GuZ

Project natal vai acabar com as guitarras, microfones e outros trecos do Guitar hero?

Categoria(s): (Artigo, Games) por GuZ em 28-07-2009

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air-guitar

Todo roqueiro conhece AIR GUITAR, todo roqueiro já fez air guitar enquanto escuta aquele solo de duas ou três horas de bandas de heavy metal melódico, outros fazem AIR DRUMS, com baterias. Existe até um campeonato de Air Guitar.

Pois bem, com o Project natal isso pode ficar ainda mais divertido. Imagine você: ouvir o som que você faria se realmente tivesse tocando uma guitarra quando pratica Air Guitar? Eu mesmo acho que Tobias Sammet me chamaria para fazer o próximo Avantasia se ele ouvisse meus Air Solos.

Imagine agora que esse projeto seja incluso no Guitar Hero e no Rock Band, além de você passar raiva por ter gasto uma pequena fortuna com os kits, acho que deve muito mais divertido fazer um Air Guitar com som, do que apertar os botões da guitarra…

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GuZ

A Religião OpenSource.

Categoria(s): (Artigo) por GuZ em 18-06-2009

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symbiote-angel-tux-8611

Atenção, este post contém doses de críticas à fanáticos (sejam fanáticos evangélicos, ateus, ou opentards), se você não aceita opiniões diferentes das suas: NÃO LEIA ESTE POST.

Imagine você, passeando pela cidade, com uma camiseta do Iron Maiden e uma pessoa te aborda, falando que não deveria faze aquilo, que não devia usar aquilo que era coisa do diabo, que não devia usar aquilo, pois era idolatria, e Deus não permite adorar ídolos e tudo mais. Talvez você já tenha passado por situação parecida, pois bem, você conheceu um fanático.

Na informática, o tipo de fanático que aterroriza os usuários de fóruns é o Fanático OpenSource, que prega a Liberdade de Software, esse fanático se torna Chato, e acaba queimando todo o movimento Open Source.

Acontece com todo mundo que entra para um novo mundo, e acaba se inundando de novas informações, seja uma religião, seja uma filosofia, seja um modelo de software, aquela febre, aquela tendência a levar outras pessoas para o que elas acham que é o melhor dos melhores, mas que conheceram apenas à alguns dias.

A Maioria das pessoas acaba deixando o fanatismo depois que vê que sua filosofia tem falhas, e continua acreditando naquilo, mas não tenta converter os outros. Acontece muito com evangélicos, que quando são recém-convertidos, tentam converter todo mundo com argumentos que nem eles entendem direito (eu confesso, eu me divirto com eles :P), e após algum tempo na Igreja, acabam se tornando pessoas normais (entenda não-fanáticas) mas com uma crença diferente daquela de quando eram não-evangélicas. Com o Linux e OpenSource acontece algo parecido, quando o garoto tá fazendo um curso técnico, lá com seus 16 anos, e vê um “mundo livre”, ele fica querendo converter todos os amigos não-geeks dele para a filosofia OpenSource. Mas quando descobre que o Linux/OpenSource ainda tem que caminhar um pouco até chegar onde estão os softwares proprietários, como o MsOffice, Adobe Photoshop etc. vai algum tempo, então, os que não voltam para o Windows (isso sem contar aqueles que não largam o Windows, mas fazem campanha pro Linux), se tornam usuários Linux não-fanáticos e acabam contribuindo para o projeto FOSS.

Existe também uma pequena minoria, que acaba acabando com a imagem do FOSS (e das Igrejas) são os fanáticos perpétuos, aqueles que colocam uma tapa, igual a de cavalos, e só vêem o que querem ver (ou o que ensinaram essas pessoas a verem), Não falo do Edir Macedo ou do Stallman, mas sim de pessoas que seguem eles como se fossem um deus. Esses, não valem seu esforço.

