei o Flock imaginei comigo: “Putz, é só mais um firefox com muitos add-ons…”. E larguei-o.

Porém, hoje vi uma notícia falando sobre o lançamento do novo Flock (versão 1.2), agora com suporte ao Flickr, e vários outros serviços. Fiquei então interessado em testar o que esse browser tem de diferente.

Confesso que ele me impressionou logo na primeira “navegada”. Ao logar em minha conta do Facebook, ele carregou na sidebar todos os meus amigos (que não são muitos, por sinal), e perguntou se eu gostaria de lembrar a minha conta para que a sidebar seja carregada automaticamente…


Pergunta sobre gravar conta e sidebar

Gostei, e muito, dessa interatividade com o Facebook. Eu não preciso entrar na minha conta para ver os amigos, as atualizações, postar coisas, etc, faço tudo pela sidebar. Mas as novidades não acabam por ai. Ao logar na minha conta do gmail, também fui perguntado se gostaria que minha conta fosse lembrada. Cliquei em sim também e, magicamente, o Flock também estava vendo sozinho se eu tenho mensagens novas. Posso clicar em escrever nova mensagem direto dele e já sou levado pra página do Gmail com a tela de “Compose Mail” aberta.

Mas o que mais me impressionou mesmo foi a integração com o Flickr e outros serviços de media. A princípio cliquei no botão “Open Media Bar”, e uma barra abriu acima das abas.


Media Bar

É possível buscar fotos no flickr, vídeos no youtube, dentre outros serviços diretamente da “Media Bar”, numa interface fácil e muito amigável.

Outro ponto que achei interessante, foi a integração com upload de fotos para o flickr. Basta abrir o “Photo Uploader”.

Photo Uploader

Acredite, funciona muito bem. Eu posso cortar a foto, rotacionar, redimensionar, enfim, posso brincar muito com ela antes de fazer upload. Após isso, o Flock abre a media bar com todas as fotos da conta (inclusive a que você enviou).

A única coisa que me deixou decepcionado foi a impossibilidade de fazer upload das fotos direto pelo editor de post para blogs, pois, ao tentar inserir uma imagem, eu só posso referenciá-la através de uma url. Bom, nada muito grave, mas eu gosto de fazer upload direto enquanto vou escrevendo.

De qualquer forma, em uma escala de 0 a 10, eu dou nota 9 para o browser. Ele realmente tem funcionalidades interessantes, em uma interface amigável. Para pessoas que navegam em sites de relacionamento, email, blog, youtube, flickr, etc, ele é perfeito. Em casa vou usar apenas ele (vamos ver por quanto tempo), mas no trabalho ainda prefiro deixar o firefox. Bom, vale a deixa para quem quer experimentar maneiras diferentes de navegar na web. E confesso, realmente agora eu entendi o significado da frase: “The Social Web Browser”.

Edit: Percebi uma lentidão se comparado com o Firefox 3 RC1, e algumas imagens não abriram. Mas nada muito grave.

Naftali

Jogo do dia: Golden Sun

Categoria(s): (Nerd) por Naftali em 02-06-2008

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Iniciando hoje uma nova seção do blog onde falaremos sobre jogos que gostamos e que valem a pena ser comentados.

O jogo escolhido pra hoje foi Golden Sun, do Gameboy Advance. Esse jogo é distribuido pela nintendo.

Golden Sun é mais um da enorme lista de jogos de RPG, mas não se engane, esse não é mais um daqueles que você joga 1 hora e não quer mais saber do jogo. Ele vicia. Muito!

Como eu conheci o jogo

Quando ganhei meu Gameboy Advance, eu ainda não tinha jogos para ele, na época eu não trabalhava, portanto, não tinha meu dinheiro. Por isso minha mãe comprou apenas o console e falou pra eu alugar os jogos quando precisasse. Foi o que fiz. Um belo dia na locadora perguntei pro atendente: “Viu, que jogo você me recomendaria?”. No que ele me respondeu: “Ah. O pessoal leva bastante esse aqui”. E apontou pra mim a caixa do jogo. Pois bem, trouxe-o pra casa. A princípio um jogo normal, como qualquer outro RPG.

Primeira tela do jogo. Essa cena lembra Chrono Trigger, não? Coincidência?

Mas o que mais me impressionou a princípio não foi a história, nem a cidade, e sim a primeira vez que entrei numa luta, desacreditei que algo fosse possível de ser criado no Gameboy Advance. Apaixonei no mesmo instante (*.*).

Tela de batalha

Essas cenas podem parecer simples perto de um Final Fantasy XII, mas estamos falando de Gameboy Advance, e não de Play2, que nem existia na época que joguei.

Bom, mas quando vi coisas explodindo na tela, cenário girando, câmera lenta, fiquei boquiaberto. Foi então que comecei a jogar intensivamente e mergulhar no jogo e na história.

A história

O rolo todo acontece em um mundo chamado Weyard, que tem um continente enorme, e vastos oceanos em volta. Toda a matéria existente nesse mundo vem da combinação entre 4 elementos básicos: Venus (Terra), Marte (Fogo), Jupiter (Ar), e Mercurio (Água). Todos esses elementos são manipulados por uma força onipotente, conhecida como alquemia. Força que, no passado, ajudou a construir muito do que existe no mundo, mas teve que ser selada porque pessoas estavam usando esse poder para bem próprio. Essa força foi selada há muitos anos por quatro chaves, essas chaves foram escondidas em um lugar chamado Mt. Aleph, que é guardado por uma cidade chamada Vale. Porém, várias pessoas através do mundo começaram a demonstrar controle sobre o esses elementos a partir de habilidades chamadas “Psynergy”.

Três anos antes do prólogo do jogo, Saturos e Menardi resolvem invadir a cidade para poder capturar a alquemia, porém eles não conseguem resolver os quebra-cabeças do lugar, e são obrigados a retornar após cair em uma armadilha, que faz com que uma pedra enorme role pela cidade, e uma chuva fortíssima caia.

No presente, três adolescentes, Isaac, Garet, e Jenna, se unem a Kraden em sua pesquisa sobre o Mt. Aleph. Mas essa ocorrência coincide com a volta de Saturos e Menardi à vila, agora com a ajuda de mais duas pessoas, Felix, e Alex. Saturos e Menardi convencem Isaac a lhes entregar 3 das 4 estrelas (chaves que selam a alquemia). Porém, antes deles conseguirem pegar a 4ª estrela, o guardião de Mt. Aleph, “The Wise One”, aparece e impede o acontecimento. Ele então pede para que Isaac e Garet evitem que Saturos e Menardi consigam o que planejam, e liberem a alquemia de volta ao mundo.

No desenrolar da história, Isaac e Garet se encontram com outras pessoas que o acompanharão em sua jornada. Cada um deles tem habilidades específicas de um elemento, que são usados tanto para batalha como para resolver quebra-cabeças durante o jogo. Além dessas pessoas, eles encontram também Djinns, que são animais que também têm poderes elementais e ajudam no decorrer da história. A combinação de poderes elementais podem gerar inúmeros golpes e habilidades, como água com terra faz crescer ramos de árvore. Isso ajuda, acredite ;).

Enfim, Golden Sun é um ótimo jogo de RPG que merece ser jogado. Ele teve uma continuação com Golden Sun: The Lost Ages, e ainda há rumores de que uma 3ª versão está pra sair para nintendo DS. É esperar pra ver, mas, infelizmente, acho que já esperei demais… =/

Bom pessoal, é isso. Até a próxima!