Para identificar um fanático, é só conversar com ele e ver os argumentos, sempre são vazios. Um dos argumentos mais usados pelos fanáticos FOSS é o fato do Software ser livre. Oras patavinas, se a idéia de ser OpenSource é ser livre, por que eu posso livre para usar Windows? É o mesmo bolodório que os evangélicos usam: Windows Livre Arbítrio, mas se eu tenho o Livre Arbítrio posso acreditar no que eu quiser, certo? Outro argumento é a grande auto-afirmação, segundo alguns psicólogos, esta é uma forma de fixar a crença em algo que ele não tenha plena certeza, ou seja, se o fanático fica falando que Deus Existe (ou que Deus não existe), falando que sua filosofia é melhor do que a dos outros, muitas vezes é por que não tem a plena certeza do que acredita.

Além desses tipos, existe um fanático, que não é fanático, mas que se faz de fanático para ganhar dinheiro em cima dos fanáticos, como é o caso do Stallman, e do Edir Macedo, por exemplo que lucram muito com o fanatismo dos fanáticos por eles. Esses são fanáticos de respeito, que merecem a admiração, pois souberam se aproveitar de uma oportunidade para criar seu mercado e serem bem sucedidos financeiramente, mas eu não discutiria religião com um deles ;)

Além dos fanáticos que eu citei, a gente pode encontrar vários tipos, Fanáticos Petistas, Vegetarianos (quem já encontrou um desses sabe como são chatos), Corintianos/Flamenguistas/Palmeirenses, enfim, usei os exemplos dos Fanáticos Religiosos por que são os mais comuns mesmo.

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Naftali

Linux sob a visão do usuário

Categoria(s): (Artigo, Nerd) por Naftali em 11-05-2009

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Nesse post, em que indico a razão pela qual abandonei o Linux, e por que talvez ele não vá para frente, muitos comentários vieram à tona. Muitos deles discordaram da ideia, como era de se esperar. Porém, alguns poucos apoiaram. Dentre os que apoiaram, um se destaca pela beleza do texto, e pela clareza com que expõe a sua visão, sendo ele não um geek, mas apenas um usuário comum. Um comentário como esse não pode ser deixado de lado, muito menos ignorado. Portanto, faço dessas as minhas palavras:

“Meus 5 cents.

Filosofando um pouco…, Michelangelo Buonarrotti ao finalizar a escultura de Moisés, observando a perfeição da obra, disse: “Parla Moise, parla!!”. E, ao ver que a pedra não falava, sentou uma porrada nela, deixando a imperfeição conhecida até hoje em uma de suas maiores obras primas.

Para Michelangelo, a obra dele deveria sair do mundo inerte (uma pedra) para o mundo humano. A estátua deveria falar, se comunicar com ele. Afinal, era o seu “Pai” o seu criador e, assim não ocorrendo, preferiu danificar a obra.

E daí, perguntaria o leitor: o que tem a ver o “cupido” com as calças ?

Dizer que o Windows é uma “merd*” não é menos verdadeiro do que dizer que o Linux é uma “merd*” também, tudo depende do ponto de vista.

O problema é que o Linux está desenvolvendo uma coleção de fanáticos imbecilóides, com exceções é verdade, que se perdem em argumentos e partem para o ataque. E o pior, atacam logo aqueles que lhes “alimentam”, ou seja, o usuário final.

Não sou programador, não sou da área de informática, os meus conhecimentos se resumem em apertar os botões e o computador ligar mas, entendo que o Linux, o Windows, o Mac OS e o escambau que aparecer, é feito para a grande maioria na qual me integro: os usuários finais.

Nós somos, como disse o Naftali, médicos, dentistas, advogados, motoristas, catadores de lixo e etc e, queremos apenas um sistema que funcione, sem que tenha que, praticamente ler um tratado de sistema Unix para poder instalar um Driver ou etc e ficar preocupado com bug disso, o sudo daquilo, o get tal etc. Simples assim.

Para alguns (até porque os mais sensatos fogem do fanatismo), se você não usar o Linux e não souber as malditas linhas de código (o que se alcunha de competência), você é uma besta, ou melhor, um mané como disse o discípulo de Saloth Sar em um dos comentários.

Para estes, o mundo gira ao redor do Linux e de sua suposta sapiência do S.O., como se o Linux fosse o alfa e ômega da vida. Ora, somente um pândego pensaria assim. Vocês acham que um médico ou um advogado vai deixar de se aprimorar em suas respectivas profissões para aprender scripts de Linux? Salvo como hobbie e para aqueles que tem tempo.

Respondam honestamente, se é que isso é possível para os mini Saloth Sar’s da vida e, não respondam para mim mas, para vcs mesmos. Chegando em uma clínica ou em uma banca jurídica, o médico ou o advogado diz que seu caso ele pode resolver mas, gastou horas imemoráveis aprendendo Linux mas, vai tentar dar uma lida rápida e se atualizar para poder ficar com o seu caso. Vocês ficam com o sujeito ou vão procurar outro que saiba do que está fazendo e esteja atualizado ? Nem me venham dizer que o exemplo é absurdo, até porque, segue a mesma linha do já comentado… “E se não tivesse o Windows”… Ora, se minha avó tivesse bigode não seria minha avó mas, meu avô. Faça-me o favor.

Os fanáticos sequer percebem que agindo como Trolls estão prestando um desserviço para com o Linux, afastando os incautos que, pelo menos por curiosidade, poderiam experimentar e, talvez, gostar do S.O. . E o mais triste é que arrotam uma arrogância que sequer tem fundamento, sendo no mais das vezes, praticantes do onanismo, solitários nos quartos de empregadas dos apartamentos de seus pais. Até porque, repito, os mais sensatos já sabem que se pega mais moscas com mel do que com vinagre, o que quer dizer que, não é com grosserias, chamando de manés aqueles que estão mais preocupados com o seu dia-a-dia, em especializar-se em suas carreiras e que tem plena consciência de que sistema operacional é apenas uma ferramenta de trabalho, devendo ser simples e funcional, ou seja, o usuário final. Simples assim.

Não aprenderam que o mundo não gira em torno de seus umbigos.

Nem se apercebem das bobagens que falam, repetindo tal qual papagaios as bobagens que outros (talvez até com mais propriedade de conhecimento) falaram.

Vejam só: ” Pelo menos no linux você, se tiver competência, pode tentar resolver o problema ou, se não tiver, pode pelo menos reinstalar a versão antiga que funcionava no seu caso.”

Tá bom! A culpa é do usuário final que não necessariamente é programador, analista de sistema, viciado em computador etc.

Versão antiga??? Qual, aquela que também tá cheia de bugs? Que a placa de vídeo não funciona, ou pior, que o OSS ou o ALSA ou o PULSE AUDIO não roda nem a pau em determinadas placas? Que também tem problemas de drivers, de sudo isto get aquilo e etc? Que tem o problema dos Load’s Cycle’s que f*de o HD?.

O mote desses discípulos de Saloth Sar é sempre liberdade. Mas, um momento cara pálida, que liberdade é esta que você prega? A sua? Use o linux ou morra ou, como foi escrito; “Usuário mané e burro tem mesmo é que pastar e ser roubado mesmo por um hacker que capturar a senha do banco dele.”.

Mané por quê? Burro por quê? Pastar e ser roubado por quê? Porque prefere usar o Windows?

É por frases como esta que o Bill Gates está multimilionário e ficará mais ainda.

Os acéfalos, sequer percebem que o “aproach” que utilizam afasta todo mundo, inclusive aqueles que tinham alguma inclinação em utilizar o Linux.

Ora, liberdade não pressupões escolha? E em se tratando de sistema operacional não pressupõe, antes de mais nada, escolha do sistema que melhor lhe aprouver?

O mote mais sensato não seria “Use o Linux ou o Windows, seja livre, escolha qual dos sistemas mais se adapta à você, até porque, liberdade pressupõe escolha.”?

É isso ai, estes discípulos mal acabados de Saloth Sar é que terminam afastando aqueles que, pelo menos por curiosidade inicial, experimentariam o Linux.

O Linux só progrediu muito nestes dois últimos anos, em termos de fatia de mercado, em função das bobagens do XP (mais propriamente do I.E.) e da grande cagada que foi o lançamento do Vista cheio de firulas e problemas. Porém, a hora é de manter mercado, pois, parece que o 7 veio corrigindo muitos dos problemas do Vista.

Enquanto isto, toque o realejo maestro…”

Fernando Almeida – Link para o comentário

Espero que essas palavras ajudem alguns a entender o que realmente acontece no Linux, e o que é necessário melhorar para que o S.O. possa crescer e conquistar o que tantos querem: o usuário final. Seja ele Geek ou não.

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GuZ

Coelhos preferem Windows Vista.

Categoria(s): (Bizarro, Rapidinhas) por GuZ em 23-04-2009

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Uma imagem vale mais do que 1000 palavras. Olha a cara do coelho! :P

 

Tô achando o blog paradão, então postei isso só pra movimentar, ok?

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Naftali

Por que atualizar?

Categoria(s): (Artigo, Nerd) por Naftali em 15-04-2009

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Eu sou uma pessoa realmente obcecada por atualizações de software e novidades. Tanto que um selo de beta é um belo convite para que eu troque de software, se for alpha então, não consigo aguentar.

Sei que essa atitude não é a mais aceitável para todos os tipos de usuários e seres humanos que vagam pelo mundo da informática. Mas não podemos negar que atualizar um software é algo extremamente importante. Digo isso porque tenho visto algumas pessoas que têm visto a atualização de software como algo ruim ou que, muitas vezes não trás benefícios, como é o caso de algumas pessoas que comentaram nesse post.

Um dos exemplos que encontrei foi a total falta de necessidade de se atualizar o Adobe Reader. Afinal, que tipos de funcionalidades revolucionárias você pode esperar de um… leitor de PDF?

De qualquer forma, essa idéia não se aplica a todos os softwares, muito pelo contrário. Se não existissem atualizações, nós não teríamos nos livrado de inúmeros erros que afetaram inúmeras empresas, ou até mesmo as pessoas de bom coração que usam o computador para jogar Paciência.

O maior (e talvez um dos melhores) exemplo de que uma atualização no momento certo pode trazer inúmeras vantagens, foi na época do bug do milênio. Até então, muitas empresas não compreendiam a real necessidade de atualizar para um software novo, mantinham o que funcionava (o que não condeno para muitos casos, como os de banco, por exemplo). Mas esse problema todo acarretou no crescimento de vendas de softwares ERP (Enterprise Resource Planning), que foi o precursor para que muitas outras ferramentas de auxílio administrativo nascesse, dentre eles o B.I. (Business Intelligence). Agora pergunte para o gerente de T.I. da Flextronics, ou da GM (para dizer algumas empresas grandes) se eles conseguiriam se manter como estão atualmente sem as ferramentas surgidas naquele momento.

Muitas pessoas não conseguem, ou não querem, ver que atualizações muitas vezes podem trazer benefícios. O problema é que quando algo nos ajuda, a gente simplesmente gosta, mas quando nos atrapalha, avacalhamos geral.

Por exemplo, alguns dizem que se a Microsoft tivesse se mantido com o Windows 98, eles continuariam felizes usando-o. Mas não sabe que o Windows 98 não consegue gerenciar mais que 2 GB de memória RAM, fora que o sistema de alocação de dados no disco rígido usado na época (FAT 32), perdia muito espaço para discos grandes. Hoje vemos PCs com 3 GB de RAM e HDs de 350 GB, para mais, sendo vendidos a rodo. Isso não seria possível se não houvesse a atualização de software necessária.

Fora isso, muitos reclamam, mas não param de jogar os jogos mais bombados que existem atualmente (como GTA 4, Gears of War, Prince of Persia, etc). Esses jogos não rodariam em plataformas mais antigas, nem chorando.

Além também da evolução de várias outras áreas, como o cinema por exemplo. Ou vocês acham que é possível renderizar filmes como Shrek, Era do Gelo, Madagascar, Matrix – e todos que usem animação 3D ou efeitos especiais – em tempo, sem usar um render farm, que há alguns anos não era possível realizar tão facilmente?

Reclamam que a indústria quer evoluir, mas reclamam também quando saem de uma sessão de cinema sem ter os efeitos especiais que esperavam no filme de ação. Uma coisa leva a outra, não dá para reclamar das duas ao mesmo tempo.

Podem dizer que estou apenas dando exemplos de coisas grandes, que realmente fazem a diferença para muitas pessoas. Sim, mas isso não quer dizer que atualizações em pequenos softwares não podem ajudar você a trabalhar melhor, ou mais rápido. Milhões de “dinheiros” são gastos por empresas de desenvolvimento para pesquisar qual a melhor interface para o usuário, como as coisas precisam estar posicionadas para que sejam interpretadas na maneira correta. Interfaces mudam não porque é necessário ficar mais bonito, mas porque as empresas querem ajudar você a usar o software da melhor maneira possível.

Fora tudo isso, temos as atualizações para correção de problemas, ou você queria continuar com o Sasser rodando em sua máquina até hoje?

Empresas falham, filosofias falham, pessoas falham, mas é preciso deixar que elas evoluam, aprendam e ajudem quem precisa delas. Mas, se ainda assim, você não concorda comigo, acesse: http://www.oldversion.com/ e divirta-se.

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Naftali

Por que abandonei o Linux: Da filosofia à prática

Categoria(s): (Artigo) por Naftali em 02-04-2009

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mad_penguim

Sei que muitos aqui discordarão de minha opinião, mas para dizer a verdade, essa é a intenção. Há muito defendi (mesmo que cegamente) o Linux e sua filosofia, mas ultimamente algumas coisas me fizeram mudar de opinião e aceitar o que sempre fui.

Filosofia

Acredito que todos, ou pelo menos a maioria, conheça a história e a filosofia do Linux. Mas, vou contá-la mesmo assim. 

Todas as distribuições Linux são gratuitas (o máximo que pode acontecer é a necessidade de pagar por suporte, como é o caso da Red Hat, Novell, etc.) e de código-aberto, por esse motivo todos podem modificá-lo a bel-prazer e então fazer uma nova distribuição chamada “NaftaliOS” e dizer que foi ele quem fez. Tenho que concordar que essa idéia é ótima. Mas só na teoria. 

Podemos fazer um relacionamento “por cima” entre a filosofia Open-Source e o Socialismo. Ambos são lindos no papel, mas quando postos à prática viram uma zona e ninguém sabe ao certo o que aconteceu, mas no fim, sempre tem um cara por cima se dando bem.

Os motivos para que essa filosofia não se concretize como esperado, é pelo simples fato de não termos uma organização racional e nem rígida. É sério, por mais que tenhamos uma empresa cuidando de uma distribuição, não é ela quem trabalha com o kernel, nem com a interface gráfica, nem com softwares de configuração (em muitos casos). Toda essa modularidade do sistema, que pode sim ser usada positivamente, está atualmente destruindo o que muitos esperam ver no fim. 

Se a Canonical não tem domínio sobre o Gnome, KDE e afins, como ela fará um melhor para seu S.O.? – Sei que você pode me dizer que todos são open-source e que a empresa pode modificá-los também, mas aí entramos no mesmo problema de forma recursiva.

Além disso, os criadores de tais aplicações não seguem a mesma filosofia da empresa que as utiliza. Por exemplo: A Canonical lança um Ubuntu a cada 6 meses religiosamente, mas a galera que cuida do Gnome não faz da mesma forma. Aliás, há anos que não vejo uma atualização digna de chamar de upgrade dele. Por outro lado, o pessoal que cuida do KDE nem sequer liga para seus usuários. Quem se lembra desse ocorrido tempos depois do lançamento do KDE 4?

Problemas como esse atrapalham pessoas que querem trabalhar por um Linux melhor e, consequentemente, atrapalha com a filosofia inteira. Não adianta tentar fazer um Linux para humanos, se os humanos envolvidos não agem como tais.

Prática

Todos os problemas citados em filosofia, acabam afetando significativamente a prática. Sei que a maioria dos usuários Linux afirmam que o sistema funciona perfeitamente bem e é muito estável. Isso pode ser verdade quando o sistema roda sem a interface gráfica, onde tudo acaba sendo mais simples. Porém, a partir do momento em que aumentamos as possibilidades para o usuário, mais complicado fica e mais sussetível a falhas ele se torna.

Eu já usei Linux por um tempo razoavelmente amplo e posso afirmar que já perdi horas configurando o sistema e realizando a manutenção no mesmo. Além do fato que muitas das coisas que precisamos quando ingressamos em um sistema novo, não estão disponíveis de maneira nítida e clara. Sei que se eu abrir o arquivo que se encontra em /etc/X11/xorg.conf, eu posso configurar tudo com relação a interface gráfica. Mas entendam, isso não é fácil de ser aprendido por um usuário comum que, atualmente, é o grande foco da maioria das distribuições. Acredite: Interface é tudo.

Ainda assim, se eu passei por todo esforço para aprender a configurar o sistema, ainda tenho que tomar cuidado na hora de instalar pacotes novos e atualizações. Apesar de ser completamente automatizado hoje, eles não são 100% seguros. Já recebi atualizações de pacote que acabaram por atrapalhar mais e, ao invés de apenas resolver um problema, causaram outro maior ainda. Isso se deve principalmente à filosofia dos desenvolvedores: Resolve problema, não testa e envia. Pode não ser a filosofia de todos, mas a maioria dos programadores tendem a agir dessa forma, eu sei. E se não temos alguém para organizar e manter a casa em ordem, não serão eles quem o farão.

Fora esses problemas, ainda temos outros pontos como falta de software bom e dificuldade para encontrar alternativas igualmente boas (se existirem). Por exemplo o Photoshop, ninguém conseguiu e acredito que ninguém conseguirá me convencer que o GIMP é melhor que o Photoshop. A razão? Aplique tudo o que já falei, mais o que vou falar, para ele também.

Mas, mesmo sabendo de todos esses pontos fracos, muitas pessoas ainda insistem, com argumentos como:

Você não precisa pagar para tê-lo, é livre e pode ser facilmente instalado.

Sim, eu concordo com o fato de ser fácil de instalar, apesar de já ter tido problemas, mas isso é algo primordial e que todos os outros também tem. Então, qual a diferença?

Mas, o fato de não precisar pagar gera outro problema que discutirei logo mais.

O sistema é você quem faz, se você o configurar bem, ele funcionará bem.

Eu concordo com isso também, o Linux bem configurado pode se tornar bastante robusto, mas configurar o sistema até que ele fique redondinho não é fácil e também não é intutivo, ficar modificando arquivos e reiniciando a interface gráfica não é a melhor maneira de se descobrir como deixar o sistema melhor.

Você tem escolha. Não gosta do Ubuntu? Pega o Suse. Não gosta dele também? Pega o Fedora. E assim por diante.

Isso era realmente para ser uma idéia boa, mas na prática não funciona tão bem. Pelo simples motivo de que, todos rodam em cima do mesmo kernel e todos usam os mesmos aplicativos ou semelhantes, que também possuem a mesma filosofia. Fora que, o fato de ter muitas opções, torna mais complicado saber qual a melhor a se utilizar e qual delas se adequa mais às minhas necessidades. Não adianta, a filosofia de um usuário é: “Pego uma e foda-se, se não der certo eu volto pro Windows”. E, na maioria das vezes, não dá certo.

Existem outros pontos que mereciam um post somente para eles, mas para não aumentar o texto, vou deixar apenas estes.

Conclusão

Software Livre tem uma ótima filosofia, como citei acima, mas não é compatível com a filosofia de um mundo capitalista, onde para manter um projeto como esse é preciso dinheiro. E, para dinheiro é necessário fazer com que os usuários comprem o produto, para isso é necessário agradá-los, e para agradá-los é necessário ouvir o que eles querem e implementar tudo o que for possível. A partir desse momento é possível conquistar novos usuários, manter antigos e de quebra melhorar o sistema.

Porque queremos evolução de verdade, queremos ver coisas novas, menus diferentes, cores diferentes, opções novas, efeitos novos, e o principal: queremos que funcione.

Por mais que muitos possam não concordar comigo, a Microsoft ouve sim seus usuários e corre atrás das cagadas que tenha feito. Podemos ver esse exemplo com o Windows 7, que segundo resenhas é um Vista melhorado, ou até mesmo “rebocado”. Todos cometemos falhas, o que diferencia é como resolvemos os problemas gerados por nós mesmos. A Microsoft, por ser uma empresa, quer dinheiro e para isso tem que correr atrás para melhorar seu produto, não adianta. Pronto, essa filosofia pode ser dura para muitos, mas é a que funciona, não é a toa que a maioria das pessoas usa Windows.

Como diz um colega meu: “Paga, funciona. Simples.”

 

PS.: Nunca usei Mac, apesar de minha vontade enorme, por isso não o abordei nesse artigo. Porém, se um dia o usar, pode ter certeza que escreverei algo também.

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GuZ

Ele está chegando: IE 8.0

Categoria(s): (News, Rapidinhas) por GuZ em 27-01-2009

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Firefox tremei, pois seu reinado no mundo dos nerds está ameaçado, vem aí o Internet Explorer 8.0 e ele acaba de chegar na sua versão RELEASE CANDIDATE.

Dizem que ele está melhor e mais rápido que o IE 7.0 e que o IE 6.0 (aquele bug que acessa sites) e ainda tem muitos outros recursos, um deles é deixar as abas coloridas.

Estou baixando-o, mas como a Internet aqui em Monteiro anda a passo de tartaruga manca eu ainda não tive contato com o novo IE. (assim que possível sai um Review)

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GuZ

Não compre seu PC com Vista agora! espere até 1º de Julho!

Categoria(s): (Rapidinhas) por GuZ em 07-01-2009

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A Microsoft, empresinha do nosso amigo Bill Gates, está arrependida por ter lançado o Windows Vista ( que não é tão ruim assim) e agora, vai fazer uma caridade promoção para quem comprar um Pc com o Windows Vista a partir de 1º de Julho.

Parece interessante que a própria Microsoft, praticamente assumiu que o Vista é um lixo. Mas eu, pessoalmente, achei mais estável que o XP, em computadores com 4GB ou mais de Ram. Se o Windows Seven será realmente melhor, e o Vista será consagrado como o WinME 2.0, Só o Sombra Sabe… :P

 

 

Via Gizmodo, Notícia do techharmp

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Naftali

Lançado o Mono 2.0

Categoria(s): (News, Rapidinhas) por Naftali em 12-10-2008

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Para quem não sabe, Mono é um projeto que tem como finalidade fazer o que a Microsoft não fez. Deixar a plataforma .NET realmente portável. Por que, apesar de esse ser um ponto forte indicado pela Microsoft, o .NET não é tão portável assim. Em outras palavras, o coitado só funciona em plataformas windows.

É aí que entra a galera por trás do projeto Mono. Com o lançamento da versão 2.0, entrou o suporte ao C# 3.0 e programas compilados para o framework 2.0.

A portabilidade tanto do seu código, quanto do seu programa, não é 100% garantido, pois isso depende do quão “grudado” à API do windows seu programa esteja. Apesar de várias bibliotecas também terem sido portadas, nem todas passaram por esse processo.

Essa versão inclue também o suporte ao Windows.Forms 2.0, para desenvolvimento de aplicações desktop.

Grande notícia para os desenvolvedores .NET. Quem sabe um dia possamos ter total portabilidade entre os Sistemas Operacionais. Como dizem por aí, a esperança é a última que morre.

Fonte: ars technica

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Bruno Leles

Rodar Firefox-3 e Firefox-2 na mesma máquina

Categoria(s): (Nerd, Rapidinhas) por Bruno Leles em 23-08-2008

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Eu estava precisando rodar o FireFox 3 e o 2 na mesma maquina para poder testar os sites que desenvolvo ‘de forma mais eficiente’, como sempre o Google me ajudou muito. =D

Vou deixar dois links um para a instalação no Windows, e outro para instalação no Linux. o procedimento em ambos é praticamente o mesmo com ligeiras diferenças como o nome da pasta padrão… =D

Windows:
http://www.webindepth.com/how-to-run-both-firefox-2-and-firefox-3-together/

Linux:
http://danson.grafidog.com/2008/07/firefox-2-and-3-together.html

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